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sexta-feira, julho 31, 2009

Treinador HPT-32 da Força Aérea Indiana Cai e mata dois pilotos

By on 31.7.09
Queda de avião de treinamento militar mata dois na Índia

Acidente ocorreu durante o pouso em base em Hyderabad.
Motivos do desastre ainda são desconhecidos.

Do G1, com agências internacionais (fotos G1 - AP e Asian Defense)


Treinador HPT-32

Foto: AP

Militar indiano observa destroços de avião de treinamento acidentado nesta sexta-feira (31) próximo à base de Dundigal, na periferia de Hyderabad. Os dois militares que estavam a bordo morreram. (Foto: AP)

Foto: AP

O desastre ocorreu durante o pouso, e os motivos ainda são desconhecidos. (Foto: AP)

Mais Helicopteros Apache para a Coréia do Sul

By on 31.7.09

Mais Helicopteros Apache para a Coréia do Sul

O Ministério da Defesa Nacional e do Programa de Administração de Defesa Aquisição Coréia do Sul está a reapreciar compra Bloco 1 Apaches e atualizando-os para Bloco II. (U. S. Army)

Uma das opções consideradas estava comprando Bloco 1 Apaches e atualizando-os para Bloco II. As fontes disseram DAPA funcionários pediram os E.U. Exército sobre o custo, melhorar as possibilidades e peças abastecimento.

Os E.U. funcionários responderam que a Coreia do Sul deve fazer uma compra em massa de peças suficientes para durar 30 anos, disse uma fonte.
DAPA Os funcionários não estavam satisfeitos.

Outro desvio: "Nós perguntamos se os E.U. Exército equipa sul-coreana tático dados ligação sistemas podem ser integrados em helicópteros Apache remodelado, mas eles disseram que ela é difícil", disse a fonte. "Esse é um outro factor-chave que nos fez repensar uma compra de mais velhos Apaches".

Apache fabricante Boeing recusou a comentar.
O Grupo Misto E.U. Assuntos Militares-Coreia (JUSMAG-K) em Seul, na Coreia, que coordena as compras de armas E.U., downplayed dos relatórios de discórdia.

"Neste ponto, os E.U. ROK e os governos são simplesmente compartilhar informações e as negociações não tiveram lugar", disse um grupo oficial jul 10. "Nem os E.U. ROK e os governos têm aventurou além desta fase de partilha de informações, e não os pedidos foram feitos."
Em maio, o ministro da Defesa, Lee Sang-hee travado um estudo de viabilidade sobre o AH-X esforço para comprar 36 estrangeiros helos para substituir o Exército da 500MD TOWs e AH-1ß até 2011, e ordenou um novo estudo a ser concluído até o final do ano.

Ele também pediu o Joint Chiefs of Staff e Exército para ajustar a Coreia Attack Helicopter (Kah) 's necessidades operacionais, que inicialmente tinha chamado para um médio e ataque leve e helicóptero, até setembro.


Construir a nossa própria
Um oficial sênior DAPA insinuada aos jornalistas no início de Julho que a opinião consensual é que agora o desenvolvimento de um ataque indígena helicóptero reduziria peças problemas e criar mais empregos sul-coreano.

"Nós não podemos operar sistemas de armas estrangeiras para sempre", disse o funcionário. "Penso que temos garantido uma boa base tecnológica para construir o nosso próprio ataque helicóptero após o bem sucedido programa utilitário helicóptero desenvolvimento."
O funcionário aparentemente refere à Coreia Utility Helicopter, Surion, laminados a 31 jul após três anos de desenvolvimento por Korea Aerospace Industries, com a assistência técnica da Eurocopter.

Uma fonte da indústria E.U. discordou.
"Ainda assim, o dinheiro para uma Kah programa deve vir de algum lado e do governo coreano o dinheiro é apertado", disse ele. "Onde vai o dinheiro veio? Além disso, vai demorar muitos anos para desenvolver um novo ataque helicóptero, provavelmente mais do que os oito anos que estes projectos, mesmo com a perícia de um Boeing ou Eurocopter apoiando o projeto e lotes de ... dinheiro ao longo de muitos anos a partir do governo coreano e os contribuintes. "
Kah O programa apela para a construção de cerca de 270 helicópteros ataque em parceria com fabricantes estrangeiros.

Mas muitos especialistas têm aconselhado defesa compra de aviões de empresas estrangeiras seria economicamente mais sólida do que desenvolver um modelo de indígenas, que se espera venha a custar até 10 trilhões de won ($ 8 mil milhões de euros) ou mais.

Um relatório intercalar do início do estudo disse: "Não há nenhum país, mesmo que tenha um excelente helicóptero construir infra-estrutura, tecnologia e experiência, bem como relacionados com especialistas, que conseguiu desenvolver um ataque helicóptero dentro de 10 anos."

Demorou mais de nove anos, em geral, para ver o primeiro voo depois de desenvolvimento e uma média de 21 anos para tê-los entrar serviço inicialmente, o relatório disse.

O relatório disse que o Exército sul-coreano da crise atual helicópteros falta dissuasão estratégica e capacidade de resposta rápida. Além disso, cerca de metade dos helicópteros do Exército 500MD TOW atingirá a sua vida útil de 30 anos até 2013, e AH-1S helicópteros também foram operados há mais de 16 anos, ele disse.

Moradores de MG dizem ter visto 'bola de fogo' no céu

By on 31.7.09
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Moradores de MG dizem ter visto 'bola de fogo' no céu

PM afirma que recebeu diversas chamadas de emergência.
Assessoria da FAB informa que não foi registrada queda de avião.

Do G1, em São Paulo, com informações do portal in360.com

Unidades da Polícia Militar em várias cidades do norte de Minas Gerais receberam, na tarde de quinta-feira (30), ligações de moradores assustados, relatando terem visto “bolas de fogo” caindo do céu.

Uma moradora do município de Januária (MG) diz que viu algo caindo do céu e um rastro de fumaça que seguia o objeto. Moradores de Bonito de Minas (MG) e de Pedras de Maria da Cruz (MG) também afirmam terem visto algo diferente no céu e tiraram fotos.

Um policial e um guarda municipal de Pedras de Maria da Cruz viram um objeto incandescente e tiraram fotos do rastro de fumaça deixado no céu. A polícia investiga o ocorrido.

Segundo a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB), o Serviço de Busca e Salvamento Aéreo de Brasília, reponsável por monitorar também o norte de Minas Gerais, garantiu que não houve nenhuma queda de avião na região.







Airbus manda trocar sondas Pitot Thales por sondas Pitot Goodrich.

By on 31.7.09
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Airbus decide trocar sensores de velocidade usados em suas aeronaves

Medida foi tomada após o acidente com o voo 447 da Air France.
Cerca de 200 aeronaves vão passar por troca de peças.

Da Reuters - Via G1

Quase dois meses após o acidente com o voo 447 da Air France, que ia do Rio de Janeiro a Paris e caiu no Oceano Atlântico, a Airbus recomendou nesta quinta-feira (30) que as companhias aéreas troquem os sensores de velocidade usados por 200 aeronaves passando a usar peças da fabricante norte-americana Goodrich.

A medida vai afetar as aeronaves A330 e A 340, que atualmente usavam sensores fabricados pela empresa francesa Thales.

A Airbus divulgou um boletim às companhias aéreas nesta quinta-feira pedindo para que façam a troca de ao menos dois dos três sensores, conhecidos como tubos de Pitot, de cada aeronave.

A medida da Airbus se antecipou a um pedido da Agência de Segurança de Aviação Europeia, que havia anunciado mais cedo que planejava recomendar uma proibição aos sensores de velocidade instalados no modelo de avião da Airbus que caiu no oceano.

A proposta também pediria que fosse diminuído para apenas um por avião o número de sensores novos fabricados pela mesma empresa, a francesa Thales. Isso significa que ao menos dois dos três sensores de velocidade instalados em cada avião do modelo teriam de ser fornecidos pela única outra fabricante, a Goodrich.

A norma pode ser aplicada a todos os aviões Airbus A330 equipados com os sensores de velocidades produzidos pela Thales, e também ao modelo similar A340.

Contratos dos submarinos e do estaleiro com a França saem em setembro

By on 31.7.09
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Contratos com a França saem em setembro

Fonte: Estadão Por Roberto Godoy

O governo vai assinar em setembro todos os contratos secundários referentes ao programa de compra, junto a fornecedores da França, dos novos submarinos da Marinha. O pacote é estimado em 5,7 bilhões e cobre a construção no Brasil de quatro navios da classe Scorpéne, de 1.700 toneladas, o casco do primeiro submarino nuclear da frota, mais a construção do estaleiro de produção e da nova base operacional da força.

Uma equipe de especialistas da Procuradoria-Geral está na França ajustando o texto dos documentos. O consórcio financiador é liderado pelo banco BNP-Paribas. O braço francês no empreendimento é o estaleiro DCNS. O grupo escolheu a Odebrecht Engenharia para assumir a parceria do lado brasileiro.

O acordo principal foi firmado em dezembro de 2008, durante uma visita do presidente Nicolas Sarkozy. Agora, serão assinados os contratos subordinados, os que tratam de pontos específicos como o formato da transferência de tecnologia, a definição do sistema de armas - torpedos e minas - mais os kits da construção modular.

Sarkozy estará em Brasília no dia 7 de setembro, convidado do presidente Lula para participar das comemorações da Independência. Nas próximas semanas, o Comando da Marinha receberá uma área da União, usada pela Cia Docas, em Itaguaí, no Rio. O local vai abrigar o estaleiro e a base.

A atual força de submarinos está equipada com cinco navios de tecnologia alemã. Quatro são IKL-209, da classe Tupi. Um foi feito em Kiel, com acompanhamento de engenheiros da Marinha. As três unidades seguintes obedeceram ao mesmo projeto e saíram do Arsenal da armada. O Tikuna, também fabricado no Brasil, sofreu alterações de aperfeiçoamento.

Em dezembro de 2006, a Marinha negociou o empréstimo de 1,08 bilhão no ABN Amro para a compra de uma nova embarcação do tipo 214 e da mesma origem. O dinheiro deveria cobrir a modernização dos modelos já existentes até 2014. A parte financiada é de 882,4 milhões, cabendo à contrapartida brasileira 135,9 milhões. Com a opção pelo Scorpéne, associada ao projeto nuclear, resta ao Comando da Marinha confirmar a revitalização dos submarinos em operação.

Ministro diz que programa espacial vai continuar no MA

By on 31.7.09

Ministro diz que programa espacial vai continuar no MA

Fonte: TV Canal 13

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, descartou a possibilidade de retirar do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, o Programa Espacial Brasileiro (PEB), considerado por ele um dos principais marcos da soberania nacional. O anúncio foi feito ontem pelo secretário estadual de Representação Institucional do Maranhão em Brasília, Francisco Escórcio, ao participar de um reunião com Jobim e o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão.

Segundo Escórcio, o ministro Jobim foi taxativo na decisão da permanência da PEB no CLA. “Não existe nada que possa subtrair do Maranhão o Programa Espacial Brasileiro. O ministro Jobim afirmou, inclusive, que estão previstos muitos planos para o estado”, declarou.

Além de novos investimentos, Nelson Jobim prevê para o CLA a construção de unidades para atividades de lançamentos de foguetes e experimentos espaciais.

“Nelson Jobim garantiu ainda que o Centro de Lançamento de Alcântara, além de reformulado, receberá outros aplicativos que ainda não tinham sido agendados. A transferência do Programa Espacial Brasileiro para outro estado, conforme está sendo especulado pela imprensa, está descartada”, afirmou Escórcio.

A postura do ministro Jobim é considerada decisiva para o futuro do Centro de Lançamento de Alcântara, localizado no cerne de um problema social e tecnológico: a necessidade de expansão do CLA para continuar o desenvolvimento tecnológico implica em novos remanejamentos de comunidades remanescentes de quilombolas que ocupam uma área de 78 mil hectares. Essa questão será debatida em uma reunião que acontecerá na próxima terça-feira, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o ministro da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos.

Na ocasião, deverão ser definidas estratégias que possam garantir a expansão das atividades espaciais no Maranhão e resolver, assim, o impasse com as 110 comunidades quilombolas.

Expansão

A questão se arrasta há anos e acentuou-se depois que o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), reconheceu, em novembro do ano passado, que a área pretendida para a expansão do CLA era culturalmente de direito dos quilombolas. Por causa da impossibilidade de expansão, a Agência Espacial Brasileira anunciou que estava estudando outras possibilidade de implantar centros de lançamentos fora do Maranhão. Por enquanto, os estudos ainda são inconclusivos.

Mesmo diante do impasse, o Centro de Lançamento de Alcântara mantém o seu programa de atividades. No momento, o efetivo do CLA prepara-se para a campanha de lançamento FogtreinI, que prevê o lançamento de dois foguetes de pequeno porte nos dias 10 e 11 de agosto. A operação tem como objetivo lançar e rastrear dois protótipos de foguete chamados de FTB, que ainda estão em fase de desenvolvimento. Os foguetes estão sendo desenvolvidos pela empresa brasileira Avibras e têm cerca de 90% de tecnologia nacional.

Mais

Caso as atividades comerciais do Programa Espacial Brasileiro sejam transferidas do CLA para outro centro de lançamento no país, o Maranhão perde uma parcela significativa da participação nas atividades espaciais do Brasil.

Sem a possibilidade de uso do CLA para a exploração comercial, as atividades ficarão restritas somente a lançamentos institucionais, experiências de novos modelos de foguetes, impedindo a perspectiva de aluguel de sítios de lançamentos para outros países, a exemplo da Suécia e Alemanha, potenciais parceiros do Brasil.

Honduras: Fantasmas da Guerra patrulham a fronteira

By on 31.7.09

Feichas Martins [*]


SÃO PAULO [ ABN NEWS ] - É inútil lutar contra a cultura, pois é impossível vencê-la. A situação em Honduras continua sob controle militar, na velha tradição golpista da América Latina, à qual o presidente deposto Manuel Zelaya e o próprio presidente venezuelano Chávez terão que se curvar, confirmando previsão que fizemos aqui, há 26 dias.

Partidários de Zelaya deixaram a fronteira com a Nicarágua, enfraquecendo os protestos em apoio à sua volta ao poder, desanimados ante a impossibilidade de enfrentarem tanques e baionetas.

O Itamaraty e o Departamento de Estado norte-americano fizeram um muxoxo, um leve protesto de quem não está disposto a queimar muita vela pelo defunto do presidente deposto, apesar das encenadas declarações do Presidente Lula e das manifestações contra o golpe no Congresso Nacional.

O Presidente Chávez, da Venezuela, sai derrotado diante daquilo que o filósofo Spinoza chamaria de afeto triste do povo hondurenho e, por extensão, dos latinos (como previra Simón Bolívar), sempre predispostos a aceitar a prevalência do direito da força sobre a força do direito...


Mas, a situação política na pequena Honduras pode desencadear uma corrida armamentista na América do Sul, segundo alerta o Defesanet, o mais importante site regional especializado em assuntos de defesa.

Com base em fontes venezuelanas, o Defesanet revela que Chávez continua a comprar armamentos, principalmente tanques de combate, para duplicar a sua capacidade atual.

"Desde o ano passado, a empresa Rosoboronexport, encarregada das exportações bélicas russas, fizera vazar notícias sobre a compra de um importante lote de carros de combate pela Venezuela. Informes publicados pela imprensa européia mencionaram o modelo Su-27 e o mais recente BMP3. Analistas militares comentam que a Venezuela deseja que a Rússia amplie sua atual linha de crédito de um bilhão de dólares para a venda de armas".

Pode ser a militarização da América Latina, algo impensável no início da globalização.


[*] Feichas Martins, articulita colaborador da ABN NEWS, é Jornalista, Mestre em Ciência Política pela UnB, Professor Universitário, Especialista em Planejamento Político-Estratégico e Consultor Político-Eleitoral, membro do Comitê de Ética e Liberdade de Expressão da Associação Brasiliense de Imprensa [ ABI-DF ] e da Federação Nacional da Imprensa [ Fenai ]

Nota do blog: Pessoalmente discordo do autor do artigo. As nações envolvidas nas tensões não tem condição de manter um conflito bélico por muito tempo e tão pouco recursos financeiros para isso. Até mesmo a Venezuela tem tido dificuldade em obter crédito junto aos seus fornecedores Russos e Chineses.

Governo confirma base de lançamento de foguete no CE

By on 31.7.09
Lançamento de foguetes da base de Alcântara, no Maranhão: uma base complementar vêm para o Ceará

Governo confirma base de lançamento de foguete no CE

As negociações entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Governo do Estado para a instalação de uma nova base de lançamento de foguetes no Ceará estão avançadas. A localização da base ainda não está definida, mas o Governo descarta a possibilidade de ser no Pecém

Dalviane Pires - da Redação Jornal O Povo

O Ceará deve abrigar a nova base de lançamento de foguetes dentro do Programa Espacial Brasileiro. As negociações com o Governo do Estado estão sendo feitas através da Agência Espacial Brasileira (AEB), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

De acordo com a assessoria de imprensa do Governo, apesar dos entendimentos sobre o assunto estarem avançados, a localização da nova base, chamada de Complexo Espacial Brasileiro (CEB), ainda não está definida. Sobre a informação publicada ontem no Valor Econômico de que a base seria implantada próximo ao Pecém, em São Gonçalo do Amarante, a assessoria explica que “a exigência é que seja disponibilizada uma área de seis mil hectares no litoral (60 km², uma área equivalente ao tamanho do município de Guaramiranga)” e descarta a possibilidade da base ser implantada próximo ao Complexo Industrial.

Não ser no Pecém se justifica pela tendência de crescimento da região com a chegada de grandes empreendimentos como siderúrgica, termelétrica, refinaria, além de outras indústrias que devem ser atraídas para o Complexo nos próximos anos.

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), no Rio Grande do Norte, por exemplo, teve as atividades reduzidas, sendo substituído pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, justamente por conta do crescimento urbano em seu entorno. A base no Ceará é complementar à base maranhense, que continuará em atividade. A área a ser escolhida no Ceará deve ser pouco povoada, mas precisa oferecer condições de infraestrutura como estradas e aeroporto.

Os motivos
Inicialmente o CEB seria construído no Maranhão, próximo à base de Alcântara. O projeto, no entanto, foi prejudicado no fim do ano, quando Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) baixou uma portaria decretando que 78 mil hectares dos 114 mil hectares que constituem a península de Alcântara como pertencentes à comunidade quilombolas.

Segundo informações da Agência Brasil, divulgadas no começo de julho, a área em estudo para abrigar a nova base reúne as características que mantêm a competitividade de Alcântara em relação aos centros internacionais de lançamento. O Ceará foi escolhido por estar próximo à linha do Equador, o que garante a economia de até 30% sobre o consumo de combustível. Além disso, o Estado está localizado no litoral é uma condição de segurança necessária para a atividade espacial.

O POVO apurou que a vantagem do Ceará possuir uma base de lançamento de foguetes está principalmente no fato de o Estado passar a ser, juntamente como o Maranhão, um polo de referência em pesquisa espacial. Especula-se que próximo à futura base sejam construídos hotéis a fim de atrair extensões universitárias voltadas para a tecnologia espacial.

A AEB informou, através da assessoria de imprensa, que apenas o presidente da Agência, Carlos Ganem, se pronuncia sobre o assunto, mas estava em viagem.


EMAIS

- Não é raro um país ter centros de lançamento de foguetes localizados em regiões diferentes.

- O Programa Espacial Brasileiro começou em 1961 com a criação da Missão Espacial Brasileira (MEB), sucedida pela Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) em 1980.

- O Programa tem como objetivo desenvolver veículos lançadores de foguetes com capacidade para transportar satélites e plataformas espaciais de pequeno, médio e grande porte em diferentes órbitas.

- A base de Alcântara, no Maranhão, é considerada uma das melhores do mundo pela sua localização geográfica, por estar a dois graus da linha do Equador.

- Apesar disso, em 2003 o Veículo Lançador de Satélites brasileiro explodiu na base de Alcântara, três dias antes do seu lançamento, matando 21 cientistas.

- Para receber a nova base, as condições climáticas do Ceará são favoráveis: clima estável, regime de chuvas bem definido e ventos em limites aceitáveis, podendo lançar foguetes praticamente durante todo o ano.

- Atualmente a Agência Espacial Brasileira (AEB) está sob controle civil, mas era de controle militar. Alguns atribuem a mudança a pressões dos Estados Unidos. Outros acreditam que foi decorrente da mudança de foco do programa espacial, decorrente da chegada de civis à Presidência da República.

Lula discutirá com Obama a presença militar dos Estados Unidos por meio da 4ª Frota

By on 31.7.09
http://www.tlaxcala.es/images/gal_4473.jpg
Lula discutirá com Obama atuação militar dos EUA

Fonte: Zero Hora

Com prestígio junto ao colega americano Barack Obama, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que o governo brasileiro, em algum momento, terá de discutir com Washington a presença militar dos Estados Unidos por meio da 4ª Frota, reativada ano passado para atuar militarmente nas Américas do Sul e Central.


Lula ressaltou que já havia feito um pedido ao ex-presidente dos EUA George W. Bush para debater o assunto.

– Em algum momento nós vamos ter de conversar com o presidente Obama, porque nós já mandamos uma carta ainda quando era o presidente Bush sobre a questão da 4ª Frota. Na carta, dizíamos que não víamos com bons olhos a ideia da 4ª Frota porque me parece que a linha territorial dela é quase em cima do nosso pré-sal – afirmou Lula.

O presidente fez a afirmação sobre a 4ª Frota durante entrevista coletiva, ao lado da presidente do Chile, Michelle Bachelet, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Lula destacou que esse tipo de questão deve ser debatida “com muito cuidado” para não gerar conflito com outros países. Ele se referia também à questão da instalação de uma base militar americana na Colômbia, que tem gerado conflitos entre o presidente do país, Álvaro Uribe, e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Lula e Bachelet afirmaram concordar com a ideia de discutir o assunto na próxima reunião da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), marcada para 10 de agosto em Quito, por meio da convocação dos ministros que fazem parte do Conselho de Defesa da organização.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que também participou do encontro com a presidente chilena, disse acreditar que o Brasil poderá, algum dia, eleger uma mulher para a Presidência:

– Não vejo por que o Brasil não tenha possibilidade de eleger uma presidenta. Teve um presidente metalúrgico, pode ter um presidente negro e pode ter uma presidente.

quinta-feira, julho 30, 2009

Ceará na rota do programa espacial Brasileiro

By on 30.7.09
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Brasil terá outra base para lançar foguetes

Fonte: Valor Economico - Raymundo Costa, de Brasília

Antes concentrado em Alcântara, no Maranhão, um local privilegiado para o lançamento de foguetes devido a sua posição privilegiada em relação à linha do Equador, parte do programa espacial brasileiro será transferido para o litoral do Ceará, em região nas proximidades do porto de Pecém. O assunto será discutido na quarta-feira em reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministérios, empresas e agências responsáveis pelo programa espacial.

A divisão tornou-se inevitável depois que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) baixou uma portaria decretando como área quilombola 78 mil hectares dos 114 mil hectares que constituem a península de Alcântara. O município deveria abrigar o Complexo Espacial Brasileiro (CEB) - seriam quatro centros de lançamento de foguetes, três em convênios com outros países e um inteiramente nacional, o Veículo Lançador de Satélites (VLS), que é desenvolvido pela Aeronáutica. Também seriam construídos hotéis e clubes a fim de atrair para Alcântara extensões universitárias inteiramente voltadas para a tecnologia espacial.


Devido à crise financeira mundial, o governo botou o pé no freio do complexo espacial (antes chamado de centro), mas seguiu adiante com o VLS e com o acordo firmado com a Ucrânia para o lançamento da quarta geração do foguete Cyclone a partir de Alcântara. Devido ao conflito com os quilombolas, a Alcântara Cyclone Space (ACS) teve de se transferir para dentro da área onde a Aeronáutica desenvolve o VLS. O programa não será afetado e o gestor brasileiro da empresa binacional, Roberto Amaral, diz que o lançamento teste ocorrerá entre outubro e novembro de 2010 - no início, a previsão era julho.


Sem área para ampliação, as autoridades brasileiras decidiram construir o CEB no litoral do Nordeste. Embora digam que ainda estudam sítios na região, o local escolhido fica no entorno do porto de Pecém, no Ceará.

Em relação a Alcântara, o local tem a vantagem de permitir uma redução nos investimentos necessários à implantação do complexo. Em Alcântara, por exemplo, será necessário construir um porto e uma estrada de 51 quilômetros, infraestrutura que já existe em Pecém. Além disso, a região é próxima de Fortaleza, tem um centro universitário em Sobral, ou seja, boa parte da infraestrutura que teria de ser feita no Maranhão.


Além disso, Pecém também dispõe de uma localização privilegiada para o lançamento de veículos com satélites: está a 3,2 graus em relação à linha do Equador, enquanto a base francesa de Kourou, na Guiana, o centro mais bem localizado do mundo para esses lançamentos, está a 5,2 graus da linha do Equador. Mas imbatível mesmo é Alcântara - está a 2,2 graus, o que significa enorme vantagem competitiva: cada lançamento feito a partir da ilha maranhense pode custar até 30% menos que de outras bases instaladas por todo o mundo, principalmente devido à economia de combustível.

A região de Pecém conta também com a vantagem de ser próxima ao mar, assim como Alcântara. Isso é importante porque permite a liberação de estágios - ou até destroços - do foguete com a segurança de que eles não cairão em áreas habitadas na terra. "Ainda mantemos a vantagem comparativa com relação a Kourou", disse ao Valor um dos dirigentes do programa espacial brasileiro.

Não é raro um país ter mais de um centro de lançamento de foguetes localizados em regiões diferentes. O programa com a Ucrânia, em Alcântara, deve custar US 400 milhões, até o lançamento do foguete de qualificação (o primeiro). Mas o CEB, no litoral nordestino, vai requerer um investimento muito maior, ainda guardado em segredo pelas autoridades, mesmo que boa parte das obras de infraestrutura previstas para Alcântara não sejam mais necessárias.

O conflito com os quilombolas deve entrar na pauta da reunião de quarta-feira. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, deve pedir uma extensão do sítio de 9,2 mil hectares no qual estão agora abrigados a ACS e o programa do VLS da Aeronáutica. Quem decretou a área quilombola foi o Incra, que conta com o apoio da Secretaria da Igualdade Racial para a decisão. Defesa e o Ministério da Ciência e Tecnologia foram contrários à extensão decretada.

Além da questão dos quilombolas, Lula ouvirá um relato das conversas que o presidente da ACS, Roberto Amaral, manteve em viagem recente à Ucrânia. A principal novidade a ser contada por Amaral é que a indústria brasileira, pelos entendimentos feitos com os ucranianos, também vai participar da fabricação do foguete Cyclone 4 - uma evolução do Cyclone 3, já em uso para colocar satélites em órbita. A industria brasileira deve participar da fabricação de equipamentos, inclusive componentes do motor do foguete.

Pecém, no entanto, deve ser obra para o próximo governo. No momento, a prioridade é lançar o foguete ucraniano Cyclone 4, nas proximidades da eleição de outubro do próximo ano.

F-16 para o Iraque, tanques e helicopteros.

By on 30.7.09

F-16 para o Iraque

By Vinna com informações da Reuters e AFP

Iraque deseja comprar um lote inicial de pelo menos 18 aviões de caça F-16 fabricados pela Lockheed Martin Corp, para ajudar a repelir possíveis ameaças do Irã e da Siria depois que as forças americanas se retirarem.

http://www.armyrecognition.com/Amerique_du_nord/Etats_Unis/vehicules_lourds/M1_Abrams/M1_Abrams_US-Army_news_15042007_001.jpg

O Secretario de defesa Americano que está no Iraque, Robert Gates, deve negociar com o governo iraquiano a venda de aviões de combates F-16. Bagdá quer adquirir inicialmente pelo menos 18 aparelhos desse tipo, além de helicópteros e tanques (140 - M1 Abrams).

O Iraque pretende possuir uma frota de pelo menos 96 caças F-16 até 2020. O interesse maior é pela versão Block 50/52 do F-16C/D que atualmente é usada pela Polônia, Grécia, Israel, Chile e possui encomendas do Egito, Paquistão, Turquia e Marrocos.

http://www.defenseindustrydaily.com/images/AIR_T-6A_Texan-II_JPATS_lg.jpg

Ao contrario de especulações anteriores o Iraque preteriu o Super Tucano em favor do Texan II

Se o negócio for realmente fechado, espera-se que os primeiros dois F-16s Iraquianos estejam patrulhando o espaço aéreo do país ate 2012. O contrato tem cifra inicial em torno de 1.5 bilhões de dólares e incluiria a logística, peças sobressalentes e treinamento para os pilotos e equipes de terra. Recentemente o Iraque fechou com a Beechcraft Corp a compra de pelo menos 15 aviões de instrução primária Texan II T-6A.

FX-2: A Oportunidade supersônica

By on 30.7.09
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Oportunidade supersônica

Fonte: Rede Noticia

Por Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO Trevisan. E-mailgoncalves@bdotrevisan.com.br.

Encontra-se na reta final a concorrência para a aquisição pelo governo brasileiro de 36 aviões de combate supersônicos que serão incorporados pela FAB – Força Aérea Brasileira. As três empresas que seguem na disputa pela fabricação dos caças militares do chamado Projeto F-X2 (a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet; a francesa Dassault, com o Rafale; e a sueca SAAB, com o Gripen NG) já entregaram suas ofertas finais e definiram suas condições de fornecimento.

Com a aquisição das aeronaves, a FAB pretende renovar sua frota de combate e ampliar a capacidade de defesa aérea sobre o território nacional. A Força Aérea, que é responsável pela análise das três propostas finais, encaminhará as informações apuradas ao Ministério da Defesa e à Presidência da República. A última avaliação sobre qual empresa será escolhida como vencedora da concorrência é feita pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com base nos dados reunidos pela Aeronáutica. A concordância final sobre o projeto vencedor cabe ao Conselho de Defesa Nacional.

As estimativas do mercado indicam que o custo do Projeto F-X2 para o governo brasileiro pode ultrapassar os US$ 2 bilhões, ou algo em torno de R$ 4 bilhões. A grande vantagem para o país é que a concorrência leva em consideração duas importantes exigências apresentadas aos futuros fornecedores: a transferência de tecnologia e a possível fabricação das aeronaves no Brasil.

Todas as três concorrentes teriam se comprometido a produzir pelo menos parcialmente os aviões no país. Essa é uma grande notícia para a indústria de defesa brasileira, que, além de passar a ter acesso às tecnologias de ponta envolvidas no projeto do caça vencedor, poderá gerar inúmeros (possivelmente milhares) empregos diretos e indiretos.

As três empresas estrangeiras já promoveram contatos, sondagens, avaliações e análises de diversas companhias nacionais dos setores de defesa, tecnologia e aeronáutica que poderão se tornar parceiras na empreitada. Algumas das potenciais sócias já teriam inclusive firmado compromissos que dependem apenas do desfecho da concorrência para serem fechados.

É interessante destacar que o Vale do Paraíba (SP) está entre as regiões de vanguarda nas discussões sobre a formação de possíveis parceiras no Projeto F-X2. Afinal, a região abriga o ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, centros de pesquisa tecnológica de ponta e algumas das maiores e mais importantes empresas de aeronáutica, defesa e tecnologia do país. A produção dos futuros caças da FAB deve envolver empresas e pessoas daquela região. Nessa linha, é provável que as oportunidades também cheguem a outros pólos de excelência do Brasil, contribuindo para a evolução de nossa tecnologia de ponta e indústria, o que representará mais um importante fator de estímulo ao desenvolvimento de nosso país.


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quarta-feira, julho 29, 2009

Embraer na pesquisa de bioquerosene

By on 29.7.09
Aeronaves da Embraer poderão ser pioneiras no uso do bioquerosene, já que a empresa brasileira é sócia da Tecbio no desenvolvimento do combustível (Foto: AFP)

Embraer na pesquisa de bioquerosene

Fonte: Diário do Nordeste

Após a desistência da norte-americana Boeing de continuar participando das pesquisas para o desenvolvimento do bioquerosene, a Tecbio — empresa cearense pioneira na montagem de plantas industriais de produção de biodiesel — agora tem como sócia no projeto a brasileira Embraer e uma multinacional da área de petróleo, cujo nome ainda é mantido em sigilo por exigência de contrato.

“Esta tecnologia não se faz em um ano. A Boeing e a Nasa (Agência Espacial Americana) saíram do projeto mas temos outros parceiros”, afirma José Neiva, sócio do engenheiro Expedito Parente na Tecbio.

O Diário do Nordeste informou, com exclusividade, na edição de 27/08/2006, o interesse da Boeing em relação ao bioquerosene. À época, um técnico da companhia, o norte-americano Danny Hatfield, esteve em Fortaleza, visitando as instalações da Tecbio no Pici.

Os testes começaram no ano seguinte, mas o desenvolvimento de um produto final pode levar anos de estudo. De acordo com Neiva, o bioquerosene substituiria o tradicional querosene de aviação (QAv), sendo menos poluente — assim como o biodiesel em relação ao diesel mineral. “O novo combustível renovável é obtido a partir de oleaginosas palmáceas, como o coco babaçu, que produz óleos laurídicos, mais leves”, diz ele, rechaçando a possibilidade de se obter o bioquerosene de plantas como a mamona, a soja, o girassol ou o pinhão manso.

O primeiro teste com o combustível ecológico foi feito em 1984, quando um avião militar Bandeirante voou de São José dos Campos (SP) a Brasília, com bioquerosene. O programa sofreu um processo de interrupção, porque na época não havia preocupação com as questões ambientais e nem com a falta do petróleo.

Hoje, o cenário mundial é diferente. O bioquerosene foi testado por gigantes multinacionais, entre as quais a Boeing, a Rolls Royce, a Shell Aviation — maior distribuidora mundial de querosene de aviação, além da Parker, a General Eletric, a Embraer e a Nasa.

Segundo José Neiva, a Financeira de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério de Ciência e Tecnologia (MC&T), está investindo R$ 7 milhões na instalação, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, de um laboratório de referência internacional para novas pesquisas da equipe de Expedito Parente. “Quanto aos nossos projetos com biodiesel, estamos tentando reconstrui-los porque houve um arrefecimento do mercado”, disse.

QUIXADÁ E CRATEÚS
Ceará tem usina a todo o vapor e outra pode não ser reaberta

As duas empresas que integram o Programa Biodiesel Ceará vivem situações extremamente distintas. Enquanto a Usina de Biodiesel de Quixadá (UBQ), da Petrobras, está em plena atividade, a unidade de Crateús, da Brasil Ecodiesel pode nem reabrir as portas, após suspensão temporária das atividades. “Estamos produzindo 24 horas por dia, sem descontinuidade”, festeja João Augusto Paiva, gerente da UBQ.

Conforme Paiva, 25 milhões de litros do combustível ecológico produzido no Sertão Central abasteceram os mercados do Ceará, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e parte de Pernambuco. “Não registramos em nosso SAC qualquer reclamação quanto à qualidade deste produto, que sai da usina totalmente especificado para as distribuidoras”.

A primeira entrega de biodiesel da unidade de Quixadá aconteceu em outubro de 2008. Em julho, a comercialização vai girar em torno de 400 mil litros do produto. A usina da Petrobras, completa Paiva, tem 150 trabalhadores concursados. “Cerca de 90% dos funcionários mudaram para a cidade por conta do concurso. Outros 10% já eram de lá”.

O principal entrave da cadeia produtiva no Estado é a assistência técnica. “O lado de dentro do processo, a parte industrial, é simples. Contratamos assistência técnica do Agropolos para os produtores porque entendemos a complexidade desta cadeia”, diz. Este ano, a estatal investe R$ 10,6 milhões em assistência e R$ 615 mil na compra de sementes selecionadas de oleaginosas.

Prejuízos

O fechamento temporário da Brasil Ecodiesel pode ser irreversível, caso a empresa não ganhe o leilão de venda de biodiesel marcado para setembro. Segundo o deputado estadual Hermínio Resende, a empresa perdeu competitividade por falta de matéria-prima local e dificuldade de logística para trazer insumo. “A companhia ganhou só um leilão, em novembro de 2008 e está fechada por falta de contratos”.

Segundo o parlamentar da região de Crateús, entre 2006 e 2009, a empresa teve prejuízo de R$ 150 milhões. “Só para se manter fechada, a Brasil Ecodiesel gasta R$ 300 mil mensais”, diz, mas acrescenta que a companhia está em dia com seus 136 funcionários.

Porta-Aviões A-12 São Paulo deixará o cais em agosto.

By on 29.7.09

Navio-aeródromo brasileiro, maior embarcação da Marinha e o único do gênero na América do Sul, que foi para manutenção por causa de um acidente a bordo há quatro anos, sai do cais em agosto.

Porta-aviões pronto para deixar estaleiro


Depois de quatro anos fora de operação no Arsenal de Marinha, no Rio de Janeiro, o porta-aviões São Paulo (A-12) finalmente deixará o cais. Está previsto para agosto o início das primeiras provas de mar do navio-aeródromo brasileiro desde que foi para o estaleiro por causa de um acidente a bordo. Em maio de 2005, o rompimento de uma rede de vapor provocou um incêndio que matou três tripulantes. O reparo não levaria mais de seis meses, mas a Marinha decidiu antecipar uma manutenção preventiva que duraria dois anos. Novas avarias estenderam os trabalhos e apenas agora ele volta ao centro da Esquadra.

Com 266 metros de comprimento, 160 dos quais ocupados pela pista de pouso e decolagem dos caças Skyhawk, o São Paulo é a maior embarcação da Armada e o único porta-aviões da América do Sul.

Em outubro de 2007 a maior parte dos reparos foi concluída e o navio chegou a reiniciar as operações, mas logo o eixo propulsor direito apresentou problemas e precisou ser substituído. Segundo a Marinha, apenas essa operação consumiu mais de um ano. Os militares então aproveitaram para modernizar a planta propulsora dos caças e revisar equipamentos como as duas catapultas que impulsionam os aparelhos na decolagem. As redes de vapor que as alimentam foram recompostas e duas caldeiras tiveram todos seus 1,5 mil tubos trocados. Cerca de R$ 80 milhões foram gastos na manutenção. A catapulta lateral ainda está passando por uma revisão geral, mas os oficiais e os mais de mil tripulantes já estão mobilizados em um rigoroso programa de adestramento, com inspeções, treinamentos específicos e um programa de prevenção de acidentes.

Maior embarcação brasileira, o porta-aviões voltará a navegar em operações de treinamento no litoral de Santos (SP) e Vitória (ES). Até o fim do mês, o navio sairá do Arsenal da Marinha, no Rio. Ele estava em reforma há quatro anos, desde que um acidente matou quatro militares.

Porta-aviões São Paulo terá primeiras provas em agosto

ALEXANDRE RODRIGUES Da Agência Estado – Via Diário de Cuiabá

Depois de quatro anos fora de operação no Arsenal de Marinha, no Rio, o porta-aviões São Paulo (A-12) finalmente deixará o cais. Está previsto para agosto o início das primeiras provas de mar do navio-aeródromo brasileiro desde que foi para o estaleiro por causa de um acidente a bordo. Em maio de 2005, o rompimento de uma rede de vapor provocou um incêndio que matou três tripulantes. O reparo não levaria mais de seis meses, mas a Marinha decidiu então antecipar uma manutenção preventiva, que duraria dois anos. Novas avarias estenderam os trabalhos e só agora ele volta ao centro da Esquadra.

Com 266 metros de comprimento, 160 dos quais ocupados pela pista de pouso e decolagem dos caças Skyhawk, o São Paulo é a maior embarcação da Armada e o único porta-aviões da América do Sul. Em outubro de 2007, a maior parte dos reparos foi concluída e o navio chegou a reiniciar as operações, mas logo o eixo propulsor direito apresentou problemas e precisou ser substituído. Segundo a Marinha, só esta operação consumiu mais de um ano.

Os militares então aproveitaram para modernizar a planta propulsora dos caças e revisar equipamentos, como as duas catapultas que impulsionam os aparelhos na decolagem. As redes de vapor que as alimentam foram recompostas e duas caldeiras tiveram todos os seus 1.500 tubos trocados. Cerca de R$ 80 milhões foram gastos na manutenção. A catapulta lateral ainda está passando por uma revisão geral, mas os oficiais e os mais de mil tripulantes já estão mobilizados num rigoroso programa de adestramento, com inspeções, treinamentos específicos e um programa de prevenção de acidentes.

Depois de quatro anos de instruções em terra, os pilotos voltam às manobras na pista do São Paulo. O navio vai ao mar em agosto ainda no programa de testes, que deve durar cerca de três meses, navegando entre o litoral paulista e o capixaba. Segundo a Marinha, só depois dessa etapa o São Paulo estará de volta às missões de treinamento com os demais navios da Esquadra.

Nesses últimos anos, ele fez falta. No ano passado, durante a Operação Unitas, não pôde ir ao cenário do exercício militar de Brasil, Argentina e Estados Unidos na costa brasileira, deixando o protagonismo para o porta-aviões americano "USS George Washington". Em maio, o presidente Lula pensou em lançar mão do São Paulo para o início das operações de extração de petróleo da camada pré-sal no campo de Tupi, mas teve de acompanhar por um telão do Rio.

Prestes a completar 50 anos, o São Paulo volta à ativa em meio ao esforço de reequipamento da Marinha no contexto da Estratégia Nacional de Defesa. A Força fez este ano aquisições importantes, com o novo navio ocenaográfico Almirante Maximiano. Custou quase R$ 80 milhões e vai atuar na Antártica.

Incorporada pela EMBRAER Eleb so cresce

By on 29.7.09

Venda da Eleb cresce no ano com Embraer e exportações

Virgínia Silveira - Valor Econômico

Apesar da crise financeira e econômica, que já dura quase um ano e que afetou os negócios no mercado internacional de aviação, a fabricante de trem de pouso Eleb, controlada pela Embraer, continua trabalhando a todo o vapor para atender aos programas da empresa-mãe, responsáveis por 65% da sua receita.

Única fabricante brasileira nesse segmento, a Eleb figura entre as quatro mais importantes companhias do setor. À sua frente estão a francesa Messier Dowty, a americana Goodrich e a alemã Liebherr, que até julho de 2008 detinha 40% do seu capital, por meio de uma joint venture com a fabricante brasileira de jatos regionais

"Temos um número suficiente de pedidos firmes em carteira que nos permite atravessar esse período difícil de maneira tranqüila", afirma o diretor da Eleb, José Luiz Fragnan. A empresa, segundo o executivo, está bastante envolvida também com o programa dos jatos Phenom, cujas vendas ainda permanecem em uma patamar satisfatório.

A Eleb exporta atualmente 25% da sua produção e 10% da sua receita vem da prestação de serviços de manutenção e reparo de trens de pouso para as Forças Aéreas do Brasil e de países da América do Sul e para operadores de helicópteros e jatos no Brasil. Este ano, a Eleb prevê alcançar faturamento de US$ 120 milhões e vai investir US$ 13 milhões em novos equipamentos e tecnologia. O recursos destinam-se para obtenção de melhoria de produtividade e para o atendimento das necessidades da Embraer.

"O modelo Phenom 100 já tem 80 unidades entregues em sete meses e o Phenom 300 ainda nem começou a produção em série", afirmou o executivo. No ano passado, a Eleb atingiru receita de US$ 116,3 milhões e entregou 300 conjuntos de trem de pouso. Em 2009, a previsão é de entregar um total de 350 conjuntos.

Com o domínio do ciclo completo de desenvolvimento, produção e pós venda de trens de pouso e componentes hidráulicos e eletromecânicos para aeronaves de asa fixa e rotativa, a Eleb Equipamentos, hoje 100% controlada pela Embraer, assumiu sozinha o fornecimento desses sistemas da sua nova família de jatos executivos: os modelos Phenom 100 e Phenom 300.

Durante mais de 10 anos, o desenvolvimento e a produção do trem de pouso dos jatos comerciais da Embraer foram compartilhados com a acionista minoritária da Eleb, a Liebherr. A joint venture entre a companhia brasileira e a fornecedora alemã, segundo Fragnan, representou um aprendizado importante para a Eleb, que ainda mantém a parceria, iniciada com o desenvolvimento dos trens de pouso da primeira família de jatos regionais ERJ 145 e ampliada em 1999 com o programa do jato Embraer 170.

"A Liebherr é responsável fornecimento do trem de pouso principal dos jatos do programa 170/190 e a Eleb entra com o trem de pouso auxiliar ou de nariz. Na família dos jatos 145, nós fornecemos o trem de pouso principal e componentes do sistema e a Liebherr, o trem auxiliar", explica Fragnan. A parceria com a Liebherr também ajudou a Eleb a fortalecer a sua marca no mercado internacional.

Entre os negócios realizados no mercado externo, a empresa destaca o fornecimento do sistema completo do trem de pouso do helicóptero S-92, da americana Sikorsky (115 sistemas desde 2005), o trem de pouso auxiliar da aeronave chinesa ARJ 21, que compete com o jato 170 da Embraer, componentes para o Airbus Air Tanker, aeronave de reabastecimento em vôo, da Airbus, além dos contratos que já mantinha com a própria Liebherr, sua antiga parceira.

A Eleb, segundo Fragnan, também deverá ser contemplada nos projetos do novo cargueiro KC-390 que a Embraer está desenvolvendo em conjunto com a FAB e dos 50 helicópteros EC-725, que o governo brasileiro comprou da francesa Eurocopter. "Neste caso, como o helicóptero já existe, a Eleb poderá atuar através do seu centro de serviços, na parte de manutenção dos equipamentos", informou o diretor.

No KC-390 o executivo explica que a Eleb está apoiando a fabricante do cargueiro na fase de definição das especificações e estudos preliminares. "Esse projeto representa um grande desafio tecnológico para Embraer e para Eleb, pois trata-se de um produto totalmente novo, já que nunca fizemos - uma aeronave cargueira e de asa alta. Todos os jatos Embraer possuem asa baixa".

Fundada em 1984 como uma divisão de equipamentos da Embraer, a Eleb iniciou suas atividades com a fabricação, sob licença, dos trens de pouso do caça AMX, para a FAB. "O programa AMX capacitou a Eleb para atuar nesse mercado e posteriormente para sermos o fornecedor exclusivo do sistema completo de trem de pouso do Supertucano, que utiliza tecnologia 100% nacional", diz.

Localizada em São José dos Campos, numa área industrial para empresa de pequeno porte, a Eleb tem 600 empregados.

Empresa de transporte aeromédico no Ceará

By on 29.7.09
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Empresa de transporte aeromédico no Ceará

Fonte: Jornal O Povo - Ivonildo Lavôr


Fixada no Ceará, mas com raio de atuação em todo o Nordeste, será inaugurada no dia 6 de agosto a Aerolife - Transporte Aeromédico, primeira empresa do Estado especializada no transporte de pacientes por via aérea. A Aerolife foi homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 25 de maio de 2009, data também de seu primeiro voo.

O empreendimento surgiu através da união da empresa de táxi aéreo Easy Air, do empresário Disraeli Ponte, e da EMN - Emergências Médicas do Nordeste, pertencente ao médico Silvio Jacó, com atendimento médico pré-hospitalar há três anos em Fortaleza. Além da Capital cearense, a EMN atua com ambulâncias nos Estados do Nordeste, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Para fazer a Aerolife decolar, o investimento dos empresários no novo negócio foi calculado em R$ 1 milhão, compreendendo duas aeronaves (um bimotor Seneca e um monomotor), aquisição de kit aeromédico, equipamentos hospitalares de bordo e capacitação de especialistas para atendimento de urgência.

Disraeli Ponte disse à Coluna que a nova empresa começa com 48 empregados e uma carteira de clientes que inclui os governos do Ceará e de Pernambuco, além de convênios já assinados com as principais prestadoras de serviços médicos em atuação no Estado. A base da Aerolife - Transporte Aeromédico será no antigo Aeroporto Pinto Martins, na Praça Brigadeiro Eduardo Gomes.

CLA prepara-se para lançamento de foguete

By on 29.7.09
CLA prepara-se para lançamento de foguete

Fonte: CLA - FAB

Bolacha da OperaçãoO Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) iniciou, neste dia 27 de julho, mais uma Operação de Lançamento de Foguete, denominada – Operação FogTrein I.

O objetivo principal da Operação é lançar e rastrear dois Foguetes de Treinamento Básico (FTB), com telemetria na banda S, tendo como finalidade principal o treinamento de recursos humanos do CLA e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Natal-RN, além de manter a capacidade operacional dos meios técnicos e logísticos do CLA e, ainda, a obtenção de dados para qualificação e certificação dos referidos foguetes.

A operação deu início com aulas teóricas e práticas a respeito do Foguete de Treinamento Básico que está sendo desenvolvido pela empresa brasileira Avibras. Com tecnologia 90% nacional, o FTB consiste em um foguete mono-estágio, não guiado, com 3,05m de comprimento, pesando 67,8Kgf incluindo 20,7Kgf de carga útil, seu motor propulsor é carregado com propelente sólido (combustível sólido), com uma fase de decolagem de 4 segundos, alcançando mais de 30km de altura e caindo em alto mar a mais de 16km da costa.

Além do efetivo do CLA, este evento conta com a participação de engenheiros da Avibras, apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e envolvimento do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), Centro de Lançamento da Barreira do Inferno e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI).

Uma cronologia simulada do lançamento do FTB está prevista para o dia 7 de agosto, entre 9h e 14h, dependendo exclusivamente das condições climáticas. Esse simulado faz parte de uma séria de testes antes dos lançamentos em si, previstos para os dias 10 e 11 de agosto. O sucesso desses lançamentos é o resultado do desenvolvimento de tecnologia aeroespacial brasileira, trazendo para o Brasil a oportunidade de capacitar os recursos humanos com objetivo de alcançar sua independência tecnológica.

Nesse voo, o Foguete Básico de Treinamento já está preparado para disponibilizar cinco quilos de carga útil para experimentos tecnológicos, além de instrumentos para acompanhamento das Estações de Telemedidas, preparando assim as equipagens para os próximos lançamentos.

FIM DE ÉPOCA - Super poderio militar dos EUA já é desdenhado ?

By on 29.7.09
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FIM DE ÉPOCA - Super poderio militar dos EUA já é desdenhado

Vantagem militar será nano-satélites, sistemas antimísseis e laser .

Fonte: Monitor Mercantil

"A capacidade dos EUA de projetarem seu poderio militar em nível mundial se reduz dramaticamente, porque seu pesado armamentismo militar que dispõem se provará ineficaz para o enfrentamento de futuras ameaças", adverte Andrew Krepinevitz, conselheiro-supremo do Pentágono, um dos arquitetos da estratégia para os EUA enfrentarem a guerra de guerrilhas no Iraque e no Afeganistão e presidente do think tank Center for Estrategic e Budgetary Assessments, em Washington.

Ele afirma que "os EUA não são, adequadamente, armados para enfrentarem potências emergentes como a China, países inimigos como o Irã, assim como, até ameaças provenientes de forças como Hezbollah, ou organizações terroristas como Al Qaeda - e, destaca que - Washington gasta bilhões de dólares para sistemas bélicos, considerados peleontológicos antes sequer entrarem em serviço".

"Durante as últimas décadas - diz Krepinovitz - a vantagem que os EUA mantinham em tecnologia e recursos militares e econômicos, os tornava capazes de assumirem compromissos militares no exterior e, paralelamente, garantirem a segurança interna. A alta estratégia norte-americana pressupõe que esta vantagem continuará eternamente. Contudo, a primazia militar dos EUA já começou a definhar, pois não leva em consideração as novas ameaças estratégicas, como a disseminação de armas de precisão e ameaças vindas do espaço".

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Porta-aviões, destróieres, aviões bombardeiros de curto alcance e bases militares avançadas como as de Guam e Okinawa no Oceano Pacífico tornam-se cada vez mais vulneráveis às tecnologias e as táticas que desenvolvem os adversários dos EUA. Estes, em sintonia com a ascensão de novas forças e países inimigos, limitarão a possibilidade dos EUA de concluírem missões em regiões como o Leste Asiático e o Golfo Pérsico onde são atingidos interesses vitais norte-americanos.

Ainda, até as tecnologias anteriores, nas quais, os EUA predominavam como, por exemplo, o Sistema Mundial de Satélites para localização de posição que dirige as "bombas inteligentes" aos seus alvos, já são, facilmente, neutralizados por países como a China, a qual, desenvolve avançados sistemas de tecnologia espacial. O governo de Beijing já dispõe mísseis balísticos e tecnologia laser que poderão destruir satélites de baixa altitude, dos quais, depende o exército.

Krepinovitz sustenta que "para conservarem os EUA sua primazia deverão investir em evoluídos nano-satélites, sistemas antimísseis e, na defesa baseada em energia laser. Somente, assim poderão enfrentar os ataques que seus adversários desfecharão com suas armas "inteligentes".

Krepinovitz, junto com o brigadeiro, Van Ryper, incluem-se no grupo de especialistas em temas de defesa, responsáveis para localização de pontos fracos e faltas no texto da "Revisão Quadrienal de Defesa" (Quadrennial Defense Review), elaborada a cada quatro anos pelo Pentágono e entregue ao Congresso dos EUA.
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Krepinovitz esclarece ainda que "o secretário de Defesa dos EUA Robert Gates, avalia, corretamente, a necessidade de criação de um exército norte-americano "mais equilibrado", o qual, poderá se desempenhar melhor em ameaças assimétricas e conflitos como aqueles no Iraque e no Afeganistão, mas, simultaneamente, estar preparado, também, para as guerras do futuro".

Entretanto, sublinha que, "os responsáveis norte-americanos, na realidade, não levam em consideração as reais ameaças futuras e, em decorrência disso, a possibilidade de surpresas estratégicas cresce".

"Aquilo que é necessário - continua - é um reexame total da doutrina estratégica dos EUA, semelhante daquela que foi formulada nos primeiros anos da Guerra Fria. Nas guerras do futuro, as armas "inteligentes" estão disponíveis até em ameaças não estatais, como o Hezbollah no Líbano e o Hamas na Faixa de Gaza.

Além disso, potências tradicionais, como a China e a Rússia já dispõem a tecnologia e a possibilidade de transferi-las para outros países. Mas, os EUA continuam gastando dólares em aviões bombardeiros de curto alcance que decolam de vetores avançados como os porta-aviões, os quais, são expostos ao perigo de um ataque inimigo com mísseis, submarinos e, aviões teleguiados".

"O Corpo dos Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) desenvolve um veículo anfíbio de batalha (EVF), o qual tem a possibilidade de, também, combater na terra. Mas, os EVF - informa Krepinovitz - estarão ameaçados pelas bombas "inteligentes", plantadas à beira das estradas e ruas e detonadas por controle remoto de navios de guerra inimigos que estarão longe das costas.

Também, as bases militares norte-americanas, como a Victory no Iraque e a Bagram no Afeganistão, as quais, proporcionam segurança as forças terrestres norte-americanas, com o passar do tempo se tornarão vulneráveis aos ataques com mísseis e, estes mísseis serão substituídos por armas de precisão absoluta, as quais, já estão disponíveis no mercado aberto, então as consequências serão catastróficas".

Leia mais: A Erosão do Imperio

Primeiros 3 helicópteros Mi-35M da FAB chegam em agosto

By on 29.7.09
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Primeiros helicópteros Mi-35M chegam em agosto

Aeronave russa terá três exemplares entregues à FAB

Fonte: Airway

A Força Aérea Brasileira terá a partir de agosto um novo equipamento em seu inventário. Trata-se do helicóptero russo Mi-35M, da Mil, uma versão modernizada do famoso Mi-24.

A FAB encomendou 12 aparelhos que servirão para ataque e transporte de tropas. Os três primeiros exemplares serão entregues no mês que vem enquanto outros seis chegarão em 2010 e o restante em 2011.

Segundo reportagem do jornal Valor hoje, a Aeronáutica considera os helicópteros russos como uma de suas prioridades, juntamente com outros helicópteros pesados, os EC725, da Helibras, e o programa F-X2, que compreenderá 36 caças avançados.

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