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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

FAB atualizará 43 caças AMX ao invés dos 53 atualmente em uso

By on 27.2.09
http://www.armasdeguerra.com.br/aeronaves/cacas/fotos/amx/amx_9.jpg

PODER ESTRATÉGICO - O caça-bombardeiro AMX pode atingir alvos em todo o
continente e também no Caribe. Reabastecido em vôo por aviões - tanque Boeing 707, o AMX pode cobrir até 7 mil km

FAB contrata filial da Embraer para reformar jatos

Por: Júlio Ottoboni - Gazeta Mercantil

O Diário Oficial da União trouxe em sua edição de 20 de fevereiro deste ano, um dia após o anúncio das demissões de 4.273 empregados pela Embraer, a publicação do extrato de dispensa de licitação, número 1/2009, no qual contrata a Embraer Aviation International, subsidiária sediada na França, para reformar 43 aeronaves AMX da Força Aérea Brasileira (FAB). O valor do negócio é de US$ 147.565,954,11.

A nova negociação não foi divulgada pela direção da Embraer nem pelo Comando da Aeronáutica. O secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luis Carlos Prates, estranhou o fato de o Diário Oficial só informar a dispensa de licitação para a contratação na sexta-feira de Carnaval, um dia após anúncio das demissões. O sindicalista também contesta o fato do negócio envolver uma subsidiaria fora do Brasil.

O processo de contratação, identificado pela numeração 017-08/SDDP, tem como função a aquisição de equipamentos para a modernização das 43 caças subsônicos fabricados pela Embraer em parceria com a Itália, denominado também como A-1. A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) aparece no contrato como anuente solidária.

Está nas mãos do brigadeiro do Ar, Dirceu Tondolo Nôro, a dispensa de licitação e a contratação direta da Embraer francesa. Nôro ocupa o cargo de subdiretor de Desenvolvimento e Programas (SDDP) e presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac).

O acordo foi ratificado pelo comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar, Juniti Saito, sob a justificativa de elevar a "capacidade operacional e de sobrevivência das aeronaves A-1, colocando-as em condições de emprego".

O valor da negociação é de US$ 147.565,954,11 e tem amparo legal no artigo 24, IX, da Lei 8.666/1993 combinado com o artigo 1º, I, do Decreto nº 2.295, de 05 de agosto de 1997.

A presença da Embraer na Europa vem desde 1983, quando foi criada a Embraer Aviation International, uma subsidiaria situada em Paris e estabelecida para cuidar das atividades de marketing e venda, armazenamento, gestão de logística e de reparo de componentes.

Em episódios anteriores em que o caça AMX necessitou de reparos, a manutenção foi feita na sede da empresa, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O procedimento foi repetido, inclusive, em 2007, quando a FAB iniciou junto à Embraer o processo de modernização dos aparelhos.

A unidade na França foi a segunda instalação da Embraer fora do Brasil, após o estabelecimento da Embraer Aircraft Corporation (EAC), em 1979, nos Estados Unidos.

Procurados ontem pela reportagem da Gazeta Mercantil, a Embraer e o Comando da Aeronáutica não se manifestaram.

NOTA DO BLOG - 1) Será que a escolha da
Embraer Aviation International, subsidiária sediada na França levará a FAB a enviar os aviões a EUROPA para atualização? E se isso acontecer será que não visa obter contato com os Italianos para realizar o Up-grade dos AMX deles?

2) A quantidade que será modernizada de 43 unidades é justamente a quantidade de monoplaces (A-1A). Assim, parece que so serão modernizados para este padrão os aviões monoplace e que os Biplace por não terem radar receberão um pacote de atualização distinto do presente anuncio. Também é conhecido o fato que há unidades do AMX estocadas que foram vitimas de oxidação e talvez dai resida a diferença numérica entre as unidades a serem modernizadas.

Ônibus Espacial Russo Buran

By on 27.2.09

Ônibus Espacial Russo Buran


Fonte: Space Research Web Site

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A história do Buran, a primeira espaçonave reutilizavel desenvolvido pela União Soviética, é um fascinante projeto dos dias finais da corrida espacial e da guerra fria onde os bilhões de dólares foram investidos em um jogo do para decidir quem era o melhor com os Estados Unidos que resultaram na incrível realização humana no espaço.

Quase idêntico na aparência aos "shuttles" (ônibus espaciais) dos americanos, Buran (russo para 'Tempestade de neve" ), utilizava todos os recursos da indústria soviética para projetar esta nave espacial avançada e seu "foguete monstro" o veículo lançador, Energia.

14 Buran foram projetados mas somente dois voaram antes que o programa fosse cancelado devido ao perestroika e à falta total de financiamento. Buran 002 foi equipado com seus próprios motores e voou horizontalmente para testar sistemas do vôo da nave e os sistemas automatizados originais da aterrissagem.

Fez um total de 25 vôos sub-orbitais. Buran 101 foi lançado com o foguete Energia em 15 de novembro de 1988 quando orbitou a Terra duas vezes em um vôo histórico, totalmente automatizado, não pilotado, antes de fazer uma aterrissagem perfeita no aeródromo do jubilee no Cosmodromo de Baikonur no Kazaquistão.

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Buram e Energia

Buran (do russo Бура́н, que significa nevasca ) é o nome da primeira nave espacial reutilizável construída durante o programa espacial da União Soviética. A construção da espaçonave foi uma resposta ao projeto Space Shuttle da agência espacial dos EUA, que concebeu os veículos espaciais reutilizáveis.

Buran (do russo Бура́н, que significa nevasca ) é o nome da primeira nave espacial reutilizável construída durante o programa espacial da União Soviética. A construção da espaçonave foi uma resposta ao projeto Space Shuttle da agência espacial dos EUA, que concebeu os veículos espaciais reutilizáveis.

Para a URSS, o projeto americano tinha a finalidade de portar armas nucleares, e contava com a capacidade única de poder fazer manobras no espaço, mudando o rumo e permitindo ataques imprevisíveis ao inimigo. Essa capacidade precisaria ser igualada pela União Soviética.

Apesar do ceticismo em relação a concepção do veículo reutilizável pela indústria aeroespacial, o governo soviético autorizou a construção de um ônibus espacial em 1976.


Buran em 1987.

A construção do veículo só começou em 1980. Em julho de 1983 foi feito o primeiro teste, num voo suborbital. Nos anos seguintes foram feitos cinco voos com o modelo em escala do Buran. Em 1984 foram feitos os primeiros testes aerodinâmicos. O último teste aerodinâmico foi feito em abril de 1988, completando 24 voos de testes.

O Buran só foi ao espaço duas vezes, no voo suborbital de julho de 1983, e no dia 15 de novembro de 1988. Ele foi impulsionado pelo poderoso foguete Energia, partindo do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. O vôo foi totalmente automático e sem astronauta, guiado por controle remoto e pelo sistema de computadores. O sistema de sustentação do ônibus espacial não foi testado, o que obrigou os engenheiros a realizarem um voo sem tripulação.

A duração da missão foi de 1 hora e meia, completando duas órbitas em torno da Terra. O veículo ficou a uma distância de 256 km da superfície terrestre. O curto vôo foi o resultado da pouca capacidade de memória dos computadores do Buran. O software estava programado para controlar o lançamento, as atividades em órbita e o pouso. A limitação obrigou os engenheiros a programar o veículo espacial a realizar duas voltas em torno da Terra.

Apesar do primeiro vôo não ter sido tripulado, o desempenho da nave causou otimismo no programa espacial soviético. Das 38 mil placas protetores de calor que protegiam o Buran, somente 5 se desprenderam do veículo.

Porém, o financiamento para o projeto espacial foi cortado. Apesar do projeto só ter sido cortado oficialmente em 1993 pelo presidente russo Boris Yeltsin, o trabalho para a construção dos veículos tinha sido paralisado bem antes dessa data. Outros dois veículos estavam em construção. O Ptichka (pássaro pequeno, em russo) foi programado para ser concluído em 1990. O terceiro, estava programado para ser concluído em 1992. Em novembro de 1995, os dois veículos foram desmontados no mesmo local da sua produção.


Buran em exposição pública.

Buran acoplado num Antonov An-225 em Le Bourget, perto de Paris.

Representação artística do Buran acoplado ao foguete Energia.
Buran, o triste fim do único Ônibus Espacial Soviético a ir para o espaço.

O único Ônibus Espacial que foi para o espaço, o Buran, juntamente com o Energia, o seu foguete lançador, foram destruídos pelo desabamento do teto do hangar onde estavam armazenados. O desastre aconteceu em 2001, durante a restauração do hangar 112 e matou 7 trabalhadores.



Principais flashs da vida da espaçonave Buran. No entanto, ela jamais fez um vôo tripulado.

Depois do colapso da USSR em 1991, os orçamentos minguaram. Assim, o projeto Buran-Energia foi uma das vítimas, apesar da intenção de levá-lo adiante. Finalmente, com o fim da guerra fria, os militares russos decidiram que não havia mais motivo para continuar torrando dinheiro num veículo espacial reutilizável.



Em 1993, o financiamento estancou tão completamente, que não havia dinheiro nem para encerrar o projeto. Além disto, nenhum dos burocratas teve coragem de encerrá-lo definitivamente, para não escancarar que os 18 anos despendidos em desenvolvimento e pesquisa haviam sido inúteis.



O Buran se tornou propriedade do Casaquistão. Os modelos de teste permaneceram alguns anos em hangares, de onde foram removidos para aproveitamento de espaço. O Hangar 112, onde o Buran versão 1.01 e o lançandor Energia estavam armazenados, foi aberto ao público, porém, devido à falta de manutenção, foi fechado em maio de 2002.





A restauração do telhado começou em setembro de 2006, mas durante a reforma, o telhado desabou matando 7 trabalhadores. A localidade de Baikour no Casaquistão, onde está o Buran, é uma terra árida, que recebe chuva apenas alguns dias durante o ano. Esta foi uma das razões pelas quais as autoridades russas escolheram este lugar para a localizar o cosmódromo soviético.



O clima continental de Baikour é muito quente no verão, superando os 40 ºC e muito frio no inverno. Por isto, apesar da construção ser termicamente isolada, não tem nenhuma proteção contra a chuva. O material usado como isolador é uma espécie de espuma que se expande na presença de água. Como o ano de 2006 foi extremamente chuvoso, o telhado “inchou” sobremaneira, foi quando os trabalhadores correram para consertá-lo, sem conseguir evitar que ele desabasse em virtude do peso excessivo.



Nenhuma parte deste projeto foi reutilizada até hoje, exceto os motores do primeiro estágio do Energia (foguete Zenith), que equipava o lançador marítimo. Depois de tudo, fica parecendo que todo o duro trabalho feito por engenheiros, técnicos e trabalhadores, foi uma lamentável perda de tempo.

O Buran e o Energia, que foram feitos para brilhar no espaço mostrando o poderio Soviético, finalmente morrem na terra por inanição financeira.

Fonte: http://www.buran-energia.com/

Irã pode estar com escassez de óxido de urânio

By on 27.2.09
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Irã pode estar com escassez de óxido de urânio, diz estudo

Fonte: Reuters/Brasil Online - Por Sylvia Westall Via O Globo

O Irã pode estar quase exaurindo suas reservas de óxido de urânio e não terá recursos para manter suas atividades de processamento e enriquecimento para um programa nuclear civil, disse na quinta-feira o Instituto para a Ciência e a Segurança Internacional, de Washington.

O estudo afirma que o Irã não parece ter obtido quantidades significativas de "yellow cake" (óxido de urânio) desde que adquiriu 600 toneladas da África do Sul, na década de 1970.

Com base em estimativas de um relatório de novembro de 2008 da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU), os analistas avaliam que o Irã tenha usado cerca de três quartos desse estoque.

A falta de material gera mais dúvidas sobre o caráter do programa nuclear do Irã, segundo os analistas, já que a falta de urânio seria um óbvio obstáculo para um programa civil, mas não para um nuclear.

"A atual escassez de minério de urânio ilustra uma inconsistência fundamental entre as intenções declaradas do Irã - um setor de energia nuclear civil comercialmente viável, alimentado localmente - e suas capacidades", disse o relatório.

Alguns analistas ocidentais acreditam que até o final deste ano o Irã terá urânio enriquecido suficiente para produzir uma bomba se assim desejar. A falta de "yellow cake" não seria um obstáculo para um programa de armas atômicas, que exige muito menos minério de urânio do que um programa civil.

Um diplomata ocidental próximo à AIEA disse que as conclusões parecem plausíveis. "Ouvi dizer que o material sul-africano chegou ao fim", disse o diplomata.

O Irã garante que seu programa nuclear se destina exclusivamente a fins civis.

Golden share da Embraer não impede demissões

By on 27.2.09
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Golden share da Embraer não impede demissões

Por: Júlio Ottoboni - Gazeta Mercantil

A União detém 0,3% das ações da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Emrbaer). São papéis denominados "golden share". Embora tenha poder de veto, essa categoria de ação ordinária de classe especial não interfere nas demissões e contratações da empresa. Apesar disso, algumas centrais sindicais evocam esse dispositivo na tentativa do governo federal reverter as demissões recém anunciadas.

A golden share instituída na privatização da Embraer, em dezembro de 1994, também inaugurou esse tipo de reserva do governo federal junto às companhias privatizadas. Essas ações especiais são dotadas dos mesmos direitos de voto dos detentores das ações ordinárias. Entretanto, podem vetar algumas ações da empresa, particularmente no que se refere às atividades militares e ligadas à soberania nacional.

A União pode interferir na Embraer quando o assunto se trata de criação ou alteração de programas militares que envolvam ou não a república brasileira. Também está sob seus limites a capacitação de terceiros em tecnologias de programas militares ou na interrupção no fornecimento de peças para manutenção e reposição da frota da Força Aérea Brasileira (FAB).

A golden share tem ainda o poder de vetar transferências do controle acionário da Embraer.

Outras questões que podem sofrer interferência restritiva da União por meio da golden share envolvem a mudança de denominação da companhia e de seu objeto social, e a alteração e aplicação da logomarca da Embraer.

O estatuto social da Embraertambém contempla mecanismos de proteção. Foi a maneira encontrada para permitir a listagem no Novo Mercado da Bovespa - que levou a companhia à dispersão acionária - sem que isso possibilitase que a maioria de votos nas deliberações de qualquer Assembléia geral fosse exercida por acionistas estrangeiros. A idéia era fazer com que as decisões da companhia permaneçam nas mãos de brasileiros, um dos princípios estabelecidos na privatização da empresa.

Entre os mecanismos que possibilitam isso está o princípio de que nenhum acionista ou grupo de acionistas, seja brasileiro ou estrangeiro, poderá exercer mais de 5% dos votos em cada assembléia geral realizada pela Embraer.

Essa limitação tem como objetivo desestimular a concentração excessiva de ações ou American Depositary Shares (ADS) em mãos de um único acionista ou grupo de acionistas. Atualmente, mais de 50% dos papéis da empresa são negociados na Nyse.

O total de votos em qualquer Assembléia geral permitido a acionistas estrangeiros, seja isoladamente ou em grupo, está limitado a 40% do total de votos presentes à assembléia.

Investidor relevante

Embora a golden share não dê ao governo federal a possibilidade de vetar demissões ou se intrometer em decisões sobre os rumos dos negócios da empresa, é inegável a influência estatal na empresa. Isso pode ser constatado, por exemplo, na base acionária da Embraer.

Entre os principais sócios da companhia estão a Previ, maior fundo de pensão da América Latina, e o BNDESPar, braço de participações do banco estatal. Juntos, detêm quase 20% das ações da Embraer.

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Tigres Aéreos - lançam ataque aéreo na capital de Sri Lanka

By on 24.2.09
Tigres Tâmeis lançam ataque aéreo na capital de Sri Lanka

Fonte: Reuters Via IG

Dois aviões da guerrilha Tigres da Libertação do Tâmil Eelam (TLTE) atacaram a capital do Sri Lanka, Colombo. Um dos aviões atingiu um prédio público, deixando 2 mortos e 44 feridos, o outro foi abatido no aeroporto internacional.

A ação prova definitivamente a capacidade da guerrilha em atacar longe da zona de guerra, onde tropas do governo rapidamente cercaram os rebeldes numa área de apenas 87 quilômetros quadrados na floresta. O conflito separatista na ilha começou em 1983 e já deixou 70 mil mortos. A capital fica cerca de 350 quilômetros a sudoeste do atual epicentro dos combates.



Os militares disseram que um avião foi abatido por baterias antiaéreas sobre o aeroporto, e que o outro, também abatido, caiu no prédio da Receita Nacional, no bairro do Forte, perto do porto de Colombo.

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Tiros de aeronave da defesa aérea iluminam o céu durante ataque de rebeldes


O governo cortou a energia da cidade depois de detectar um dos aviões por radar na costa leste do Sri Lanka. O céu ficou iluminado por localizadores e holofotes.

"Abatemos um (no aeroporto de) Katunayake e encontramos os destroços e o corpo do piloto", disse o porta-voz militar Keheliya Rambukwella. Mas tarde, ele esclareceu que os destroços haviam sido achados no edifício tributário.

Fontes hospitalares disseram ter recebido 40 feridos, e os militares afirmaram que pelo menos duas pessoas morreram.

"Posso ver uma bola de fogo entrando no prédio da Receita Nacional, e o prédio pegou fogo", disse um guarda à TV Reuters no hotel de luxo TransAsia.

Rambukwella havia dito anteriormente que o avião lançara uma bomba. Depois, corrigiu-se e disse que o próprio avião tinha caído no prédio.

AP

Destroços de Aeronave de rebeldes após ser atingida pela Força Aérea de Sri Lanka


A TV estatal mostrou os destroços do outro avião caído num pântano que fica bem ao lado da base militar que funciona no aeroporto. A fuselagem, camuflada em verde e marrom, estava destroçada e cheia de marcas de disparos.

Perto dali, era possível ver o corpo do piloto, usando a farda listrada, como um tigre, que caracteriza o TLTE.

Foi a décima operação dos "Tigres Aéreos" desde o surgimento desse esquadrão aéreo da guerrilha, em março de 2007. É supostamente o único grupo insurgente do mundo que conta com uma frota para combates aéreos.




Rebeldes fazem incursão aérea na capital do Sri Lanka

Fonte: BBC Via O Globo.

Duas aeronaves do grupo rebelde Tigres Tâmeis fizeram uma incursão surpresa na noite desta sexta-feira na capital do Sri Lanka, Colombo, sendo derrubadas pelos militares cingaleses.

Segundo as autoridades, pelo menos duas pessoas morreram nos incidentes e mais de 50 teriam ficado feridas.

Ainda não está claro se as duas aeronaves estavam em uma missão suicida.

O Ministério da Defesa do Sri Lanka informou que os dois aviões teriam sido derrubados pelo sistema de defesa antiaérea do país, fazendo com que a missão dos militantes fosse "abortada".

Um das aeronaves abatidas, no entanto, caiu sobre um prédio da Receita cingalesa, ferindo 47 pessoas.

O edifício entrou em chamas e a maioria de suas janelas foi quebrada.

Citando como fonte o Hospital Nacional de Colombo, o Ministério da Defesa informou que dois dos feridos acabaram morrendo.

A outra aeronave teria sido abatida quando sobrevoava a cidade de Negambo. Partes do avião e do corpo do piloto, segundo as autoridades cingalesas, foram encontradas perto da base aérea de Katunayake.

Seis civis teriam sofrido ferimentos em Katunayake, sendo transferidos para o hospital de Negambo.

Segundo o site TamilNet, considerado pró-rebeldes, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE, na sigla em inglês), assumiram os atos desta sexta-feira.

A incursão aérea dos rebeldes ocorre em um momento em que o governo cingalês realiza uma ofensiva no enclave dos Tigres Tâmeis no norte do Sri Lanka.

Na ofensiva, as forças do governo conseguiram expulsar muitos rebeldes de seus esconderijos, forçando-os a se refugiar em uma pequena área na floresta ao norte do Sri Lanka.

De acordo com o analista da BBC Warren Bull, os acontecimentos desta sexta-feira são um grande constrangimento para o governo, que havia afirmado ter destruído todas as pistas para aviões dos Tigres Tâmeis.

Acredita-se que os Tigres Tâmeis possuam algumas aeronaves pequenas, de dois assentos, de fabricação checa. Os aparelhos teriam sido adaptados para carregar bombas e armamentos.

A cidade de Colombo foi colocada em estado de alerta a partir das 21h30 (13h, horário de Brasília) e a eletricidade foi cortada para que os holofotes da defesa antiárea fossem ligados.

O cidadão britânico Barry Walker afirmou à BBC que estava em um hotel no centro de Colombo no momento dos incidentes.

"Estávamos sentados perto da piscina quando ouvimos a artilharia pesada da defesa antiaérea. Isto durou entre 20 e 25 minutos. Então houve uma grande explosão", disse.

Walker e os outros hóspedes foram conduzidos até o porão do hotel, onde ficaram abrigados por cerca de duas horas.

Outra testemunha disse à BBC que ter visto uma aeronave voando baixo quando ouviu uma grande explosão no local onde ficam alguns prédios do governo.

Informações dão conta de que o quartel-general da Força Aérea cingalesa, que fica no local, poderia ser o alvo dos rebeldes.

Esta não é a primeira vez que os Tigres Tâmeis lançam ataques aéreos contra Colombo ou alvos militares em outras áreas do país.

O primeiro ataque do tipo aconteceu em 26 de março de 2007, quando os rebeldes atingiram uma base aérea em Katunayake, perto do aeroporto internacional de Bandaranaike, nas proximidades de Colombo.

No dia 29 de abril do ano passado, aviões bombardearam alvos próximos a Colombo, atingindo instalações de combustíveis.

Além destes, já foram registrados pelo menos cinco ataques aéreos atribuídos aos Tigres Tâmeis entre 2007 e 2008.

Os Tigres Tâmeis, considerados uma organização terrorista por muitos países, lutam desde a década de 1970 pelo estabelecimento de um país independente para os membros da etnia tâmil do Sri Lanka, no norte e no leste do país.

Eles sustentam que os tâmeis vêm sofrendo discriminação por parte de sucessivos governos formados pela maioria cingalesa.

Estima-se que nos últimos 25 anos o conflito no Sri Lanka tenha deixado cerca de 70 mil mortos e forçado milhares a deixar suas casas.

Tanto os rebeldes quanto o Exército cingalês são acusados de abusos dos direitos humanos por organizações como a Anistia Internacional.

No rastro do Fx Brasileiro, Boeing revela detalhes de uma possível versão de exportação do EA-18G

By on 24.2.09


Boeing ha desvelado detalles de una
posible versión de exportación del EA-18G.


Fonte:
El Tirador Solitario

Esta versión no dispondría de los interferidores ALQ-99 ( que ya no se fabrican ), en su lugar se instalarían diversos equipos de inteligencia y vigilancia, como el receptor Northrop Grumman ALQ-218( V ) 2 y el sistema de contramedidas de comunicaciones Raytheon ALQ-227.

El radar de barrido electrónico APG-79 puede ser actualizado para interferir emisores de banda X. La suite de sensores puede ser usada para localizar emisores desde radares de control de fuego hasta teléfonos móviles.

Esta versión de exportación del Growler puede ser usada también para la destrucción de defensas, usando los misiles AGM-88 HARM o el nuevo AGM-88E AARGM.

Rio Gallegos prepara-se para receber novos pilotos

By on 24.2.09
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FUERZA AÉREA ARGENTINA
Realizarán instrucciones de nuevos pilotos

Será en Mayo. Se llevará a cabo un tiempo de adiestramiento de vuelo en esta zona particular del país.

Fonte:El Periodico

La Base Aérea Militar se prepara para recibir en el mes de Mayo una delegación de nuevos pilotos para la instrucción de los mismos. En tanto, las previsiones que ha hecho la Fuerza Aérea este año para la Base de Río Gallegos, son muy alentadoras, sobre todo porque el hecho de “que la Base tenga aviones, le da vida”, señaló el Comodoro Rubén Sassone.

“Por varios días, estaremos recibiendo la visita en Mayo de los aviones de la Escuela de Aviación Militar. Estos son los nuevos pilotos que la Fuerza Aérea entrega a la sociedad para que se adiestren y entrenen en esta zona tan particular del país”.

Los aviones que arribarán son los ‘tucanos’, de fabricación brasileña y con ellos habrá un grupo importante de gente, entre 80 y cien personas, entre mecánicos, pilotos e instructores, por lo que la sociedad podrá conocer las impresiones que este personal tiene sobre operar en el sur del país.

“Para el segundo semestre del año, se recibirán los Mirage, que han estado aquí tantos años, con los que se trabajará en adiestramiento de los pilotos más jóvenes que comienzan a volar estos aviones en la zona sur, sobre el mar, sobre la Cordillera, con días de viento y operar en circunstancias donde el clima también pone obstáculos, como una tormenta de nieve y más”, comentó Sassone.

Esta porción del país, siempre ha sido especial en cuanto al vuelo de los aviones, ya que como lo remarca el Comodoro Sassone, quien ha volado en esta región desde 1981, “es una sensación increíble la geografía tan cambiante de poder volar sobre el mar, que no es habitual, por lo que aquí se aprende a volar de otra manera, ya que los vientos influyen mucho y además el compartir con la gente de Río Gallegos, un lugar histórico, ya que de esta base partían los aviones que iban hacia Malvinas, por lo que para la Fuerza Aérea es un lugar muy querido”.

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BASE INTEGRADA POR MUJERES

En la Base Matienzo en la Antártida Argentina, un grupo de nueve mujeres comandadas por una oficial y ocho suboficiales, marcaron una experiencia inédita, que la Fuerza Aérea alentó y que ha demostrado la convivencia y el gran trabajo que se desarrolló allí, junto con los científicos.

“En este retorno, que será probablemente a fin de mes, y como es un hecho muy importante, se convocará a la sociedad para que conozca a estas mujeres y que ellas puedan contar las experiencias que han tenido en alrededor de tres meses en una zona difícil e inhóspita, donde llevaron adelante la vida de una base, desde el trabajo de hacer agua, mantener el equipamiento radioeléctrico, las comunicaciones, el equipo electrógeno, entre otras. Este trabajo es para destacarlo”, remarcó el Comodoro Sassone.

Argentina es el segundo país del mundo que tiene una base llevada adelante solamente por mujeres. Es un trabajo difícil para cualquier persona, ya que el aislamiento es muy importante.

Ya que Marambio es el punto de apoyo de esta base, con helicópteros y otras veces con aviones con capacidades de aterrizar sobre nieve, se les lleva todo lo referido al abastecimiento.

Esto significa una experiencia muy enriquecedora para la Fuerza Aérea, para estas nueve mujeres y la experiencia de ser el segundo país que mantiene una base con mujeres, lo que apunta a que “esta total integración que se dice hay con las mujeres en las Fuerzas Armadas, sea hecha en un plano de realidad y no en una declamación, por lo que haber puesto a estas mujeres al mando de la base, creemos que va a ayuda a que cualquier otra dotación que cuente con mujeres, tenga mujeres con experiencia en la Antártida, que no es fácil de obtener”, concluyó el Comodoro.

Satélite lançado pela Nasa para monitorar CO2 cai na Terra

By on 24.2.09
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Satélite lançado pela Nasa para monitorar CO2 cai na Terra

Foguete usado no lançamento teve problemas; satélite iria monitorar gases do efeito estufa.

Fonte: Estadão

O primeiro lançamento feito pela Nasa de um satélite para mapear as fontes de dióxido de carbono (CO2) na Terra fracassou nesta terça-feira devido a um problema no foguete enviado ao espaço.

O satélite Observatório Orbital de Carbono (OCO, na sigla em inglês) iria passar pelo menos dois anos monitorando locais-chave na superfície do planeta onde o CO2 está sendo emitido e absorvido.

Autoridades informaram que uma parte do foguete que cobre o satélite no topo do lançador não se separou como o previsto durante a missão, e o foguete, com o satélite, acabou caindo no Oceano Pacífico perto da Antártida.

A missão de US$ 270 milhões foi lançada em um foguete Taurus 40 - o menor atualmente em uso pela agência espacial dos Estados Unidos.

Este tipo de foguete já participou de oito missões e, incluindo este lançamento, falhou duas vezes. A Nasa vai iniciar uma investigação para determinar a causa do problema.

"As indicações iniciais são de que o veículo lançado não teve força suficiente para alcançar altitude orbital", disse John Brunschwyler, diretor do programa do Taurus da Orbital Sciences Corporation, a empresa que construiu o foguete.

Ele explicou que foi justamente o fato de a cobertura da área onde o satélite se encontrava não ter se separado que fez com que o foguete não pudesse alcançar a altitude necessária.

"Quanto há a separação, há um aumento de aceleração. Nós não tivemos esse pulo em aceleração. Como resultado direto de carregar o peso extra, não pudemos alcançar a órbita."

"Nossa equipe como um todo, num nível muito pessoal, está bastante chateada com os resultados", disse.

Cientistas esperavam que a missão OCO melhorasse os modelos climáticos da Terra e ajudasse os pesquisadores a determinar quanto dos gases do efeito estufa está sendo absorvido pelas florestas e oceanos.

Em janeiro, um satélite japonês, o Gosat, foi lançado de Tanegashima, no Japão, para monitorar esses gases.

Um outro satélite da Nasa, o Glory, também projetado para medir poluentes na atmosfera da Terra, seria lançado em um foguete Taurus 40, na Califórnia, em junho.

Mas a agência espacial americana afirmou que o Glory não será lançado até que a causa do fracasso do OCO seja investigada.

Serpentex 09 - Franceses e Belgas treinam para combater no Afeganistão

By on 24.2.09
Esquadrões franceses e belgas treinam
na Córsega para missões no Afeganistão


Fonte: Blog do Poder Aéreo

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Trata-se do exercício Serpentex 09, que se desenrola desde 16 de fevereiro na Base 126 de Solenzara, na Córsega. Envolvendo mais de 200 militares franceses, belgas e norte-americanos, o exercício visa preparar as forças aéreas e terrestres para missões no Afeganistão, principalmente as que envolvem cenários de apoio aéreo aproximado, promovendo a integração entre quem está combatendo no chão e quem está apoiando do ar. Quanto a esses últimos, estão presentes seis Mirage 2000 D do esquadrão de caça 3/3 de Nancy, três Mirage F1 CR do esquadrão de reconhecimento 1/33 de Reims e três Rafale do esquadrão de caça 1/7 de Saint-Dizier. Completanto o dispositivo, estão um Puma do esquadrão de helicópteros 6/67 de Solenzara e um Transall C160 do esquadrão de transporte 1/64 de Evreux Dans. numa segunda etapa, também participarão quatro Mirage 2000 N da força aérea estratégica da França e cinco F16 da Força Aérea da Bélgica.

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Na parte terrestre, há paraquedistas do CPA (commando parachutiste de l’air) de Dijon (n°20) e de Orléans (n°10), além de membros dos esquadrões de proteção e de defesa antiaérea. O idioma do exercício é o inglês, visando a formação de equipes de controle aéreo avançado, além da aprendizagem de regras de engajamento e de emprego de armamento.


Tanque de Batalha Chinês T-99 (ZTZ-99)

By on 24.2.09
Tanque de batalla Tipo 99

Fonte: Desarrollo y Defensa

El Tipo 99, también conocido como ZTZ-99 y WZ-123, desarrollo del Tipo 98G (un desarrollo del Tipo 98), es un tanque de tercera generación usado por el Ejército Popular de Liberación. Hecho para competir con los modernos tanques occidentales. Aunque no se espera que sea adquirido en grandes cantidades debido a su alto costo comparado con el más económico Tipo 96. Actualmente, es el tanque de batalla más avanzado de China.

El tanque fue revelado en octubre de 1999 durante el desfile nacional y entró en servicio en pequeñas cantidades para pruebas operacionales y evaluación antes de finalizar el diseño. La versión producida, conocida al principio como el Type 98 y más tarde como el Type 98G, y luego finalmente mejorando en sus prestaciones y funcionamiento fue llamado Type 99, se mostró por primer vez a occidente en 2001.

La designación oficial para su fabricación parece ser ZTZ-99. El precio por unidad es de más de ¥16.000.000 (2 millones de dólares). En parte a su alto coste, este tanque no será desplegado en grandes cantidades, como lo fueron modelos anteriores, como el Type 59. Debido a su escaso número, está en servicio solo en algunas unidades de elite del Ejército Popular de Liberación.
Uno de sus mejoras es la incorporación del cargador automático que redujo la tripulación a tres hombres. Reportes no confirmados dicen que el arma principal seria de 140 mm y con capacidad para disparar munición de uranio empobrecido. También se instaló blindaje ERA en el frente y los costados de la torre.

El desarrollo del nuevo tanque comenzó a principios de los 90’, durante la Guerra del Golfo. Los tanques occidentales destruyeron numerosos T-72 del Ejército Iraquí, los que eran comparables con el tanque más avanzado en el arsenal chino en ese momento: el Type 90. Los mandos del Ejército Popular de Liberación reconocieron que sus tanques no podrían presentar batalla contra tanques como el Challenger 2 inglés o el M1 Abrams norteamericano, e iniciaron un proyecto para construir uno nuevo, que eventualmente termino siendo el Tipo 99.

El diseño fue fuertemente influenciado por el T-80 soviético y por el Leopard 2 alemán. Los cambios incluyen, entre otros, blindaje inclinado en la torreta para aumentar la protección.
El compartimiento del conductor está en el frente, mientras que el del artillero esta justo detrás de este y el motor está instalado en la parte trasera.
Para acomodar más equipos y munición, la torreta del Tipo 99 es ligeramente más larga que la del Tipo 90, lo que deja un hueco entre la torreta y el casco del frente. Esto puede ser una desventaja importante en batalla, ya que expone el anillo de la torreta al fuego enemigo.

El armamento incluye un cañón de ánima lisa de eje dual, totalmente estabilizado, calibre 125mm/50 ZPT98, con un cargador automatico, una manga termal y un extractor de humo. Este es un diseño más avanzado del cañón de 120mm chino. El arma puede ser disparada por control electrónico o manual. El barril puede ser reemplazado por otro en una hora. La recarga es mecánica y el tanque lleva 41 proyectiles dentro de la torre y el chasis del vehículo.

Puede disparar alrededor de 8 proyectiles por minuto usando el cargador automatico y 1-2 proyectiles en modo manual. La munición incluye proyectil perforador de blindaje estabilizado por aletas con casquillo desechable sabot (APFSDS), HEAT y alto explosivo de fragmentación. China también reporto misiles antitanque guiados por laser AT-11 de fabricación rusa. Los mismos se dispararían por el cañón principal y estarían destinados a destruir tanques enemigos equipados con blindaje reactivo, con un rango de efectividad de 4.5 km. Adicionalmente los chinos han desarrollado munición de uranio empobrecido para sus tanques y podrían estar disponibles para el Tipo 99.

Actualmente la composición del blindaje del Type-99/ZTZ-99 es desconocida. Se han publicado fotos de blindajes experimentales chinos, específicamente el Al2O3, que ha sido probado. En las mismas no mostró ningún daño significativo luego de haber recibido 7 disparos de un cañón de 125 mm (de un T-72) y 9 veces por un cañón de 105 mm a 1.800 m de distancia. El blindaje frontal equivale a 1000-1200mm de acero blindado.

La precisión de fuego es controlada por un telémetro láser, un sensor de viento, una computadora balística y la manga termal del barril. Los estabilizadores de eje dual aseguran un fuego efectivo en movimiento. El Type 99 también esta equipado con un sistema de procesamiento de información a bordo, que puede recolectar del GPS del vehículo, sistemas de observación y sensores, procesarlo en la computadora y entregarle la información al comandante, dándole la habilidad de comandar el carro en tiempo real y atacar blancos más allá de su línea de visión.

El tanque esta impulsado por un motor diésel, enfriado por agua, de 1,500 caballos de fuerza, derivado del MB871ka501 diésel alemán. Su peso de batalla actual es de 54 toneladas, esto le da una proporción peso-potencia de 27.78. S, la velocidad máxima en carretera es de 80km/h y 65km/h en tierra. Acelera de 0 a 32km/h en solo 12 segundos. La transmisión se compòne de 7 velocidades y 1 reversa.

Especificaciones:
Tipo: Tanque de batalla
Origen: China
Fabricante: Norinco
Operador: Ejército Popular de Liberación
Cantidad: 200
Peso: 54 ton
Longitud: 11,0 m
Ancho: 3,4 m
Altura: 2,2 m
Tripulación: 3 (Comandante, Conductor y Artillero)
Armamento: 1 cañón de 125mm compatible con el cañón chino de 140mm, ametralladora de 12,7 mm en torreta y una 7,62 mm coaxial
Motor: Diésel de 1500 hp (1100 kW)
Velocidad máxima: 80 km/h
Autonomía: 600 km
Suspensión: Barras de torsión

EM VÍDEO:






sábado, fevereiro 21, 2009

DARPA - Defence Advanced Research Projects Agency financiou "Arma do medo"

By on 21.2.09
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Humanos podem sentir 'cheiro de medo', diz estudo

Fonte: BBC

É possível sentir o “cheiro do medo”, segundo um estudo da Stony Brook University, nos Estados Unidos, cujo resultado foi publicado nesta semana pela revista New Scientist.

O estudo pediu a 40 voluntários que estavam prestes a saltar de um avião em queda livre (no esporte sky diving), que colocassem um absorvente em suas axilas, para recolher o suor durante a queda.

Estas amostras de suor “de medo” foram colocadas em nebulizadores junto a amostras “neutras”. Foi pedido a outros voluntários que cheirassem essas amostras, enquanto seus cérebros eram observados em um exame de ressonância magnética.

Segundo a autora do estudo, Lilianne Mujica-Parodi, as partes do cérebro relativas ao medo, a amígdala e o hipotálamo, apresentaram maior atividade quando os voluntários sentiram o cheiro de suor dos sky divers.

Os autores não disseram aos voluntários qual era o objetivo da pesquisa, para não influenciá-los.

Não está claro se os voluntários que sentiram o cheiro realmente sentiram medo, mas para Mujica-Parodi, o fato de o “circuito do medo” no cérebro ter respondido ao cheiro “indica que pode haver um componente biológico escondido na dinâmica social humana, na qual o estresse emocional é, literalmente, ‘contagioso’”.

Já foi observada nos animais a capacidade de “passar mensagens” – como de perigo ou disponibilidade sexual - através de odores, mas ainda se discute se os humanos também têm essa habilidade.

Outras pesquisas já procuraram demonstrar que era possível identificar o “cheiro do medo” no suor de pessoas que tivessem assistido a filmes de terror, mas há dúvidas sobre os resultados.

Alguns críticos afirmam que os estudos não levaram em conta o quão diferente as pessoas reagem a filmes de terror. Eles também tendiam a usar questionários que poderiam influenciar as respostas, com perguntas como se o suor tinha cheiro de alguém que estava feliz, com raiva, ou com medo.

A pesquisa da Stony Brook University foi financiada pela DARPA, o braço de pesquisa do Exército americano, o que chegou a levantar suspeitas de que os militares poderiam estar tentando desenvolver uma arma que espalhasse o pânico nos inimigos, mas o Exército nega qualquer intenção neste sentido, segundo a News Scientist.

Segundo o psiquiatra Simon Wessely, do Centro de Pesquisa Militar de Saúde do King's College, em Londres, e consultor de saúde para o Exército britânico, a idéia é cientificamente implausível.

Ele lembra que estudos anteriores mostram que, para o medo ser efetivo, o contexto é crucial. “Você pode gerar os sintomas físicos do medo, mas as pessoas não necessariamente vão se sentir apavoradas”, diz ele.

Aviões do grupo rebelde Tigres do Tamil ataca capital do Sri Lanka

By on 21.2.09

Avião de grupo rebelde ataca capital do Sri Lanka

Fonte: Reuters/Brasil Online (Reportagem de Bryson Hull) Via O Globo

Dois aviões do grupo rebelde Tigres do Tamil atacaram a capital do Sri Lanka, Colombo, nesta sexta-feira, bombardeando um prédio do governo e ferindo ao menos 27 pessoas.

"Um avião lançou uma bomba no prédio da Receita Federal no Fort, iniciando um incêndio", disse o porta-voz da Defesa Keheliya Rambukwella. A região do Fort é perto do porto de Colombo.

Autoridades militares disseram que ao menos 27 pessoas foram levadas a hospitais após a explosão no prédio, que ocorreu durante intenso tiroteio de artilharia antiaérea que era visível na região central de Colombo.

"Nós derrubamos um avião em Katunayake e encontramos os destroços da aeronave e o corpo do piloto", Rambukwella disse mais tarde, se referindo ao aeroporto internacional nos arredores de Colombo.

Mais cedo, Rambukwella disse que um avião havia desaparecido do radar enquanto jatos perseguiam outra aeronave.

Os rebeldes separatistas do Tigres do Tamil, encurralados em uma zona de guerra que se encolhe rapidamente, têm uma frota de pequenos aviões usados para ataques aéreos no passado.

Embora grande parte do território do grupo tenha sido ocupada pelo rápido avanço militar, nenhum de seus monomotores foi encontrado pelas tropas.

A guerra civil do Sri Lanka, o conflito mais longo da Ásia, já matou 70.000 pessoas desde o seu começo, em 1983.

MUSAL deverá receber Junkers Ju-52/3m Português

By on 21.2.09
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Museu Aeroespacial poderá receber Junkers Ju-52/3m

Fonte: Revista Asas

Estão em fase final as negociações entre o Museu Aeroespacial (Musal), pertencente à Força Aérea Brasileira (FAB), e a Força Aérea Portuguesa (FAP), para que esta doe à mais importante instituição museológica brasileira um exemplar do clássico transporte militar e comercial alemão Junkers Ju-52/3m.

Falando com exclusividade para a reportagem de ASAS, o diretor do Musal, brig. R/R Márcio Bhering Cardoso, disse que o acordo final ainda não foi assinado, mas tudo está andando muito bem, e ele acredita que o projeto será coroado de sucesso. O brigadeiro também comentou que o exemplar, embora em boas condições, não é uma aeronave já restaurada, e assim precisará, segundo o brigadeiro, de uns três anos de trabalho no Musal, para ser colocada em exibição ao público. Segundo ele, um dos maiores desafios será a restauração do interior da aeronave.

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Embora nunca tenha voado na aviação militar brasileira, o Ju-52/3m teve um papel fundamental, pioneiro e heróico, no surgimento e consolidação da aviação comercial no Brasil. Inúmeros exemplares voaram no país, nas cores de empresas como Syndicato Condor, VArig e VASP. O modelo também foi usado em diversos outros países da América Latina, como Colômbia, Peru, Chile e Argentina.

A legenda do Ju-52/3m começou a surgir nos anos 30, quando o modelo entrou em serviço comercial na companhia aérea alemã Lufthansa, logo consagrando-se como um dos aviões de passageiros mais seguros de sua época - conquistando operadores em lugares tão distantes como Rússia e China! Suas qualidades logo atraíram a atenção da Luftwaffe (força aérea alemã), e o tipo acabou tornando-se o modelo de transporte padrão da Alemanha, durante a 2ª Guerra Mundial, participando literalmente desta até os últimos dias. As atuações dos Ju-52/3m em operações como a conquista do Forte Eben-Emael, a tomada de Creta, as pontes-aéreas de Demyansk e Stalingrado, só fizeram crescer ainda mais a sua fama.

A Força Aérea de Portugal operou uma respeitável frota destes robustos e guerreiros trimotores.

Rosoboronexport pediu reavaliação do Su-35 na Licitação do FX-2

By on 21.2.09
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O consórcio de vendas da federação russa, Rosoboronexport pediu reavaliação do Su-35 e foi atendida segundo ministro Jobim

Fonte: Airway Por Hercules Araujo

O Ministro da defesa do Brasil, Nelson Jobin diz em entrevista que outros concorrentes podem fazer parte da lista de aeronaves a serem avaliadas para escolha prevista para segundo semestre. O ministro aceitou pedido da associação Rosoboronexport russa para reavaliação do Su-35M, mas europeus querem o mesmo direito para fazer parte desta mesma lista de reavaliação.
Publicamos aqui a entrevista com o ministro Nelson Jobin.

“O senhor sabe que na última “short list” feita pela FAB, nós tivemos três aviões selecionados: O F/A-18 E/F americano, o Rafale francês e o Gripen NG sueco. Agora ontem (terça-feira 3 Fev) eu recebi, no Ministério da Defesa, a visita da Rosoboronexport, que é uma empresa russa que projeta o Sukhoi, o SU-35, que é o novo Sukhoi e deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser (re)examinado.

Eu disse que era possível trazer esse material, e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, com os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por junho, julho ou agosto, uma decisão final da escolha técnica, das opções técnicas da FAB para depois tomarmos a decisão política .... que os americanos ou franceses ou suecos possam ter entendimento com empresas brasileiras para o desenvolvimento de um caça de quinta geração no Brasil.”

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Presidente de Brasil visitará a Rusia en dos ocasiones este año

Fonte: RIA Novosti

El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, visitará Rusia en dos ocasiones este año, informó el miércoles a RIA Novosti el subdirector del Departamento Latinoamericano del Ministerio de Relaciones Exteriores de Rusia, Alexei Yermakov.

"Tenemos previstas para este año dos visitas del presidente de Brasil a Rusia. La primera será en el marco de la Cumbre del BRIC (Brasil, Rusia, India y China) que se celebrará en Ekaterimburgo (Rusia); y la segunda, será una visita bilateral", comentó el diplomático al término de la sesión del Consejo de Empresarios Rusia-Brasil (CERB).

Yermakov destacó el trabajo que se está llevando a cabo para realizar acuerdos importantes, alcanzados durante la visita del presidente de Rusia Dmitri Medvédev el año pasado a Brasil, y el papel importante que el CERB desempeña en esto.

"El estrechamiento de los contactos a nivel empresarial nos brinda más oportunidades para la actividad comercial, ampliar la cooperación ventajosa para ambas partes e, indudablemente, el gobierno y Estado rusos prestarán el mayor respaldo posible al Consejo y a los empresarios", señaló el subdirector.

Actualmente, las relaciones entre los países dinámicamente se están desarrollando en las esferas política, económico-comercial, científico-técnica y cultural. Rusia tiene relaciones de cooperación con Brasil en el marco de organizaciones tales como ONU y el BRIC.

Durante a Crise dos misseis Kennedy pediu apoio bélico ao Brasil contra a União Soviética

By on 21.2.09

John Kennedy pidió ayuda bélica a Brasil
en una posible guerra contra la URSS


Fonte: RIA Novosti

El presidente de Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy, pidió en 1962 a su homólogo brasileño, Joao Goulart, que este país respaldara militarmente a Washington en una posible guerra contra la Unión Soviética. Lo evidencian documentos confidenciales, revelados estos días por la prensa brasileña, comunica la agencia argentina Telam.

La solicitud de Kennedy está incluida en una carta que el inquilino de la Casa Blanca envió el 22 de octubre de 1962, en pleno auge de la crisis de los misiles entre Estados Unidos y la Unión Soviética, surgida a raíz del emplazamiento de cohetes rusos en Cuba.
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El archivo fue puesto a disposición del público por el Centro de Documentación de la Fundación Getulio Vargas, que recibió en 1990 documentos de la presidencia Goulart, derrocado en 1964 por un golpe mlitar y muerto en 1976 en el exilio, en Argentina.

Según la carta publicada el domingo 7 de diciembre por el diario Folha de Sao Paulo, y reproducida por la agencia de noticias ANSA, Kennedy propuso una "acción conjunta que puede incluir la participación (brasileña) en una acción militar".

"La Unión Soviética lanzó un desafío osado y belicoso a todos los pueblos libres", dijo en esa misiva Kennedy, quien un año más tarde fue asesinado en Dallas.

Según los documentos, Goulart se había manifestado en contra de la invasión que durante la gestión de Kennedy la agencia de inteligencia estadounidense, CIA, realizó en abril de 1961 en Playa Girón o Bahía de los Cochinos para derrocar la revolución de Fidel Castro que había triunfado el 1 de enero de 1959.

"Nunca reconoceremos a la guerra como instrumento para resolver conflictos entre los países", escribió Goulart sobre la confrontación Washington-Moscú en la llamada Guerra Fría.

La familia de Goulart responsabiliza a Estados Unidos por el golpe militar de 1964 y la muerte del ex mandatario.

O Caça MiG-35

By on 21.2.09



Caza táctico MiG-35

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Boeing propõe à FAB produzir F-18 em São Paulo

By on 20.2.09
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Boeing propõe à FAB produzir caça supersônico em SP

Fonte: Folha de S. Paulo - Via Gazeta Mercantil

A norte-americana Boeing propôs à FAB construir os caças supersônicos F-18 Super Hornet no Brasil. Segundo a Folha apurou, a linha de montagem do avião de combate seria instalada na fábrica da Embraer no município de Gavião Peixoto, interior de São Paulo.

A oferta sigilosa está em negociação e poderá abranger parceria na construção da fuselagem do cargueiro a jato C-390 -ousado projeto militar da Embraer, que ontem anunciou a demissão de 4,3 mil funcionários. A companhia não comentou a proposta, mas disse que o F-X2 poderá agregar tecnologia à indústria aeronáutica.

A Boeing é a primeira finalista a propor a montagem dos aviões. A francesa Dassault (Rafale) e a sueca Saab (Gripen NG) cogitaram, mas não concretizaram a oferta. A fabricação no Brasil está condicionada ao volume da encomenda. Sem entrar na questão, Chris Chadwick, presidente da Boeing Military Aircraft, disse à Folha que o pacote de "off set" é "robusto e poderá beneficiar até 60 empresas brasileiras".

A FAB informou à reportagem que a partir do mês abril fará visitas aos concorrentes para testar os caças.

Paralelamente, o governo de Barack Obama entrou na articulação para aumentar as chances da Boeing. Número um para a América Latina no Departamento de Estado, Thomas Shannon defendeu o negócio como ponto de inflexão na cooperação militar.

"É a oportunidade para uma aliança ampla, que garanta a modernização das Forças Armadas brasileiras", disse à imprensa em reunião organizada pela Boeing. Shannon afirmou que as decisões sobre transferência tecnológica serão tomadas "caso a caso" e não garantiu a abertura dos códigos fontes, exigência da FAB para integrar ao caça mísseis nacionais.

Embraer demite 4,27 mil, ou cerca de 20% de seus funcionários

By on 20.2.09
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Embraer demite 4.273, mas mantém investimento externo

Fonte: A2, A9 e C1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Júlio Ottoboni)

A demissão de 20% dos funcionários da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), anunciada ontem, abalou o polo aeronáutico nacional, que ainda carece de informações sobre as próximas medidas a serem adotadas pela companhia em seu realinhamento no mercado internacional. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, onde fica a sede da Embraer, ingressará com um pedido de esclarecimentos via Ministério Público por não ter sido informado com antecedência sobre a demissão em massa, que atingiu 4.273 empregados.

O prefeito da cidade, Eduardo Cury, se encontra hoje com a direção da Embraer e já determinou que as secretarias de seu governo terão que economizar 10% sem prejudicar serviços à população. Isso fará parte de um plano estratégico para atender os recém-despedidos. Apesar de demitir apenas no Brasil, a Embraer manterá seus investimentos externos programados para os Estados Unidos, a China e Portugal.

A direção do sindicato aguarda para as próximas horas um pronunciamento do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da direção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financiou uma parte significativa das exportações da companhia nos últimos anos. Em 2007, a Embraer contratou 4.469 profissionais e consultorias especializadas chegaram a apontar um excedente de 2 mil funcionários no ano passado.

O impacto das dispensas também teve reflexo nos papéis da empresa. A ação da Embraer negociada na Bovespa encerrou o dia de ontem em queda de 2,44%, cotada a R$ 8,41. Na Bolsa de Nova York, o papel caiu 2,51%, para US$ 14,40. A Embraer também anunciou que reviu suas estimativas para este ano, prevendo entregar 242 aeronaves, com receita prevista de US$ 5,5 bilhões. Os investimentos foram revistos para US$ 350 milhões em 2009.

Em janeiro, foram eliminados 101.748 empregos formais no País, no pior resultado apurado para o mês em toda série história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

A cooperação Brasil-China na área espacial

By on 20.2.09
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A cooperação Brasil-China na área espacial

Artigo de Celso Amorim e Sergio Machado Rezende


Fonte: Folha de São Paulo via Jornal da Ciência

Brasil e China já lançaram os satélites Cbers em 1999, 2003 e 2007; agora, devem lançar o Cbers-3 em 2011e o Cbers-4 no ano de 2014

Celso Amorim é ministro das Relações Exteriores e Sergio Machado Rezende, ministro da C&T. Artigo publicado na “Folha de SP”:

Desde o restabelecimento das relações diplomáticas, em 1974, o Brasil e a China têm passado por um processo contínuo de aproximação, que ganhou nos últimos anos uma escala sem precedentes, em especial nas áreas de comércio e de ciência e tecnologia.

A troca de visitas de alto nível tem sido, ao mesmo tempo, um reflexo e um fator dessa intensificação das relações bilaterais. Receberemos no Brasil nesta semana o vice-presidente chinês, Xi Jinping. Em maio próximo, o presidente Lula deverá voltar à China, na sequência de uma série de visitas recíprocas realizadas por ele e pelo presidente Hu Jintao.

Foi nesse contexto de maior proximidade política que o comércio bilateral cresceu a um ritmo impressionante nos últimos anos. A corrente de comércio entre os dois países passou de US$ 6,6 bilhões, em 2003, para US$ 36,5 bilhões, em 2008, com um crescimento de mais de 550%, quando a expectativa dos dois governos era atingir o valor de US$ 30 bilhões apenas em 2010. A China já é a segunda maior parceira individual do Brasil na área de comércio, depois dos EUA.

Os resultados também são expressivos em outros setores e, em particular, em ciência e tecnologia, área crucial para o desenvolvimento dos dois países. Na sequência de uma visita do então ministro Renato Archer a Pequim, em 1986, o Brasil e a China estabeleceram, dois anos depois, uma parceria para a construção, o lançamento e a operação dos satélites Cbers (sigla, em inglês, de Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), que, ainda hoje, representa o maior projeto de cooperação conjunta na área de ciência e tecnologia entre países em desenvolvimento.

Ao romper com o padrão de propriedade individual de satélites de sensoriamento remoto, o programa Cbers permitiu aos dois países produzir dados e imagens de seus territórios a custo reduzido. O programa insere-se na estratégia de utilizar a tecnologia espacial como instrumento a serviço do desenvolvimento sustentável, pois é fonte de dados para a formulação de políticas públicas em áreas como monitoramento ambiental, desenvolvimento agrícola e planejamento urbano.

O Cbers é reconhecido como um dos principais programas de sensoriamento remoto do mundo. Brasil e China já lançaram os satélites Cbers-1, em 1999; Cbers-2, em 2003; Cbers-2B, em 2007; e devem lançar o Cbers-3, em 2011, e o Cbers-4, em 2014. Isso promove a inovação na indústria espacial brasileira e gera empregos em setor estratégico.

O Brasil tem fornecido a estrutura mecânica dos satélites, o sistema de geração de energia e o sistema de coleta de dados e telecomunicações.

No último dia 15 de janeiro, após operar por mais de cinco anos (mais de duas vezes e meia o tempo inicialmente previsto), o satélite Cbers-2 encerrou os seus trabalhos.

Nesse período, superou as expectativas ao gerar mais de 175 mil imagens que serviram para monitorar o ambiente e controlar desmatamentos, bem como avaliar o estado de áreas agrícolas e a ocupação de centros urbanos.

Sempre dispostos a compartilhar os benefícios sociais do sensoriamento remoto com o mundo em desenvolvimento, o Brasil e a China estenderam o acesso das imagens e dos dados aos seus parceiros. Com o Cbers-2, o Brasil tornou-se o maior distribuidor de imagens de satélite do mundo, fornecendo gratuitamente, pela internet, desde junho de 2004, mais de meio milhão de imagens para cerca de 20 mil usuários. A China também adota política similar e já distribuiu mais de 200 mil imagens.

Os países da América do Sul ao alcance das antenas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em Cuiabá, são os mais beneficiados por essa política. Em 2007, o Brasil e a China decidiram fornecer as imagens do Cbers também aos países da África. Dessa forma, os governos e as organizações do continente africano podem monitorar desastres naturais, desmatamentos, ameaças à produção agrícola e riscos à saúde pública.

É essencial a manutenção de um programa espacial ágil e eficaz, voltado para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida de todos os brasileiros. Os 20 anos bem vividos do Cbers, que celebramos desde 2008, e a sua continuidade com os próximos satélites são a certeza de que teremos mais avanços e benefícios para o Brasil, a China e os demais países em desenvolvimento nos próximos 20 anos.

Paiol do CTA explode

By on 20.2.09

Foto: Murilo S. Romeiro

Explosão ocorreu por volta das 14h20, em São José dos Campos

Explosão em paiol do CTA deixa um ferido, diz Aeronáutica

Uma pessoa teve escoriações leves no incidente desta tarde.
Área do paiol foi isolada e bombeiros, acionados para combater incêndio.

Do G1, em São Paulo

O comando da Aeronáutica, por meio de nota oficial em seu site e assinada pelo brigadeiro do ar Antônio Carlos Moretti Bermudez, confirmou que, por volta das 14h15 desta quarta-feira (18), houve “uma sequência de queima de materiais explosivos em um dos paióis do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos", a 97 km de São Paulo.

A Aeronáutica informou ainda que ao menos uma pessoa ficou ferida, com escoriações leves, no incidente. A assessoria de comunicação do CTA havia informado anteriormente que não houve vítimas na explosão.

Por medida de prevenção, o CTA isolou a área do paiol atingido e evacuou os militares e civis que estavam em instalações nas imediações. Além disso, o Corpo de Bombeiros de São José dos Campos foi acionado para apoiar as equipes de combate a incêndio do CTA, segundo informações da nota da Aeronáutica.

Ao finalizar a nota, o comando da Aeronáutica afirma que iniciou os procedimentos necessários para investigar as circunstâncias do incidente.


Paiol de armas da Aeronáutica explode em São José dos Campos

VNews Via O Globo

Um paiol de armas do Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) explodiu por volta das 14h20m desta quarta-feira, em São José dos Campos, a 92 quilômetros da capital. O paiol, onde eram armazenados diversos produtos explosivos como pólvora, bombas, munição e combustível para foguetes, explodiu dentro da área do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). Ainda não há informações sobre mortos ou feridos. Os bombeiros ainda não sabem o que causou a explosão.

Os prédios do IAE foram evacuados. Segundo informações, os funcionários foram retirados do local e serão dispensados. Estão no local seis viaturas dos bombeiros e cerca de 20 homens. A situação já estaria controlada, de acordo com os bombeiros.

Moradores de vários bairros da cidade ouviram a explosão e ficaram assustados com a fumaça, que pode ser vista de longe. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Vale do Paraíba, houve uma primeira explosão de maior impacto, seguida de várias outras com menor intensidade.




Paiol da Aeronáutica com pólvora e armas explode

Moradores de São José dos Campos relataram ter ouvido barulho muito forte Após três explosões, uma pessoa ficou levemente ferida, um vigia chegou a desmaiar e funcionários tiveram de evacuar o prédio

FÁBIO AMATO - DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - MATHEUS PICHONELLI - DA AGÊNCIA FOLHA

Uma série de explosões em um dos paióis de armas do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos (91 km de São Paulo), deixou uma pessoa levemente ferida ontem à tarde.

Testemunhas relataram que o barulho provocado por elas foi muito forte e pôde ser ouvido em diversos pontos da cidade. A fumaça também podia ser vista à distância.

"Ouvimos três explosões muito fortes. Em seguida, recebemos a ordem para evacuar os prédios e nos mandaram para casa", disse um funcionário do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) ouvido pela reportagem que não quis se identificar.

O paiol fica dentro do IAE, braço da instituição responsável por projetos como o do desenvolvimento do VLS (Veículo Lançador de Satélites).

De acordo com o CTA, havia pólvora e armamentos dentro do local atingido. Não foi informada a quantidade. No momento da explosão ninguém estava dentro do local. Um vigia que estava do lado de fora desmaiou, mas não se feriu. Uma pessoa ficou levemente ferida com escoriações provocadas por estilhaços de vidro.

"Tudo tremeu"

Minutos após a explosão, a região próxima ao CTA foi tomada por vizinhos e curiosos em busca de informações sobre o que estava ocorrendo.

"Nunca vi uma coisa assim. Foi horrível. A rua inteira estremeceu. Na hora pensei que um avião tivesse caído", disse Joaquim Ribeiro, 55, dono de uma loja de autopeças vizinha ao CTA.

Na hora do estouro, cerca de 30 clientes de um restaurante vizinho dali saíram para ver o que acontecia. Uma funcionária, que estava em um escritório, pensou que se tratava de alguém tentando invadir o local com socos e pontapés.

"Em uma hora, deu pra ver uma peça do tamanho de um carro voando na altura de um prédio grande. Tudo tremeu", disse o gerente do restaurante, Jaede de Toledo Santos, 30.

A Aeronáutica informou que deu início às investigações para descobrir o que provocou as explosões. O Corpo de Bombeiros informou que enviou para o local quatro carros e 11 homens, que atuaram no combate ao incêndio que atingiu a mata ao redor do paiol. O fogo foi contido ainda ontem à tarde.

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