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sexta-feira, setembro 30, 2011

Óleo nas Malvinas em 2016

By on 30.9.11

A Rockhopper anunciou que pretende extrair o primeiro óleo da região das Ilhas Malvinas (Falklands) em 2016. Para isso a petroleira planeja investir cerca de US$ 2 bilhões em seus quatro blocos de exploração: PL023, PL024, PL032 e PL033. Todos estão localizados ao norte do arquipélago, que pertence ao Reino Unido. A companhia espera chegar a uma produção máxima de 120 mil b/d em 2018.

A campanha exploratória começou em 2005, quando a petroleira recebeu a licença de operação dos seus blocos e começou os primeiros estudos sísmicos da região. Em fevereiro de 2010, a sonda Ocean Guadian começou o trabalho de exploração no prospecto de Sea Lion. O projeto básico de engenharia deverá ser entregue às autoridades em 2013, no mesmo ano que a companhia espera contratar um FPSO.

A petroleira já perfurou cinco poços exploratórios. O último, com profundidade de 2.696 m, apresentou um net pay de 26 m em uma coluna de 35 m. Estima-se que a bacia das Ilhas Malvina possua cerca de 350 milhões de barris de óleo recuperáveis. A Rockhooper ainda tem participação de 7,5% em mais dois outros blocos operados pela Desire Petroleum.

Fonte: Portal Energia Hoje

AW119 Koalas do Governo de Goias que estavam parados iniciam operações

By on 30.9.11
Os três helicópteros adquiridos por R$ 21 milhões fizeram nesta quinta-feira (29), em Goiânia, voos de demonstração antes de iniciarem as operações. As aeronaves destinadas às missões da Polícia Militar (PM), Polícia Civil e Corpo de Bombeiros estão paradas há mais de nove meses no Hangar do Governo de Goiás.

A última vez que as aeronaves voaram foi no final de 2010, quando chegaram à capital, vindos da fábrica, nos Estados Unidos. O Ministério Público de Goiás (MP-GO) vai investigar a compra e a demora na entrega dos equipamentos.

Porém, o Governo Estadual alegou que o tempo foi destinado para fazer a regularização dos helicópteros no Brasil. “Faltou ao governante anterior planejamento para licitação no fornecimento de combustível, manutenção e seguros dos helicópteros”, declara o secretário de Segurança Pública de Goiás, João Furtado de Mendonça Neto. “Uma aeronave não é como um carro, que se compra na concessionária e sai dirigindo na mesma hora”, completa.

Fonte: G1 - Foto Piloto Policial

FAB apresenta P-3AM, o guardião do Pré-sal

By on 30.9.11
O P-3AM Orion, que integra oficialmente a frota da Força Aérea Brasileira, a partir desta sexta-feira (30), devolve à FAB a capacidade de detectar, localizar, identificar e, se necessário, afundar submarinos. É o que o jargão militar chama de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês). A Aviação de Patrulha não realizava missões ASW desde a desativação do P-16 Tracker, em 1996. Os atuais P-95 “Bandeirulha”, aeronaves menores e com diferenças operacionais, não têm essa capacidade.

Ouça entrevista com o Comandante da II Fae, Brigadeiro José Alberto de Mattos.

Além da capacidade ASW, o P-3AM também carrega armamentos como os mísseis Harpoon, capazes de afundar navios de guerra além do alcance visual.

A aeronave P-3AM Orion será importante na patrulha marítima brasileira. (Foto: Airbus Military via FAB)

Com quatro motores, a aeronave tem grande autonomia, podendo permanecer em voo durante 16 horas – isso equivale a uma viagem de Recife a Madri sem escalas. Os sensores eletrônicos embarcados na aeronave são os mais modernos que existem. Tudo isso confere ao P-3AM a capacidade estratégica de vigilância marítima de longo alcance. “É como se nós déssemos um salto de quatro décadas na nossa capacidade tecnológica”, explica o Gerente do Projeto P-3BR da Força Aérea, Coronel Aviador Ari Robinson Tomazini.

Soberania – A Petrobrás estima que a camada do pré-sal contenha o equivalente a cerca de 1,6 trilhão de metros cúbicos de gás e óleo. Caso a estimativa seja confirmada, o Brasil ficará entre os seis países que possuem as maiores reservas de petróleo do mundo, atrás somente de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes. Toda essa riqueza encontra-se no Oceano Atlântico, na zona econômica exclusiva (ZEE) brasileira. A nova aeronave estará envolvida na vigilância dessa área.

A aeronave P-3AM Orion da FAB foi modernizada pela Airbus Military na Espanha. (Foto: Airbus Military via FAB)

Além do patrulhamento dessa área estratégica, o P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de km² (praticamente todo o Atlântico Sul). Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungam (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira.

A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas.

Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.

O P-3AM é a versão militar do famoso avião comercial Lockheed Electra II, que ficou conhecido no Brasil como o avião utilizado na ponte aérea Rio de Janeiro-São Paulo, de 1975 até 1991. A versão militar foi inicialmente concebida para a Marinha dos Estados Unidos, como aeronave especializada em guerra antissubmarina e patrulhamento marítimo. Posteriormente, foi adquirido por outros países, principalmente por integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), chegando a ser operado por 17 nações.

A Força Aérea adquiriu 12 aeronaves P-3 da Marinha dos EUA, sendo que duas já foram entregues e outras sete estão sendo modernizadas pela Airbus Military. As demais servirão como suprimento.

Fonte: Agência Força Aérea - Via CAVOK

LULA IRONIZA BIRD, FMI E COMISSÃO EUROPEIA

By on 30.9.11
“O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva fez ironias na terça-feira, em Paris, com os países ricos e instituições internacionais, e afirmou que a saída para a crise na Europa "está em uma decisão política".

Lula fez referência aos "conselhos econômicos" dados ao Brasil no passado e afirmou que os países desenvolvidos agora são incapazes de resolver seus próprios problemas.

"Eu vi tanta gente sabida na Europa e nos Estados Unidos quando o Brasil, a Bolívia e o México estavam em crise", disse Lula em discurso no Instituto de Ciências Políticas de Paris, onde recebeu o título de doutor honoris causa.

"Era tanta conselho econômico que, quando começou a crise em 2008, eu falei que os especialistas resolveriam isso em três dias", afirmou.

Lula foi recebido por Sarkozy na segunda-feira (26) em Paris


"Eles (os especialistas econômicos) se esconderam. O Banco Mundial, o FMI, a Comissão Europeia, ninguém sabia mais nada. Mas essa gente toda sabia quando era o meu calo que estava doendo", disse Lula, causando risos na plateia.

"Quando a dor de dente é no vizinho, temos todos os remédios. Mas quando é na boca da gente, não temos os remédios", afirmou o ex-presidente.

Lula foi a primeira personalidade latino-americana a receber o título de doutor honoris causa do renomado Instituto de Estudos Políticos de Paris, mais comumente chamado de Sciences-Po, fundado em 1871 e onde já estudaram personalidades como os ex-presidentes franceses Jacques Chirac e François Mitterrand.

EUROPA

Em seu discurso, que durou cerca de 40 minutos, Lula também comentou a crise na Europa e criticou a falta de ação política dos líderes do bloco para resolver a situação.

"O problema que está acontecendo na Europa é que ela está precisando de decisões políticas, e não econômicas", afirmou o ex-presidente.

"A hora não é de negar a política, e sim fortalecê-la. A hora é de exigir que os dirigentes eleitos democraticamente digam qual é sua decisão política", disse Lula.

Há divergências entre líderes europeus sobre as medidas a ser adotadas para os países em crise na zona euro.

Para Lula, quanto mais o tempo passa, mais a crise se agrava. "A dívida da Grécia era de US$ 49 bilhões em março do ano passado. Hoje já está em mais de US$ 200 bilhões", afirmou.

POPULARIDADE

Lula chegou ao anfiteatro da universidade sob som de batucada, e causou alvoroço entre os estudantes, alguns deles brasileiros.

Após o fim da cerimônia, muitos tentavam burlar o esquema de segurança para tirar fotos e falar com Lula.

Na plateia, além de bandeiras do Brasil e até do Corinthians, time de Lula, havia personalidades como o ex-primeiro-ministro português José Sócrates e o sociólogo francês Alain Touraine, amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Esse é o sétimo título de doutor honoris causa recebido por Lula e o segundo fora do Brasil (o primeiro foi em Portugal).

Na quarta-feira, Lula foi a Gdansk, na Polônia, berço do movimento sindical Solidariedade, que combateu o regime comunista nos anos 1970 e 80, e jantou com o ex-presidente Lech Walesa. Na quinta-feira, ele recebeu o prêmio Lech Walesa no país.

Ainda na quinta-feira, o ex-presidente viajou para Londres, onde fará uma palestra para investidores estrangeiros. Nesta sexta (30), ele participa de seminário promovido pela revista ‘The Economist’.”

FONTE: de Daniela Fernandes, de Paris. Divulgado pela agência britânica de notícias BBC e transcrito no portal de Luis Nassif - Via: Democracia & Politica

Marinha começa a comprar sistema que irá monitorar pré-sal

By on 30.9.11
Aparelho também será usado em salvamentos e no combate ao tráfico e ao contrabando.

A Marinha assinou contrato de R$ 31 milhões para definir a arquitetura técnica, operacional e financeira de um sistema de satélite, radares e equipamentos de sensoriamento submarino para monitorar o mar territorial brasileiro, especialmente a área do pré-sal.

Chama-se Sisgaaz (Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul) e, segundo o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, a presidente Dilma e o ministro da Defesa, Celso Amorim, garantiram recursos para deflagrar e posteriormente implantar o projeto.

O contrato foi assinado com a Fundação Aplicações de Tecnologias Críticas (Atech), entidade de direito privado sem fins lucrativos.

O sistema terá como alvo a chamada "amazônia azul", que compreende a foz do rio Amazonas, todo o litoral e o mar territorial brasileiro (as milhas sobre as quais o país tem jurisdição).
A área se tornou estratégica com a sucessiva ampliação do espaço petrolífero.

Moura Neto explicou que o futuro sistema se integrará a outro em elaboração pelo Exército e destinado às fronteiras terrestres do Norte. Ambos terão uso civil e militar.

O sistema também será voltado para socorro e salvamento, controle da pesquisa de espécimes, meteorologia e repressão ao tráfico de drogas, ao contrabando, à pirataria e à poluição hídrica.

Os valores globais dependem da conclusão do projeto da Atech, em até dois anos, quando será lançado o edital de licitação. A estimativa para o outro sistema, o Sisfron, por exemplo, é R$ 10 bilhões.

O projeto prevê o desenvolvimento de radares de vigilância baseados em terra e de diferentes alcances, o sensoriamento remoto por radar, câmeras nos principais portos e a aviação de vigilância marítima, além de Vants (veículos aéreos não tripulados) e Blimps (dirigíveis).

A indústria internacional acompanha o passo-a-passo do projeto, mas o comandante destaca uma determinação direta da presidente: o principal satélite de monitoramento será nacional.

"A independência brasileira é crucial. Nosso objetivo não é de ataque, é de dissuasão. Nenhum outro país ou organização pode ter condições de cegar um satélite que é para enxergar, calar um satélite que é para falar", disse.

Segundo ele, a mudança de ministro da Defesa, do jurista Nelson Jobim para o diplomata Celso Amorim, seu ex-colega de escola primária, "foi só de personalidade, não de metas, porque a Defesa está muito bem estruturada".

O comandante disse que, apesar dos pesados gastos no Orçamento da Defesa, o programa nuclear e de construção de submarinos convencionais da Marinha "está passando bem por 2011". Quanto a 2012, os recursos previstos são de R$ 2,1 bilhões.

Fonte: O Informante

Parlamento Europeu reconhece legitimidade do Estado da Palestina

By on 30.9.11
O parlamento Europeu emitiu um documento que reconhece a legitimidade do pedido da Palestina por uma representação na ONU como Estado pleno de direito. Além disso, os representantes da Europa pediram aos membros da União que também defendam a demanda apresentada pelo líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas na última sexta-feira.

Segundo o documento, o direito dos palestinos e sua autodeterminação a um Estado próprio é "inquestionável", assim como o direito da existência do Estado de Israel dentro de "fronteiras seguras". O orgão enviou pedidos aos 27 países que integram o bloco europeu para que se unam pela causa.

Em matéria publicada no site da BBC Brasil (leia AQUI), personalidades israelenses enviam mensagens ao líderes europeus para que reconheçam o Estado Palestino em suas fornteiras anteriores a 1967, quando da guerra dos seis dias, onde Israel ocupou grande parte do teritório palestino.

O parlamento também pediu o fim das construções de colônias por parte de Israel em Jerusalém e na Cisjordânia. A afirmação apontou ainda que um Estado palestino deveria ser efetivado dentro de um ano.

Apesar do comunicado parlamentar, a União Europeia não divulgou nenhum tipo de reconhecimento ao pedido palestino e não expressou uma posição oficial. De acordo com o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, a vontade do grupo é a formulação de uma solução que seja útil para ambos os lados, um Estados de Israel e outro independente Estado da Palestina. Buzek disse ainda que o ideal é que as duas nações possam viver lado a lado, respeitando garantias de paz e segurança.

Aprovado pela grande maioria, o documento emitido reforça que a solução deve partir das fronteiras de 1967 e com Jerusalém como capital dos dois Estados. Ele indica ainda que a negociação direta entre os países deve retornar imediatamente.

Processo de aprovação

Oito membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas se comprometeram a apoiar o pedido de reconhecimento do Estado palestino. Entre eles estão Rússia, China, Índia, África do Sul, Brasil, Líbano, Nigéria e Gabão. Agora, os esforços são para garantir mais um apoio. Os mais prováveis para compor o grupo são Colômbia ou Bósnia, como informou o ministro palestino das Relações Exteriores, Riyad al Maliki.

Para validar o pedido, o Conselho de Segurança tem que ter pelo menos 9 de 15 integrantes a favor e nenhuma rejeição. Entre os membros permanentes com poder total de veto estão França, Alemanha, Rússia, China e Estados Unidos, que já demonstraram sua insatisfação e intenção de impedir a ação.

Se for aprovado, o pedido ainda passa pela Assembleia Geral da ONU, onde deve ser aceito por pelo menos dois terços dos membros.

Fonte: SRZD

Navio de R$ 75 milhões vai ajudar Brasil a explorar o pré-sal

By on 30.9.11
O Brasil terá no ano que vem seu primeiro grande navio oceanográfico. A compra está sendo finalizada em um estaleiro chinês por um consórcio formado por governo, Vale e Petrobras, e deve ser anunciada em breve pela presidente Dilma Rousseff.

O barco, de cerca de 80 m de comprimento, terá capacidade para 90 pessoas e autonomia para ficar até três meses seguidos no mar.

O brinquedo é caro, mas responde a uma necessidade antiga do país: a de ter uma plataforma de pesquisa oceânica capaz de explorar o Atlântico Sul, a porção de mar menos conhecida do planeta. Hoje quase não há navios totalmente dedicados à pesquisa no país.

"Com 4,5 milhões de quilômetros quadrados de mar, um navio é pouco. Precisamos de dúzias", disse à reportagem o almirante Ilques Barbosa Junior, secretário de Ciência e Tecnologia da Marinha.

A conta trai um dos objetivos por trás da compra: 4,5 milhões de km2 é a área de mar sobre a qual o Brasil se autoconcedeu soberania econômica, na chamada plataforma continental. Trata-se de uma área maior que a Zona Econômica Exclusiva, que soma 3,5 milhões de km2.

Navio Oceanográfico Antares - H 40

Navio Oceanográfico Cruzeiro do Sul - H 38

FRONTEIRA

Essa fronteira marítima, declarada pelo Brasil no âmbito da Unclos (Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar), é uma extensão geológica do pré-sal e provavelmente contém reservas ainda desconhecidas de petróleo, gás e minérios.

Para exercer plenos direitos sobre a plataforma continental, porém, o país precisa fazer pesquisa. E até agora não está equipado para isso.

Daí o interesse da Petrobras e da Vale, que aceitaram o pedido do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, para que bancassem a parte do leão da compra do navio.

"Há muita pesquisa básica que é de interesse estratégico das empresas", disse o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa do ministério, Carlos Nobre.

A Marinha também tem interesse em ocupar a zona do pré-sal, e manter navios oceanográficos na região é uma forma de fazer isso.

O ministério realizou uma consulta a oceanógrafos sobre os equipamentos que eles gostariam de ter no barco. A resposta foi uma "lista de compras" com 48 itens, que inclui até uma broca para coletar amostras de rocha.

"A gente participa como coadjuvante de vários grandes programas, porque temos instrumentação, mas não temos plataforma [navio] para entrar no clube", afirma Carlos Eiras Garcia, diretor do Instituto de Oceanografia da Furg (Universidade Federal de Rio Grande).

Segundo Nobre, o governo estuda a aquisição de um segundo navio oceanográfico, em 2014, a ser produzido por um estaleiro nacional.

Garcia afirma que a comunidade científica está animada com o navio, mas ainda não foi chamada para conversar. "A longo prazo, o que precisamos é de um instituto oceanográfico nacional, nos moldes do que têm os EUA."

Fonte: Jornal de Floripa

Premiê do Paquistão pede fim da pressão dos EUA

By on 30.9.11

Os Estados Unidos precisam parar de culpar o Paquistão pela instabilidade regional, afirmou o primeiro-ministro paquistanês em um encontro de líderes políticos do país nesta quinta-feira, em meio ao aumento da pressão de Washington para que a nação sul-asiática ataque militâncias.

"O jogo de culpa deve acabar, e os interesses nacionais do Paquistão devem ser respeitados", afirmou Yusuf Raza Gilani, em comentários transmitidos ao vivo por canais de televisão locais.

Os líderes políticos de todos os partidos do Paquistão se reuniram nesta quinta-feira para discutir as crescentes exigências americanas para que Islamabad ataque militantes islâmicos e a possibilidade de os Estados Unidos adotarem ações militares unilaterais no país.

"Soluções para questões baseadas em percepções devem ser encontradas por meio de negociações significativas. O Paquistão não pode ser pressionado a 'fazer mais'", disse Gilani a autoridades que incluíam o chefe do serviço militar de espionagem do Paquistão, o tenente-general Ahmad Shuja Pasha, e o chefe do Exército, o general Ashfaq Kayani, possivelmente o homem mais poderoso do Paquistão.

"Nossos interesses nacionais devem ser respeitados em todas as circunstâncias. Do nosso lado, todas as portas para negociação estão abertas. Nós desejamos cooperação da comunidade internacional", acrescentou o primeiro-ministro.

O Paquistão argumenta que já fez mais sacrifícios que qualquer outro país na guerra contra a militância, perdendo cerca de 10 mil soldados e membros das forças de segurança.

Aliados
Estados Unidos e Paquistão têm sido aliados há décadas, mas a relação é carregada de desconfiança. O Paquistão, considerado crucial para os esforços dos EUA para estabilizar o Afeganistão, costuma ser descrito como um parceiro não confiável.

Desde que os Estados Unidos acusaram alguns membros do governo paquistanês de ajudar militantes anti-EUA, o Congresso americano está reavaliando a promessa feita em 2009 de triplicar a ajuda não militar ao Paquistão para um total de US$ 7,5 bilhões em cinco anos.

No Congresso dos EUA, cresce o apoio para que seja expandida a ação militar americana no Paquistão além dos ataques teleguiados que já têm como alvo os militantes no território paquistanês, de acordo o senador republicano Lindsey Graham.

Pak USA 640x480 Após duas semana da morte de Bin Laden, brecha entra Paquistão e EUA continua grande!

Os comentários de Graham, uma voz republicana influente sobre política externa e relações militares, seguem os comentários feitos pelo chefe do Estado-Maior dos EUA, almirante Mike Mullen, que acusou o Paquistão na semana passada de apoiar o ataque de 13 de setembro da rede militante Haqqani contra a embaixada dos EUA em Cabul. A rede Haqqani é aliada do Talibã e acredita-se ter ligações próximas com a Al-Qaeda.

Islamabad, que já recebeu bilhões de dólares de ajuda dos EUA apesar da relutância em caçar a rede Haqqani, enfrenta a pressão mais intensa para atacar a militância desde que se juntou à "guerra ao terror" americana há uma década.

Em entrevista à Reuters, o senador Graham disse que os congressistas americanos poderiam apoiar opções militares além dos ataques teleguiados que acontecem há anos no território do Paquistão, o que poderia incluir o uso de aviões de bombardeio americanos dentro do Paquistão.

Contudo, ele não defende o envio de tropas dos EUA ao país. "Eu diria que quando se trata de defender tropas americanas, você não quer se limitar," afirmou Graham. "Não seria uma batalha de pés no chão (com tropas) - não estou falando isso, mas temos muitas alternativas além dos teleguiados."

Fonte: Terra

Número de asteroides perto da Terra é menor do que previsto, diz Nasa

By on 30.9.11
A Nasa anunciou nesta quinta-feira (29) que a população de asteroides próximos à Terra é menor que o previsto. A agência espacial norte-americana convocou uma coletiva para comentar o novo "censo", obtidas graças às observações do telescópio espacial Wise. Os dados do projeto serão divulgados na revista científica "Astrophysical Journal".

Os astrônomos afirmam que a comunidade científica internacional já conhece 93% dos asteroides com comprimento acima de 1.000 metros. São 911 objetos descobertos contra um total 981 estimados. Nenhum deles pode cair na Terra nos próximos séculos, segundo os especialistas. Saber quem esses "gigantes" são e onde eles estão reduz as chances de um impacto com a Terra que não possa ser previsto pelos astrônomos.

Mapa da Nasa mostra a população estimada
de asteroides atual e a previsão antiga
Durante o censo, a equipe do Wise considerou os astros que orbitam o Sol a uma distância de 195 milhões de quilômetros. Isso os torna próximos à Terra, que gira ao redor da estrela a aproximadamente 150 milhões de quilômetros.

Já os asteroides médios (entre 100 m e 1.000 m) também são menos frequentes do que se pensava. A Nasa afirma que existam apenas 19 mil deles perto da Terra, contra os 35 mil imaginados antes dos dados do Wise serem divulgados.

Mas ainda existem 15 mil a serem descobertos e caso um deles caia no lugar errado na Terra, existe a possibilidade de destruição de uma área metropolitana inteira.

"Menos não significa nenhum", afirma Amy Mainzer, a principal investigadora do Neowise, o projeto que fez o censo dos asteroides mais completo até hoje. "É como se fosse um censo de verdade, nós pegamos um pequeno grupo de pessoas e tiramos conclusões sobre todo um país."

A Nasa comemorou ter atingido uma meta definida no Congresso dos EUA em 1998, que obrigava a agência a descobrir onde estavam 90% dos asteroides maiores que frequentam a vizinhança terrestre.

O telescópio Wise já vasculhou duas vezes todos os céus ao redor de todos os pontos da Terra - entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2011. Foram vistoriados 585 asteroides próximos ao planeta durante o projeto. Entre Marte e Júpiter, o equipamento da Nasa observou 100 mil objetos - essa região do Sistema Solar possui um "cinturão" de asteroides.

Fonte: G1 - Mapa: NASA - Via Noticias Sobre Aviação

quinta-feira, setembro 29, 2011

Amorim pede a senadores mais verba para defesa

By on 29.9.11
O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou, nesta quinta-feira (29), que a compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) é fundamental e urgente, mas a questão não foi debatida em detalhes com a presidenta Dilma Rousseff. Durante audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, Amorim disse ainda que o Brasil gasta menos em defesa, proporcionalmente ao Produto Interno Bruto (PIB), do que Rússia, Índia e China, países que também integraram o grupo dos chamados Brics.

Segundo Amorim, atualmente o equivalente a 1,39% de todas as riquezas produzidas no país por um ano é investido no setor de defesa. Nos últimos anos, a média era de 1,5%. Enquanto a média mundial gira em torno de 2,6%, a Índia gasta 2,8% de seu PIB e a China destina 2,2%. A África do Sul, que também é membro do bloco, emprega 1,3% do PIB, semelhante ao Brasil.

O pedido de Amorim foi de auxílio por mais verbas ao setor. Embora o Brasil seja um país pacífico, ele analisa que a nação não pode abrir mão da defesa de suas riquezas, especialmente em um contexto de exploração de reservas de petróleo da camada pré-sal, no oceano Atlântico. Ele citou a Amazônia e a produção de alimentos como preocupações da pasta.

"Há muitos setores da opinião pública que veem a defesa com os olhos do passado, quando o Brasil tinha papel secundário na ordem mundial", disse. Amorim acredita que é preciso conquistar apoio da sociedade para que os investimentos sejam realizados.


Caças

Entre as iniciativas que podem despender grande quantidade de recursos está a compra de caças para a FAB. O estado dos aviões de combate disponíveis é o principal argumento para a aquisição. Segundo Amorim, até o fim de 2013, nenhum dos 12 caças Mirages da FAB terão condições plenas de funcionamento.

O tempo de produção e entrega desse tipo de aeronave demanda que a decisão seja tomada antecipadamente. "É algo realmente muito urgente, muito importante. A necessidade de defesa da Amazônia, das fronteiras, impõe que nós tenhamos uma aviação de caças adequada", afirmou o ministro da Defesa. O tema ainda demanda discussão mais aprofundada com Dilma.

Amorim mostrou sintonia à linha adotada pelo governo de que a escolha do caça não depende apenas do preço do equipamento, mas da disposição dos concorrentes em transferir tecnologia ao país. "Em defesa, o barato sai caro", ponderou. "Há atenção prioritária à transferência de tecnologia. Não apenas a promessas de transferências de tecnologia, mas a questões contratuais e à presença de empresas brasileiras no processo de transferência", detalhou.

A compra dos caças é uma reivindicação colocada na pauta do Ministério da Defesa há pelo menos dois anos. O ex-ministro Nelson Jobim via na questão uma de suas prioridades, mas em decorrência da polêmica e da eleição do ano passado, a decisão foi adiada. Com o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento, promovido pelo governo federal em fevereiro deste ano, ficaram restritas as possibilidades de que a novela chegasse ao fim em 2011.

Entre os interessados estão a empresa sueca Saab, a francesa Rafale e a norte-americana Boeing. A companhia originária da Suécia chegou a conquistar apoio de parte do movimento sindical brasileiro e de prefeitos da região do ABC paulista, onde uma fábrica poderia ser instalada. Após o agravamento da crise internacional, a empresa passou a enfrentar dificuldades financeiras.

Com informações da Agência Brasil e Agência Senado - Via Rede Brasilia

Facebook sabe o que você faz online até depois de dar logout

By on 29.9.11
“Terminar sessão” no Facebook pode não ser o suficiente para garantir a privacidade. A observação foi feita pelo “hacker” australiano Nik Cubrilovic, que diz ser possível publicar actualizações de perfil mesmo que a sessão esteja terminada.

Segundo o hacker, quando o usuário clica no botão “sair” do Facebook, o site deixa no computador um ficheiro que contém informações pessoais e continua a comunicar ao serviço elementos sobre a navegação do internauta.

A culpa parece ser das “cookies”, pequeno ficheiro guardado no disco rígido do computador e no qual são guardadas as informações sobre o perfil do utilizador. O Facebook, como outros sites e serviços utilizam-nas, mas segundo Cubrilovic, quando o utilizador “sai”, a “cookie” não é excluída mas apenas mudada. O utilizador continua a navegar sem saber que as informações estão activas.

“Se nos ligarmos ao Facebook a partir de um computador público, e clicarmos sobre “sair”, deixamos impressões digitais para trás. Pelo que vejo, essas impressões digitais permanecem presentes até que alguém apague manualmente todos as “cookies” do Facebook a partir do computador”, explica Cubrilovic.

“As cookies do Facebook não são utilizadas para espionar os internautas. Não é esse o papel. No entanto, usamos cookies para fornecer um conteúdo personalizado (…) melhorar o nosso serviço ou para proteger os nossos utilizadores e os nossos serviços (por exemplo para nos proteger de negações do serviço ou para solicitar uma segunda autenticação quando o utilizador se conecta a partir de um lugar pouco habitual)”, responde Gregg stefancik, um engenheiro do Facebook, ao artigo de Cubrilovic.

Este debate sobre a utilização das “cookies” pela rede social acontece alguns dias depois da apresentação das novas funcionalidades do Facebook por Mark Zuckerberg, o fundador da rede social, durante a conferência F8 da rede social. Entre as novidades, há a possibilidade de determinados serviços publicarem automaticamente as informações do perfil dos utilizadores – por exemplo, as músicas que estão a ouvir em serviços como o Deezer ou Spotify.

Assim, ao visitar qualquer página que tenha botões ou “widgets” para compartilhar conteúdo no Facebook, os utilizadores podem ser identificados e as suas informações recolhidas, apesar de ter terminado a sessão.

Um engenheiro do Facebook, Arturo Bejar, rapidamente respondeu às acusações de Cubrilovic, comentando na notícia publicada no blog do hacker. Ele afirmou que o Facebook não utiliza estes cookies para rastrear as informações dos usuários e nem utiliza anúncios para vender este tipo de dado para terceiros.

A informação vem à tona em um momento onde o Facebook está na mira da mídia por conta das inovações feitas em seu layout, que também geraram uma certa polêmica. A nova funcionalidade de ouvir música e compartilhar o que está sendo ouvido, por exemplo, é uma maneira de se dar dados às empresas do ramo sem a necessidade de o usuário sequer clicar nos botões de “curtir”.

Se confirmadas as acusações, o Facebook poderá enfrentar sérios problemas com seus internautas, já que esta seria uma grave violação da política de privacidade na rede.

Em nota, o Facebook admitiu que coleta esses dados por causa do modo de funcionamento do botão “Curtir”, mas defendeu-se dizendo que eles são logo apagados. A empresa disse ainda que nenhuma dessas informações é usada em anúncios direcionados.

Fonte: O Globo - Via Blog do Correa Neto

Satélite geoestacionário deve ser lançado em 2014

By on 29.9.11
A presidente Dilma Rousseff aprovou o cronograma para o lançamento do satélite geoestacionário do governo em 2014, informou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Segundo ele, o próximo passo será decidir entre a compra no exterior do satélite finalizado ou a montagem do equipamento no Brasil. O orçamento disponível até a data do lançamento é de R$ 716 milhões.

Segundo Bernardo, porém, o prazo curto para que o satélite seja colocado em órbita pode dificultar a sua montagem no País. Se o Brasil não lançar o equipamento até o fim de 2014, corre o risco de perder a posição orbital que lhe foi reservada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). "Se necessários, podemos até tentar negociar uma prorrogação, mas em tese teríamos que voltar para o fim da fila", completou o ministro.

Esse primeiro satélite geoestacionário será voltado principalmente para a área de telecomunicações, participando do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Mas parte dele - entre 15% e 20% da capacidade total - será direcionado para uma frequência a ser operada pelas Forças Armadas.

Outro satélite geoestacionário, que também será voltado para pesquisas meteorológicas, está previsto para ser lançado em 2018. "Nós vamos fazer uma prospecção no mercado para saber se é possível fazer algumas etapas aqui, como a montagem. Para isso poderemos inclusive nos associar com empresas privadas que tenham condição de nos ajudar. A ideia é desenvolver no Brasil capacidade montar os satélites", acrescentou o ministro.

Fonte: Diário do Grande ABC

Primeiro satélite geoestacionário será exclusivo para comunicações

By on 29.9.11
O Brasil deve lançar três ou quatro satélites nos próximos anos, em projetos que pretendem incorporar pelo menos a montagem por empresas nacionais, embora o início dessa faceta ainda dependa de um estudo de viabilidade. O primeiro dos satélites será lançado em 2014 e será voltado inteiramente a comunicações.

“Temos duas posições designadas pela UIT e a primeira deve ser usada até 2014. Pela exiguidade do prazo, vamos avaliar se já será possível fazer alguma montagem no Brasil ou simplesmente vamos comprar o satélite. Mas a ideia é desenvolver no Brasil a tecnologia da integração”, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

A resposta será dada por um grupo executivo formado pela Telebrás, Agência Espacial Brasileira e o Ministério da Defesa, que devem dar uma posição sobre a viabilidade de já montar o primeiro satélite no país a tempo de lançá-lo em 2014. Do contrário, isso só será feito para o segundo satélite, com lançamento previsto para 2018.

Com a definição de um cronograma de lançamentos, o projeto do satélite geoestacionário brasileiro também foi dividido em etapas. Assim, os equipamentos voltados à previsão meteorológica ficaram para a segunda etapa. Nesta primeira, o foco é telecomunicações.

Isso significa utilizar parte dos transponders – três ou quatro deles – para as comunicações relacionadas à Defesa, tarefa que atualmente é adquirida da StarOne, do grupo mexicano Telmex. Mas o satélite também será utilizado para telecomunicações comerciais.

É certo, por exemplo, que haverá transponders para transmissão em banda Ka, o que significa que haverá oferta de banda larga. “Haverá uso para o PNBL”, confirmou Bernardo. A banda Ka já é utilizada internacionalmente para oferta de banda larga, especialmente em localidades remotas, com velocidades de até 50Mbps.

Os recursos para o primeiro satélite, estimados em R$ 716 milhões, já estão previstos no Plano Plurianual 2012-2015, mas ainda não está definido de onde se dará o lançamento, que não será do Brasil. “Com certeza não haverá lançamento do Brasil, porque ainda não temos capacidade para isso, porque estamos falando de um satélite de quase seis toneladas”, disse o ministro das Comunicações.

Por outro lado, a Agência Especial Brasileira tem um projeto para um lançamento de um satélite de órbita baixa – os geoestacionários ficam muito mais altos, a 35,8 mil km da superfície do planeta – para monitoramento da Amazônia. Segundo Bernardo, este poderia ser lançado ainda no próximo ano.

Fonte: Convergencia Digital

China deve cancelar alguns acordos militares com EUA

By on 29.9.11
A China planeja cancelar ou adiar alguns acordos e convênios militares com os Estados Unidos, após Washington anunciar na semana passada que irá atualizar a esquadrilha de caças F-16 de Taiwan, informou um funcionário graduado do governo dos EUA.

Na noite da segunda-feira, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, teve uma reunião com o chanceler da China, Yang Jiechi, o qual foi a Washington pedir que os EUA desistissem da reforma dos caças F-16 de Taiwan, um contrato de US$ 5,8 bilhões. O chineses consideram Taiwan uma província rebelada, para onde fugiram os nacionalistas em 1949. No início de 2010, quando os EUA assinaram outro grande contrato militar com Taiwan, no qual venderam helicópteros Black Hawk, a China cortou seus laços militares com Washington por vários meses.

Mas desta vez a resposta chinesa parece ter sido mais equilibrada, aparentemente porque os EUA não concordaram em vender novos caças F-16, como queria o governo de Taiwan. Sob uma lei aprovada no Congresso americano em 1979, os EUA estão obrigados a vender armamentos a Taiwan, que teme uma invasão das tropas do continente.

Segundo o funcionário americano, Yang não ameaçou Hillary com retaliações na reunião de ontem à noite, apenas pediu que Washington reconsiderasse o acordo de reforma. Mas em outras reuniões com funcionários chineses, eles advertiram que alguns acordos e convênios militares seriam cancelados se os UEA concordassem em reformar os F-16 taiwaneses. O funcionário falou sob anonimato.

As informações são da Associated Press - Via Diário do Grande ABC

China lançou o "Tiangong-1", o embrião da sua estação espacial

By on 29.9.11

A China lançou hoje para o espaço o laboratório «Tiangong-1» (Palácio Celestial), embrião da primeira estação espacial chinesa.

O lançamento, transmitido em directo pela televisão, foi feito da Base de Jiuquan, no deserto de Gobi, noroeste da China, às 21:16 (14:16 em Lisboa).

Trata-se de um laboratório não tripulado - com 8,5 toneladas de peso, 10,4 metros de altura e um diâmetro máximo de 3,35 metros - e deverá ficar em órbita durante cerca de dois anos.

Fonte: Diário Digital / Lusa

China prepara detalhes para o lançamento na próxima quinta-feira ou sexta-feira do módulo espacial não tripulado Tiangong-1 do centro de decolagem de Jiuquan, na norte-ocidental província de Gansu.




Fontes vinculadas ao projeto informaram no passado dia 20 que o artefato e seu foguete portador, uma Longa Marcha II-2F (LM-2F), se encontram no lugar para as provas finais a fim de pôr em marcha nesta semana a referida operação.

No entanto, a pronosticada chegada de uma massa de ar frio impedirá o lançamento hoje ou amanhã, entretanto prepara-se para os seguintes dias previstos, se as condições climatológicas permitem-no, indicaram.

Notificaram que se tinha previsto a decolagem para uma órbita terrestre baixa (ao redor da terra entre a atmosfera e o cinto de radiação de Van Allen (zona da magnetosfera onde se concentram as partículas carregadas).

"Esta é um importante teste. Nunca fizemos algo assim antes", disse Lu Jinrong, engenheiro-chefe do referido centro, citado hoje por meios de imprensa.

Tiangong-1 servirá de plataforma para os acoplamentos de naves em missões posteriores. Ao aparelho se unirão três veículos espaciais, Shenzhou-8, 9 e 10.

O primeiro deles, com a Shenzhou-8 não tripulada, estará controlado da Terra.

Uma vez que as outras, com duas ou três taikonautas a bordo, se ajustem ao módulo, este constituirá um laboratório para investigações em condições de gravidade zero.

Para o lançamento de Tiangong-1 (Palácio Celestial) se utilizará um foguete LM-2F tecnologicamente modificado.

Fonte: Prensa Latina

FAB começa a operar P-3AM para vigiar e abater submarinos e embarcações invasoras

By on 29.9.11
A Força Aérea Brasileira (FAB) começa a operar na próxima sexta-feira (30) com uma nova aeronave para patrulha e defesa marítima. O avião P-3AM é a versão militar do comercial Lockheed Electra II, que ficou conhecido no Brasil como o avião utilizado na ponte aérea Rio de Janeiro-São Paulo de 1975 até 1991.

Comprado da Marinha dos Estados Unidos, a aeronave é especializada em patrulhamento marítimo e guerra antissubmarina, capaz de abater qualquer submarino ou embarcação que invadir as águas territoriais brasileiras.

O P-3, como é conhecido comercialmente, tem capacidade de voo de até 16 horas e alcance de até 9 mil quilômetros de distância, partindo de Recife e podendo chegar à África, diz a FAB. A aeronave carrega cerca de 9 toneladas de armamento, entre bombas, torpedos, foguetes e minas antinavio, operando em todo o litoral brasileiro com o objetivo de vigiar a fronteira e proteger as riquezas brasileiras, como o pré-sal.

Outra função do avião será atuar em missões de busca e salvamento de aeronaves que caírem em alto mar, como foi o caso do AF 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em 2009, além de identificar embarcações pesqueiras irregulares, submarinos invasores e também navios petroleiros que estejam despejando petróleo no mar brasileiro.

Desde a década de 80 que o Brasil não possuía uma aeronave com tal poder de patrulha no litoral. Até então, era usado para isso um modelo militar do Bandeirantes, com menor capacidade de voo e alcance de detecção. O P-3 poderá lançar sensores sobre a água e detectar até mesmo submarinos que estejam em alta profundidade.

A aeronave passa a operar a partir de sexta-feira, quando será apresentada oficialmente em um evento na base aérea de Salvador com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim. Entre os países que já empregam o P-3 na área militar estão Estados Unidos, Chile, Canadá, Japão, China, Austrália e Espanha, dentre outros.

Fonte: G1

FX-2:Amorim diz que compra de caças é fundamental e urgente

By on 29.9.11
A compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) é considerada fundamental e urgente pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, mas ainda não foi discutida “em profundidade” com a presidenta Dilma Rousseff.

Amorim, que participa hoje (29) de audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, destacou a relevância do assunto devido ao estado dos caças Mirage que país detém e do tempo que as empresas que produzem os aviões levam para entregá-los.

“Até o final de 2013, nenhum dos 12 Mirages que estão em Anápolis estará em condição de atuar plenamente. É algo realmente muito urgente, muito importante. A necessidade de defesa da Amazônia, das fronteiras, impõe que nós tenhamos uma aviação de caças adequada”, afirmou Amorim.

Apesar disso, o ministro disse que falou apenas superficialmente sobre o assunto com a presidenta. Amorim ressaltou ainda que os aviões não serão escolhidos apenas pelo preço, por considerar que “em defesa, o barato sai caro”. A transferência de tecnologia, já colocada como requisito na escolha dos caças, será fator determinante.

“Há atenção prioritária à transferência de tecnologia. Não apenas a promessas de transferências de tecnologia, mas a questões contratuais e à presença de empresas brasileiras no processo de transferência”, explicou o ministro.

Fonte: JB

Por erro de copiloto, 737 com 117 a bordo voa quase de cabeça para baixo

By on 29.9.11
Segundo conselho de segurança japonês, aeronave chegou a girar 131,7°.

Duas aeromoças ficaram feridas; força centrífuga teria diminuído impacto.


O avião Boeing 737-781, prefixo JA16AN, da companhia aérea All Nippon Airways (ANA), com 117 pessoas a bordo (112 passageiros e cinco tripulantes), chegou a voar quase de cabeça para baixo por um breve período após o erro de um copiloto no início deste mês, no dia 06 de setembro, informou nesta quarta-feira (28) o Conselho de Segurança em Transportes do Japão em coletiva divulgada pela agência Kyodo News.

O chefe do conselho de segurança, Nohirito Goto, afirmou que os dados recolhidos do Boeing 737-700 mostram que a aeronave fez uma curva à esquerda e para baixo após um copiloto acionar um comando errado.

A linha das asas da aeronave chegou a girar 131,7° em sentido anti-horário em relação ao horizonte, deixando o avião "quase com a barriga para cima", segundo o conselho.

"A força centrífuga (devido à curva que o avião estava fazendo) pode ter ajudado a diminuir o impacto nos passageiros", disse Goto.

Em outra coletiva realizada no mesmo dia, o vice-presidente executivo da ANA pediu desculpas aos passageiros pelo ocorrido. O incidente teria sido causado quando o copiloto, na intenção de abrir a porta da cabine para o comandante que voltava do descanso, confundiu um botão próximo ao leme com o botão que destrava a porta, também localizado no painel.

O voo NH-140, que ia de Naha (Okinawa) ao Aeroporto Internacional Haneda (Tóquio), conseguiu aterrissar no aeroporto de Tóquio em segurança, apesar de ter despencado 1.900 metros em apenas 30 segundos, quando se encontrava a uma altitude de 12.500 metros.

Duas comissárias de bordo ficaram levemente machucadas, e quatro passageiros reclamaram de problemas de saúde.

Fontes: Site Desastres Aéreos / G1 / The Inquisitr / Aviation Herald - Foto ilustrativa - Via: Noticias Sobre Aviação

Alemães devem US$ 95 bi pela 2º Guerra, dizem gregos

By on 29.9.11

Exército Alemão hasteia a bandeira de
guerra nazista na Acrópole de Atenas
Uma suposta dívida de guerra no valor estimado de US$ 95 bilhões poderia ajudar a acertar as contas da Grécia. Se o débito de fato puder ser considerado, o país a honrar o compromisso seria, ironicamente, a Alemanha -país que vem impondo restrições à concessão de auxílio econômico aos gregos.

A dívida em discussão tem origem nos conflitos da Segunda Guerra, quando tropas nazistas ocuparam a Grécia. A ação violenta aconteceu em abril de 1941 e, além de mortes e prejuízos humanos, levou ao colapso a economia grega. O país passou a depender de exportações, e as taxas de inflação sofreram elevação estratosférica. A situação foi agravada quando o Terceiro Reich forçou o Banco Nacional da Grécia a emprestar 476 milhões de marcos sem juros à Alemanha de Hitler.

Com a rendição alemã, em 1945, foi organizada a Conferência de Paris, para que as nações prejudicadas fossem ressarcidas. A Grécia pediu US$ 10 bilhões. Porém tudo que foi estipulado na conferência se tornou irrelevante com a oposição dos EUA, que temiam que as pesadas penalidades econômicas impostas à Alemanha, semelhantes às da Primeira Guerra, criassem novamente ambiente propício ao florescimento de uma ditadura.

Ficou valendo o Acordo de Débitos firmado em Londres em 1953, que ordenou a suspensão dos pagamentos das dívidas até que um tratado de paz fosse assinado. Isso aconteceu em 1990, mas seus termos não obrigavam a Alemanha a ressarcir a Grécia. Mesmo que a dívida de guerra tenha deixado de existir em 1990, ainda restariam os 476 milhões de marcos emprestados pelo banco grego.

A soma valeria hoje US$ 14 bilhões. Adicionando juros de 3% ao ano ao longo de 66 anos, a dívida subiria para ao menos US$ 95 bilhões, dinheiro que poderia ser usado para diminuir o deficit grego, hoje estimado em 300 bilhões (US$ 446 bilhões).

Câmara aprova o envio de 'navio com aeronave' para missão da ONU no Líbano

By on 29.9.11

O Plenário aprovou nesta terça-feira a Mensagem 402/11, do Executivo, que autoriza a Marinha brasileira a enviar um navio com aeronave e até 300 militares para integrar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), cuja Força-Tarefa Marítima (FTM) é comandada por um militar brasileiro. A mensagem, transformada no Projeto de Decreto Legislativo 443/11, será enviada para votação no Senado.

A urgência para a votação da mensagem decorre da proximidade da data de saída do navio, marcada para 4 de outubro.

Atualmente, a Unifil conta com a participação de 35 países, incluído o Brasil, e mobiliza cerca de 12 mil militares e policiais, além de mil funcionários civis. O orçamento anual da missão é de 545 milhões de dólares (cerca de R$ 900 milhões).

O navio brasileiro que será enviado ao Líbano servirá como navio capitânia da frota aportada na região, que é composta ainda de três navios alemães, dois de Blangadesh, um da Grécia, um da Indonésia e um da Turquia.


Fragata Niterói, a primeira da classe, que tem 6 navios




Corveta Barroso. Construída no Brasil, a mais nova da esquadra


Paz com Israel
A participação do Brasil na Unifil foi aprovada pela Câmara em dezembro de 2010. Essa missão foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1978 para certificar a retirada das tropas israelenses do território libanês. Israel invadira o país naquele ano como represália a ataques da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que havia se transferido com exilados palestinos da Jordânia para o Líbano.

Em 2006, depois de novos ataques de Israel ao Líbano, o Conselho de Segurança da ONU renovou a missão e acrescentou outros objetivos, como o de monitorar o fim das hostilidades, acompanhar e apoiar as forças libanesas e apoiar o acesso à assistência humanitária à população civil.

Com a aprovação do envio do navio à região, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o ministro da Defesa, Celso Amorim, argumentam que o Brasil reforçará sua liderança na Unifil.

Os relatores da mensagem, deputados Pepe Vargas (PT-RS) e Fernando Ferro (PT-PE), apresentaram parecer pela aprovação da matéria.

Fonte: Câmara

Uars: Nasa confirma oficialmente que satélite caiu no Oceano Pacífico

By on 29.9.11

Local da reentrada na atmosfera fica perto da Samoa Americana. Uars foi lançado em 1991 e caiu na Terra no sábado (24).

A Nasa divulgou oficialmente na terça-feira (27) o ponto em que o satélite Uars caiu na Terra no último sábado.

Os novos dados confirmam o anúncio inicial de que o lixo espacial tinha caído no Oceano Pacífico. Local da reentrada fica na latitude 14,1º sul e na longitude 170,2º oeste, perto da Samoa Americana.

Ainda segundo a Nasa, os destroços caíram entre 480 km e 1280 km a nordeste desse ponto. Até o momento, a agência espacial norte-americana não tem notícias de que destroços tenham sido vistos na região.

“Não era uma reentrada fácil de prever por causa das forças naturais agindo sobre o satélite à medida que sua órbita decaía”, afirmou Nick Johnson, cientista-chefe da Nasa para escombros orbitais.

O satélite tinha 3 m de largura e 10 m de comprimento, tamanho parecido ao de um ônibus. Na reentrada na atmosfera, a maior parte do material se desintegrou.

No entanto, 26 peças, com um peso total de cerca de 550 kg podem ter resistido e caído na Terra.

O Uars (satélite de pesquisas da atmosfera superior, na sigla em inglês) foi lançado em 1991 para estudar a composição química da atmosfera.

Os dados obtidos ajudaram a determinar a quantidade de luz que nosso planeta recebe do Sol. O satélite parou de funcionar em 2005.


Fonte: G1

Americano planejava atacar Pentágono com avião de controle remoto, diz FBI

By on 29.9.11
Um americano de 26 anos foi preso por planejar o choque de um pequeno avião com controle remoto, cheio de explosivos, nos prédios do Pentágono (sede da defesa dos EUA) e do Capitólio (sede do Congresso), em Washington, disseram nesta quarta-feira autoridades.

Rezwan Ferdaus também foi acusado de tentar fornecer material para a Al-Qaeda e ajudar em ataques a soldados americanos.

O americano, que é estudante de Física na Universidade Northeastern, é acusado de planejar a realização de atos de "jihad" (guerra santa islâmica) desde o início de 2010.

Ferdaus foi preso em Boston (Estado de Massachusetts) depois de uma investigação realizada pelo FBI (polícia federal americana) sob disfarce.

O Departamento de Justiça dos EUA disse que os agentes do FBI mantinham contato regular com Ferdaus por algum tempo antes de sua detenção.

Fazendo passar por cúmplices, os agentes deram ao suspeito os explosivos, o avião com controle remoto e armas.

Ferdaus foi detido imediatamente depois de colocar as armas recém entregues em um depósito, disse o FBI.

No entanto, a promotora Carmen Oriz tentou passar uma mensagem de tranquilidade. "O público nunca esteve em perigo devido aos explosivos", disse ela, afirmando que o material estava sendo controlado por funcionários disfarçados do FBI.

Caso seja condenado, Ferdaus pode pegar até 15 anos de prisão por "dar apoio e recursos a uma organização terrorista estrangeira". Além disso, ele pode ser condenado a até 20 anos de cadeia por tentar destruir instalações da defesa nacional.

Fonte: BBC

Cuba legaliza comércio de carros particulares entre seus cidadãos

By on 29.9.11
O governo de Cuba legalizou a compra e a venda de automóveis para todos os cidadãos nesta quarta-feira, 28, em outro passo na transformação econômica da ilha comandada pelos comunistas desde 1959. Os cubanos pediram durante décadas o livre mercado de carros na ilha.

O governo anunciou a medida em abril, mas ela só foi publicada nesta quarta no diário oficial. Sob a lei, que entra em vigor em 1º de outubro, cada operação de venda será sujeita a um imposto de 4% sobre o valor declarado do carro. O comprador também deverá pagar uma taxa de 4% e fazer um juramento afirmando que o dinheiro obtido para compra o carro foi obtido por meios lícitos.

O comércio de carros era livre apenas para automóveis fabricados e vendidos na ilha antes de 1959, um dos motivos pelos quais Cuba é o único país do mundo onde ainda existe uma frota considerável de carros americanos das décadas de 1940 e 1950 em circulação nas ruas, com modelos Chevrolet Bel Air, Chrysler Imperial e Ford V8, em vários estados de conservação.

Grande parte da frota atual, contudo, é de carros russos e argentinos importados nas décadas de 1970 e 1980, do modelo Moscovich 1500 (da montadora russa de mesmo nome extinta em 2002) ou de modelos Lada da russa Autovaz, ou de Ford Falcon fabricados na Argentina.

Embora os cubanos tenham reclamado da proibição durante muito tempo, ainda não está claro quantos se beneficiarão da nova lei. Muitos cubanos ganham salário de apenas US$ 20 mensais. Remessas de parentes que vivem no exterior, contudo, têm um papel crescente na economia da ilha. O governo também anunciou que planeja legalizar a compra e venda de imóveis até o final de 2011.

Fonte: Estadão

Bebida alcoólica causa calvície, aponta estudo

By on 29.9.11
A cervejinha pode custar caro… Uma pesquisa da Universidade Western Reserve, nos EUA, aponta que bebidas alcoólicas consumidas em excesso são responsáveis pela queda de cabelos. Divórcio, cigarro e estresse também.

Em homens, além da predisposição genética, bebida, cigarro, estresse e exposição ao sol são os principais vilões. Em mulheres, ficar viúva ou se divorciar são os campeões.

Foram analisados os hábitos de 90 homens e 98 mulheres com irmãos gêmeos. Explicação: “Gêmeos são geneticamente destinados a ter o mesmo número de fios de cabelo”, dizem os pesquisadores. “E se um tem menos é por fatores externos.”

Via WebMD


Dilma assina nesta quinta-feira MP que desonera indústria de defesa

By on 29.9.11
A presidente Dilma Rousseff assinará nesta quinta-feira, às 15h, em cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória que institui regime diferenciado de tributação para a indústria brasileira de defesa, como antecipou o Valor. A medida estava sendo finalizada pela Casa Civil.

As empresas do setor serão beneficiadas por cinco anos com a desoneração de encargos como IPI, PIS/PASEP e Cofins para a fabricação de produtos considerados estratégicos para a defesa, o que engloba equipamentos eletrônicos, munições, armas, embarcações, aviões, satélites, foguetes, veículos, fardas, rações e softwares, entre outros.

A MP também institui regras especiais para compra e contratação de produtos e sistemas de defesa do país. A medida é um desdobramento do plano Brasil Maior, que dá preferência a fornecedores nacionais para ministérios como o da Defesa, que poderá pagar até 25% mais ao comprar dessas empresas.

Segundo dados do Ministério da Defesa, 186 empresas já estão capacitadas para serem beneficiadas pelo novo regime, entre elas Avibras, Embraer, Helibras, Inbra e Odebrecht Defesa.

Fonte: O Globo - (Yvna Sousa | Valor)

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