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sábado, julho 27, 2013

AVIC torna-se o único fornecedor internacional para motores a pistão no setor aeroespacial.

By on 27.7.13
A Companhia Indústria Aeronáutica da China (AVIC, na sigla em ingês) declarou na terça-feira (23), em Saxony, Alemanha, que depois de dois anos de negociações, a entidade concluiu oficialmente a aquisição da empresa alemã de produção de motores aeroespaciais a pistão a Thielert Aircraft Engines. 

De acordo com um responsável da entidade, os bens comprados pertencem agora a uma nova empresa com sede na Alemanha, com quotas totais da AVIC. 

Essa empresa ficará sob gerência da empresa norte-americana, Continental Motors.
Através da aquisição dos bens da empresa Continental Motors e da Thielert, a AVIC torna-se o único fornecedor internacional para motores de gasolina a pistão e motores de querosene a pistão, no setor aeroespacial.

Fonte: CRI (com correções de tradução by Vinna)

Nota: Não há duvida que o motor é uma parte fundamental de uma aeronave e compra de fabricantes estrangeiros é o método mais rápido para os chineses se desenvolvam nesta área.
Com a aquisição a China além de passar a dominar sozinha a produção e desenvolvimento de motores a pistão.
 
Passa a dominar também componentes importantes dos motores do drone Predator que utiliza o Rotax 914 - Austríaco, além de acessar importantes tecnologias acerca da fabricação de câmaras de combustão de turbinas (já que a empresa alemã também produz componentes para motores turbo) item que tem sido o calcanhar de Aquiles da indústria chinesa na produção de seus próprios motores a jato.
Além de tecnologia avançada, a AVIC também passará a ter acesso aos processos de obtenção de certificação na Europa e os EUA através das subsidiárias operacionais.

quinta-feira, julho 25, 2013

Conheça o Histórico de investigação de dados nos Estados Unidos

By on 25.7.13

Patriot Act (Lei Patriótica)

Em 2001, a administração George W. Bush aprova o Patriot Act, que - na contramão da quarta emenda à Constituição - amplia os poderes do governo para vasculhar informações privadas como meio de prevenção contra o terrorismo. A Lei Patriótica é aprovada na esteira do atentado de 11 de setembro. No mesmo ano, a administração republicana autoriza a Agência de Segurança Nacional a coletar dados sem a necessidade de obter ordem judicial. A decisão foi tomada como parte de um pacote destinado a ampliar as ações de vigilância chamado Stellar Wind.

Total Information Awareness

Em 2002, o Pentágono desenvolveu o projeto Total Information Awareness (TIA) que rastreia informações de um imenso banco de dados, em busca de padrões que possam indicar atividades terroristas. Diante das críticas, o Congresso interrompe o repasse de recursos ao programa em 2003. No entanto, esforços similares para ter acesso aos dados continuam em andamento em outros escritórios, inclusive na Agência de Segurança Nacional. 

Mudanças em operação - Stellar Wind

Em março de 2004, o procurador-geral em exercício James Comey, que substituía o titular John Ashcroft, concluiu que partes do programa Stellar Wind eram ilegais e se recusou a autorizar sua renovação. A Casa Branca acaba concordando com mudanças para reduzir a extensão do programa. Posteriormente, a imprensa americana revelou que a disputa interna envolveu a legalidade da coleta em massa de dados de usuários na internet.



Patriot Act renovado

Em 2006, o presidente Bush assina uma nova versão do Patriot Act e disposições contidas na lei que estavam perto de perder a validade são renovadas.

FISA


O Departamento de Justiça transfere em 2007 a responsabilidade pelo programa de vigilância da Agência de Segurança Nacional para a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira. No ano seguinte, a lei que deu origem à corte é alterada para autorizar interceptações telefônicas sem a necessidade de ordens judiciais – o que a administração Bush já havia feito  anteriormente. A mudança também concede imunidade judicial às empresas que participam de programas de vigilância. Então senador, Obama votou a favor das alterações, segundo o jornal The Washington Post.

Extensão do Patriot Act

Em maio de 2011, o presidente Obama assina uma extensão de quatro anos do Patriot Act. Senadores democratas alertam que alguns trechos da legislação estão sendo interpretados de uma forma que o Congresso não aprova e o público não entende, e que os dados de americanos sem qualquer ligação com o terrorismo estão sendo coletados pelo governo. 

Verizon

O jornal britânico The Guardian revela que a Agência de Segurança Nacional monitora as ligações telefônicas de milhões de americanos clientes da Verizon, uma das maiores empresas de telecomunicações dos Estados Unidos (internet 4g). A reportagem aponta que, sob a administração de Barack Obama, telefonemas de cidadãos americanos foram vigiados indiscriminadamente, mesmo sem suspeita de envolvimento criminal. Números dos telefones de origem e de destino, hora, local e duração das chamadas são capturados. Os espiões só não têm acesso ao conteúdo das conversas.

Prism

Na sequência, descobre-se que o governo vasculha os servidores centrais das maiores companhias de internet do país: Google, Facebook, Apple, Microsoft, Yahoo!, AOL, YouTube, Paltalk e Skype. A inteligência americana pode consultar áudios, vídeos, fotografias, conteúdos de e-mails, arquivos transferidos e conexões dos usuários. O programa altamente secreto é chamado de Prism e está em andamento desde 2007, segundo o jornal The Washington Post. Sucessor de Bush, Obama foi um grande crítico da prática que não só manteve como ampliou, fazendo desmoronar o prometido "governo da transparência".

Fonte: Veja

EUA: congresso rejeita proposta que limitava espionagem

By on 25.7.13
 Uma proposta que pretendia restringir a coleta de dados telefônicos pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) foi rejeitada nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados. No entanto, o resultado foi conseguido por uma pequena margem – foram 205 a favor e 217 contra –, indicando que é grande a insatisfação dos congressistas com o ultraje representado pela espionagem de centenas de milhões de cidadãos. A votação foi o primeiro desafio da administração Obama no Legislativo desde que o ex-técnico da CIA e da NSA Edward Snowden denunciou as longas garras dos programas de vigilância do governo. 
A proposta previa que a agência poderia continuar a coletar dados de ligações telefônicas, mas apenas de pessoas ligadas a investigações relevantes que estivessem em andamento. O texto também exigia que as decisões secretas da Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira (Fisa, na sigla em inglês) passassem a ser disponibilizadas para os parlamentares e que um resumo das decisões da Corte fosse publicado para revisão pública, segundo o jornal The Washington Post.
O republicano Justin Amash, um dos autores da proposta, disse que ela não opõe partidos, mas sim o povo americano à elite de Washington. “O que o governo está fazendo é coletando dados de chamadas telefônicas de todos os americanos, o que é uma clara violação à quarta emenda”, que protege contra buscas e apreensões injustificadas. O outro autor da proposta, o também republicano John Conyers, disse que o projeto “restringiria a rede de coleta de dados pessoais de americanos inocentes”.
O presidente da Comissão de Inteligência da Câmara, o republicano Mike Rogers, rebateu ao classificar o texto de “inflamatório e certamente enganoso”. Em entrevista a uma rádio de Michigan, ele disse que os autores do projeto estavam tentando “tirar vantagem da indignação das pessoas” com os recentes escândalos que atingiram a administração Obama. A lista é longa e inclui a perseguição do Fisco a opositores do governo, da perseguição do Departamento de Justiça a jornalistas e da manipulação de informações sobre o ataque ao consulado americano em Bengasi.
Outros republicanos – que são maioria na Câmara – consideraram que a proposta colocaria em risco operações de contraterrorismo em curso. O debate, no entanto, mostrou uma clara divisão entre os congressistas, o que enfraquece a tese defendida pela administração democrata de que todas as operações de vigilância tinham a aprovação do Congresso. A Casa Branca também trabalhou para derrubar a proposta, se opondo publicamente ao texto. O diretor de inteligência nacional dos EUA, James Clapper, alertou os congressistas que “atuar de forma apressada para restringir a atuação da Fisa poderia desmantelar uma importante ferramenta de inteligência”. 
Michelle Richardson, da União Americana de Liberdades Civis, considerou o resultado um “ótimo primeiro passo”. “Esta foi a melhor votação que já tivemos sobre o Ato Patriótico”, disse ao jornal britânico The Guardian. Defensores de liberdades civis prometem manter a oposição ao que consideram uma desnecessária e inconstitucional violação à privacidade.
Antes da votação, o presidente Obama tentou ditar o rumo dos debates no Parlamento ao cobrar ações de estímulo à economia do país, em um claro esforço para desviar o foco dos escândalos de seu governo.

Fonte: Veja

Operação Última Oportunidade II: Organização dá recompensa para quem ajudar a localizar criminosos nazistas

By on 25.7.13
"Tarde, mas não demais" é o lema eleito pelo Centro Simon Wiesenthal para tentar levar perante os tribunais os últimos criminosos nazistas que vivem na Alemanha, uma campanha que oferece até 25 mil euros de recompensa a quem facilitar informações valiosas.
Esta organização judaica de defesa dos direitos humanos pendurou cerca de dois mil cartazes nesta terça-feira nas ruas de Berlim, Hamburdgo e Colônia para pedir, durante duas semanas, a colaboração dos cidadãos alemães.
"A passagem do tempo não apagou a responsabilidade nos crimes que cometeram", sustentou em Berlim ao apresentar a campanha Efraim Zuroff, reconhecido "caça-nazistas" e diretor do centro Wiesenthal de Jerusalém.
Zuroff, que se considera "um pouco detetive, um pouco historiador e um pouco lobista", defendeu o pagamento de uma recompensa a quem proporcione dados úteis para encontrar esses criminosos, apesar das críticas que esta iniciativa despertou na Alemanha.
"Somos obrigados a fazer tudo o que tiver ao nosso alcance", ressaltou, lembrando que a polícia oferece recompensas em algumas ocasiões e também que muitas pessoas que entram em contato com eles recusam receber o dinheiro.
A campanha do Centro Wiesenthal - denominada "Operação Última Oportunidade II" - foi apresentada em um primeiro momento em 2011, mas foi não iniciada formalmente até hoje pela falta de fundos, que conseguiram graças a três empresas germânicas.
Embora suas expectativas não sejam muito elevadas, dado que assume que a maioria dos criminosos nazistas já morreu, desde que foi anunciado o início da campanha ontem, já foram recebidas cerca de 50 ligações telefônicas oferecendo colaboração.
Zuroff destacou, além disso, as possibilidades que foi aberta após a condenação em 2011 a John Demjanjuk, antigo guarda de um campo de extermínio nazista falecido no ano passado, aos 91 anos.
Demjanjuk foi declarado culpado por cumplicidade no assassinato de pelo menos 28.080 judeus dos cerca de 500 mil que perderam a vida no campo de concentração de Sobibor.
Foi a primeira vez, explicou Zuroff, que alguém foi condenado sobre a base de seu trabalho em um campo de concentração.
"Todas as vítimas do nazismo merecem nosso esforço e é necessário lançar uma mensagem a toda a sociedade" e demonstrar que não existe impunidade para os genocidas, ressaltou.
Após mais de 30 anos de caça dos criminosos nazistas, Zuroff teve também outro argumento para defender seu trabalho. "Nunca encontrei nenhum deles que tenha expressado remorso ou arrependimento".
Segundo os dados apresentados hoje, a primeira fase da "Operação Última Oportunidade", realizada entre 2002 e 2011, conseguiu dados sobre 605 suspeitos e levou perante a Justiça 103 deles .
Esta segunda fase recopilou desde 2011 informação sobre 53 supostos criminosos e permitiu processar a três deles.
A campanha só se iniciará na Alemanha, ao constatar, lamentou Zuroff, a "falta de vontade política" da maioria dos países de entorno, em cujo solo também se levantaram campos de concentração.
Um exemplo, denunciou, é Áustria, perante cuja embaixada se colocou hoje um dos cartazes. 

Fonte: Terra

Gol 1907: parentes cobram do governo medidas contra pilotos dos EUA

By on 25.7.13

Representantes dos parentes das vítimas do acidente do voo 1907 da Gol se reuniram na tarde dessa terça-feira com o chefe da Secretaria de Aviação Civil, ministro Moreira Franco. Eles querem que o governo tome providências para assegurar a cassação da licença dos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Os dois conduziam o Legacy 600 que colidiu com o avião da Gol, matando 154 pessoas. O acidente aconteceu no dia 29 de setembro de 2006, no norte de Mato Grosso. Após a colisão, o Legacy pousou em segurança em uma base aérea no sul do Pará.

Segundo a diretora da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907, Rosane Gutjahr, o ministro disse que o governo brasileiro vai trabalhar em duas frentes, uma jurídica, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU) e outra diplomática, com o Itamaraty para cobrar dos Estados Unidos a cassação da licença.

http://2.bp.blogspot.com/-xvpcDU95xoY/TdJsK02fMUI/AAAAAAAAAtA/_tT_7Jji-fQ/s1600/windowslivewriterdivulgadodilogosdospilotosnoacidentedovo-cdd4embraergol737-2.png"A gente realmente está contando que agora, com essa posição do ministro Franco, a gente venha ter uma conclusão, uma resposta à altura do que nós precisamos. À altura do respeito que as vítimas, os parentes e que o próprio Brasil precisa", disse Rosane. "Ele pediu que juridicamente a AGU tomasse as medidas cabíveis para que, realmente, se tomasse uma definição e, no campo diplomático, ele também orientou que se utilizassem todas as medidas, todos os argumentos para que isso [a cassação] também se resolvesse", completou Rosane, que é viúva de uma das vítimas.

Na área administrativa, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aplicou três multas a Joseph Lepore, que estava no comando do Legacy, que somadas chegam a R$ 10 mil. A Anac constatou que os equipamentos anticolisão e o transponder (que informa a posição exata da aeronave aos controladores de voo) do jato estavam desligados durante o voo, contrariando normas de segurança da aviação civil. A agência chegou a enviar um comunicado à Federal Aviation Administration (FAA), que é a autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, informando as sanções impostas aos dois pilotos.

Joseph Lepore e Jan Paul Paladino não sofreram punições nos Estados Unidos e continuam pilotando. De acordo com Rosane, a FAA informou que não aplicaria nenhuma sanção, pois, de acordo com a legislação norte-americana, o caso prescreveu. Ela disse que durante a reunião, os representantes dos parentes cobraram o retorno dos questionamentos brasileiros para saber os motivos do não cumprimento pelos EUA das autuações da Anac no processo administrativo.

O Brasil e os Estados Unidos são signatários da Convenção de Chicago, que regulamenta a aviação civil internacional. Um dos artigos, que trata das regras de tráfego aéreo, determina que os estados- membros da convenção devem se "comprometer a processar todos os infratores dos regulamentos em vigor". "Os Estados Unidos não respeitaram essa decisão, pelas leis americanas deixaram o caso prescrever. Mas isso não tem nada a ver com a lei [de lá], pois o caso ocorreu no Brasil", ressaltou.

Em outubro de 2012, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou os pilotos norte-americanos a pena de três anos, um mês e dez dias de prisão. A decisão alterou a condenação anterior, da Justiça Federal em Sinop (MT), de quatro anos e quatro meses, em regime semiaberto, pena que foi transformada em prestação de serviços comunitários. O Ministério Público Federal e os representantes das vítimas recorreram e aguardam o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fazer novo julgamento.

O acidente

O voo 1907 da Gol, que fazia a rota Manaus-Rio de Janeiro, com escala em Brasília, caiu no norte do Mato Grosso, em 29 de setembro de 2006 e matou os 148 passageiros e seis tripulantes. O acidente ocorreu após uma colisão com um jato executivo Legacy, fabricado pela Embraer, que pousou em segurança numa base aérea no sul do Pará.

Os pilotos do Legacy, os americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, são acusados de não terem acionado o Sistema de Alerta de Tráfego e Prevenção de Colisão (TCAS), equipamento responsável pelo contato entre a aeronave e as torres de transmissão. A denúncia do Ministério Público Federal, apresentada em maio de 2007, relata que o transponder do avião da Gol permaneceu ligado durante todo o voo, mas o do Legacy, a partir de um certo momento, foi desligado. O transponder é um aparelho que interage com os radares secundários do controle aéreo e com outros transponders, fornecendo informações sobre a posição e o deslocamento das aeronaves.

A sequência de erros que causou o acidente passou também por uma falha de comunicação entre controladores brasileiros e pilotos do jato, que, sem entender as instruções, teriam posto a aeronave na mesma altitude do voo da Gol, 37 mil pés. Em maio de 2007, os pilotos e quatro controladores de voo foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo nacional. Os americanos foram absolvidos da acusação de negligência em dezembro de 2008, mas, em 2010 a Justiça anulou a absolvição e ordenou o reinício do julgamento.

Em maio de 2011, eles foram condenados pela Justiça de Mato Grosso a quatro anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto por expor a perigo aeronave própria ou alheia e pelo ato ter resultado em morte. A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e proibição do exercício da profissão e seria cumprida nos Estados Unidos, onde os pilotos residem.

Em 2008, os controladores de voo Leandro José Santos de Barros e Felipe Santos dos Reis foram absolvidos sumariamente de todas as acusações pela Justiça Federal. Jomarcelo Fernandes dos Santos também foi isentado do crime, em maio de 2011. Na mesma decisão, a Justiça de Mato Grosso condenou Lucivando Tibúrcio de Alencar a prestar serviços comunitários por atentado contra a segurança do transporte aéreo.

Na Justiça Militar, a ação penal militar para apurar a responsabilidade de cinco controladores que trabalhavam no dia do acidente - quatro denunciados pelo MPF e João Batista da Silva - só foi instaurada em junho de 2008. Em outubro de 2010, quatro deles foram absolvidos - apenas Jomarcelo Fernandes dos Santos foi condenado por homicídio culposo. Ele recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM), mas o órgão manteve a condenação, em fevereiro de 2012.

Fonte: Agência Brasil via Aviation News

Blackwater Digital: EUA alertam Rússia para que não deixe Snowden sair de aeroporto

By on 25.7.13
http://1.bp.blogspot.com/-7kg8a3Y1GDQ/UbffGCPGkOI/AAAAAAAAKak/TMP3RKWFpD8/s1600/Edward+Snowden.jpgSegundo agência Reuters, ex-funcionário da CIA que vazou esquema de vigilância dos EUA já teria recebido documentos das autoridades russas para entrar no país como imigrante. Entretanto, o advogado russo de Snowden, Anatoly Kucherene, desmentiu a notícia de que o ex-funcionário da CIA já havia recebido documentos do governo russo e afirmou que, por enquanto, ele continua no aeroporto de Moscou.

Fonte: IDG Now

Os EUA ficariam profundamente desapontados se a Rússia permitir que o ex-consultor Edward Snowden deixe o aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou, disse nesta quarta-feira (24) o Departamento de Estado.
"Qualquer movimento que permita ao senhor Snowden deixar o aeroporto seria profundamente desapontador", disse o porta-voz Jen Psaki.
Ele afirmou que o secretário John Kerry telefonou para seu colega Sergei Lavrov para tratar do tema.
Snowden vai permanecer na área de trânsito do aeroporto enquanto as autoridades russas avaliam seu pedido de asilo temporário, disse um advogado dele nesta quarta.
Anatoly Kucherena, um advogado russo que presta assistência a Snowden em seu pedido de asilo e que esteve com o jovem de 30 anos nesta quarta-feira, disse que Snowden ainda não recebeu os documentos necessários para deixar o aeroporto Sheremetyevo, onde está há um mês.
Em contrapartida, o serviço de imigração da Rússia disse que forneceu ao ex-técnico de inteligência americano Edward Snowden o documento que permite que ele saia da zona de trânsito do aeroporto de Moscou, onde está bloqueado há um mês, afirmou nesta quarta-feira  a agência de notícias Ria Novosti e fontes do aeroporto.
O documento confirma que está se examinando seu pedido de asilo temporário, mas permite que Snowden cruze a fronteira russa, afirma a Ria Novosti.
A agência Interfax afirma, por sua parte, que Snowden poderá sair do aeroporto nas próximas horas.
As autoridades de imigração recusaram-se a comentar de imediato.

Fonte: G1

quarta-feira, julho 24, 2013

Bolívia aceita desculpas de França, Espanha, Itália e Portugal por incidente aéreo

By on 24.7.13
O presidente boliviano, Evo Morales, aceitou nesta quarta-feira os pedidos de desculpa de França, Espanha, Itália e Portugal por terem proibido o avião que o transportava de sobrevoar o seu território por suspeita de que levaria a bordo o fugitivo norte-americano Edward Snowden.
A decisão de Morales coloca um ponto final na crise diplomática entre a América Latina e a União Europeia que surgiu no início deste mês devido ao incidente, que levou vários países da região a chamar seus embaixadores em Paris, Madri, Roma e Lisboa.
Morales disse que os diplomatas retornarão a seus destinos.
"Embora não plenamente satisfeitos, mas aceitamos as desculpas dos quatro países como um primeiro passo, porque queremos dar continuidade às relações de respeito entre nossos países, relações de complementaridade e de solidariedade", disse Morales em uma entrevista à imprensa no Palácio de Governo, em La Paz.
O avião que levava Morales de volta à Bolívia depois de uma conferência de energia na Rússia foi obrigado a aterrissar no dia 2 de julho em Viena devido ao fechamento do espaço aéreo. O presidente permaneceu várias horas na capital austríaca até receber autorização para seguir com a viagem a La Paz.
Os quatro países logo apresentaram suas desculpas a Morales.
O tratamento dado ao líder boliviano, um crítico dos Estados Unidos, levou líderes latino-americanos a classificarem o episódio de uma afronta a toda a região e a acusarem a Casa Branca de estar por trás do episódio.
Além da Bolívia, Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela --membros do Mercosul-- haviam concordado em retirar seus embaixadores dos quatro países europeus que Morales acusou de ter fechado o espaço aéreo.
Depois do incidente, a Bolívia e seus aliados Venezuela e Nicarágua ofereceram asilo a Snowden, que está no setor de trânsito de um aeroporto de Moscou desde meados de junho.
Snowden, de 30 anos, é fugitivo da Justiça dos Estados Unidos e enfrenta acusações de roubo de registros sobre programas de vigilância secreta na Internet e em redes telefônicas, e de tê-los vazado à imprensa.


Morre Djalma Santos, o maior lateral-direito de todos os tempos

By on 24.7.13
Considerado "o maior lateral direito de todos os tempos", o ex-jogador Djalma Santos faleceu nesta terça-feira, aos 84 anos. O bicampeão mundial pela Seleção Brasileira (ganhou as Copas de 1958 e 1962) não resistiu às complicações de uma infecção respiratória aguda - ele estava internado desde 1º de julho no Hospital Hélio Angotti, em Uberaba (MG), por ter se sentido mal após assistir à vitória do Brasil sobre a Espanha, na final da Copa das Confederações, pela televisão.
Djalma Santos foi ídolo em suas passagens por Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR. A estreia pela Lusa ocorreu aos 19 anos, quando atuou ao lado de Julinho Botelho e Brandãozinho na derrota por 3 a 2 para o Santos, em novembro de 1948, depois de chamar a atenção nos campos de várzea de São Paulo.
O começo de carreira frustrante de Djalma Santos como volante teve uma reviravolta positiva quando ele foi deslocado para a lateral direita e passou mais de uma década na Portuguesa. "Durante 11 anos joguei na Portuguesa e não fui campeão paulista. Sempre torço para a Portuguesinha um dia chegar lá. Ela merece", disse, assim que deixou os gramados.
Já conhecido internacionalmente, Djalma Santos trocou a colônia lusitana pela italiana. Em 1959 foi negociado com o Palmeiras e passou a fazer parte de um dos melhores elencos do seu tempo. Conquistou três títulos paulistas em uma década em que o monopólio santista, comandado por Pelé e companhia, parecia insuperável.
Djalma Santos vestiu sua terceira camisa somente em 1969, ao se transferir para o Atlético-PR. Em Curitiba, ele já não precisava mais provar do que era capaz. Mesmo assim, contribuiu com a conquista do Campeonato Estadual de 1970. Na ocasião, o Furacão estava há 13 anos sem erguer nenhum troféu.
A despedida de Djalma Santos do Futebol ocorreu já no ano seguinte de seu último título, ainda com a camisa do Atlético-PR.Seleção Brasileira
Djalma Santos iniciou a sua trajetória na Seleção quando os torcedores ainda tentavam esquecer a derrota para o Uruguai na Copa do Mundo de 1950, no Maracanã. O lateral direito estreou em um empate sem gols com o Peru, em 10 de abril de 1952. A primeira vitória foi uma goleada por 5 a 0 sobre o Panamá.
Djalma Santos foi titular nas três partidas da seleção no Mundial da Suíça, em 1954. Na partida das quartas de final, contra a sensação Hungria, ele marcou um gol de pênalti, mas não impediu a derrota por 4 a 2 e a consequente eliminação.Na Copa do Mundo de 1958, o craque assistiu às cinco primeiras partidas do banco de reservas. Somente na grande final, contra a anfitriã Suécia, Djalma Santos substituiu o são-paulino De Sordi, que estava contundido, e ficou marcado com uma grande apresentação.
"Foi o maior momento da minha carreira aquela vitória sobre a Suécia: na casa do adversário e com a presença do Rei na arquibancada", discursou o então jogador.
Djalma Santos ainda seria titular em mais dois Mundiais. Na campanha do bicampeonato da Seleção, em 1962, no Chile, e na Copa do Mundo de 1966, quando os brasileiros foram eliminados por Portugal, time liderado pelo atacante Eusébio.
Além do destaque dentro dos gramados, o maior ala direito de todos os tempos ainda quebrou um importante recorde pela Seleção. Djalma Santos foi o primeiro atleta a superar a marca dos 100 jogos com a camisa canarinho. Em seu currículo, constam 110 partidas, quatro Copas do Mundo (dois títulos) e três gols com a camisa verde-amarela.
O adeus de Djalma Santos da Seleção Brasileira ocorreu em 9 de junho de 1968, com vitória por 2 a 0 sobre o Uruguai, no Pacaembu. Cinco anos antes, a Fifa organizou um amistoso para comemorar o centenário do futebol e da Liga Inglesa e escalou o lateral direito como único brasileiro na equipe do resto do mundo que perdeu por 2 a 1 para a Inglaterra, em Wembley.

Fonte: Terra


Estrangeiros reverenciam Djalma Santos: "um dos melhores de sempre"

O ex-jogador Djalma Santos, lateral direito bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962, foi reverenciado pela imprensa internacional após morrer na noite de terça-feira, aos 84 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória. O assunto é destaque na página principal do site da Fifa, que tem um trecho de uma entrevista concedida por ele em 2010.
"Minha vida eu sempre levei normal. Sempre respeitei o adversário, respeitei o povo que vai assistir. Graças a Deus joguei a vida toda e nunca fui expulso. Por quê? Porque havia respeito. Jogava com lealdade", dizia, eleito o melhor lateral da Copa do Mundo de 1958, mesmo que tenha jogado apenas a final como titular.
O jornal Marca, da Espanha, diz que o ídolo mudou o modo de jogar dos laterais. Se antes a única função dos atletas dessa posição era marcar, com Djalma Santos as subidas ao ataque passaram a ser comuns. A análise é parecida à do jornal A Bola, de Portugal, que se refere ao ex-atleta de Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR como "um dos melhores de sempre".
O Bild, da Alemanha, exibe a seguinte manchete: "O Brasil chora por Djalma Santos". O italiano Gazzetta dello Sport salienta que o ex-atleta esteve presente em quatro Mundiais consecutivos, de 1954 a 1966, e o chama de "lenda do futebol".
Djalma Santos será enterrado na tarde desta quarta, em Uberaba, onde morava e estava internado há mais de 20 dias com problemas pulmonares.

Fonte: Terra




 

2a Guerra Mundial: Marinha fez homenagem a marinheiros mortos em guerra

By on 24.7.13
O Comando do 3º Distrito Naval, em Natal, realiza nesta segunda-feira (22), a bordo do Navio-Patrulha Macau, uma homenagem aos marinheiros mortos em guerra. O Navio deixará o cais da base naval às 9h30 e seguirá para a barra do rio Potengi, onde será feita a leitura solene da Ordem do Dia, alusiva à data.

Segundo o capitão de fragata Cleber Ribeiro da Silva, assessor de comunicação social do 3º Distrito Naval, “serão lançadas flores ao mar e executado o toque de silêncio em homenagem àqueles que deram suas vidas pela pátria”. 
A atracação no cais da base, após a cerimônia, está prevista para 11h.

A Marinha do Brasil realiza essa cerimônia anualmente para relembrar o aniversário do naufrágio da Corveta Camaquã, em 21 de julho de 1944, data que ficou consagrada à memória dos militares mortos no mar, em guerra.

“No curso da história, muitos marinheiros brasileiros tombaram em operações de guerra, desde a luta pela consolidação da independência até a Segunda Guerra Mundial, incluindo episódios como a Batalha Naval do Riachuelo”, recorda o capitão.

Fonte: G1

 
Saiba como afundou a Corveta C6 da Marinha do Brasil

Era manhã de 21 de julho de 1944. Após o término de mais um comboio, entre tantos outros que fizera, a Corveta Camaquã, cujo nome homenageava o rio homônimo do Rio Grande do Sul, já demandava o porto do Recife, quando sendo atingida por uma sucessão de grandes ondas que se abateram por seu través. As duas primeiras a fizeram adernar perigosamente, porém, a terceira onda foi fatal, provocando seu adernamento a boreste e fazendo-a emborcar. Mais tarde, seus náufragos foram recolhidos pelos Caça-Submarinos Jutaí e Graúna, componentes daquela mesma escolta de comboio.

Neste trágico infortúnio, 33 homens perderam suas vidas, contudo, marcou uma data na qual, dos conveses dos navios, flores são lançadas ao mar em homenagem a todos os marinheiros das Marinhas de Guerra e Mercante que foram mortos em guerra.

Ao relato deste episódio da nossa história recente se somam tantos outros, não só da Segunda Guerra, mas, também, daqueles decorrentes da participação da Marinha do Brasil nas lutas no passado mais distante. Podem ser citadas as lutas pela consolidação da Independência, os embates para conter as insurreições e levantes ocorridos durante os períodos da Regência e do Segundo Reinado, sem esquecer as batalhas da Guerra da Tríplice Aliança. Naqueles momentos difíceis, a participação da nossa Marinha foi fundamental para que fossem mantidas a integridade territorial e a soberania do País.


Tal participação em outros momentos não foi diferente. Na Segunda Guerra Mundial, antes que o Brasil declarasse oficialmente estado de guerra em 31 de agosto de 1942, já tinham sido torpedeados e afundados 18 navios da Marinha Mercante. Foi a partir daí que, através da recém-criada Força Naval do Nordeste, a principal tarefa da Marinha do Brasil consistiu em compor comboios e dar proteção à Marinha Mercante. 
Na longa Batalha do Atlântico, como ficou conhecida esta fase da guerra, a prioridade era garantir a segurança dos transportes marítimos, uma vez que o objetivo das forças inimigas consistia em cortar as linhas de comunicações dos Aliados, impedindo que as provisões transportadas pelo Atlântico chegassem ao seu destino. É preciso atentar para o fato de que o esforço de guerra desprendido pelos nossos marinheiros foi silencioso e pertinaz, pois, até o final da guerra foram realizados 575 comboios, nos quais 3.164 navios mercantes cruzaram o Atlântico com segurança. Entretanto, o preço pago nesses quatro anos de intensas ações reverteu-se na perda de 1.468 homens, entre marinheiros, marítimos e usuários do transporte marítimo. A capacidade de superação desses homens do mar foi extraordinária, a ponto de muitos deles, sendo sobreviventes de outros torpedeamentos, continuarem navegando até o final do conflito. Além da Corveta Camaquã, a Marinha perdeu o Cruzador Bahia e o Navio-Auxiliar Vital de Oliveira, o que representou o sacrifício de 486 marinheiros.
A Primeira Guerra Mundial foi outro conflito no qual, diante da campanha submarina irrestrita alemã, findou-se a neutralidade que o Brasil desfrutada. O objetivo dos alemães consistia em asfixiar a Grã-Bretanha, pondo a pique todos os navios que lhe eram destinados, dentre os quais estavam os de bandeira brasileira. Após o naufrágio do terceiro navio mercante, em outubro de 1917, o governo brasileiro declarou guerra ao Império alemão.

Organizada a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), sob o comando do Contra-Almirante Pedro Max Fernando de Frontin, os navios suspenderam do porto do Rio de Janeiro em maio de 1918 com destino final em Gibraltar. Lá, a Força Naval faria sua base para o cumprimento de sua missão de patrulhamento das águas européias e africanas. Contudo, o maior inimigo das guarnições daquela Força foi a gripe espanhola, que assolou todo o mundo naqueles anos. Nessa campanha foram vitimados 156 marinheiros por aquela epidemia.

Assim, foram nos momentos difíceis da nossa história, nos conveses dos navios de guerra e mercantes, que nossos marinheiros não se furtaram ao dever de enfrentar as adversidades e agruras das guerras passadas a fim de que, hoje, a Nação brasileira possa desfrutar da soberania e da paz.

Fonte: MB

UNITED 40: Rússia de olho no drone dos Emirados Árabes Unidos

By on 24.7.13

A Rússia está interessada em adquirir dois drones (veículos aéreos não tripulados) estratégicos de reconhecimento United 40 Block 5 dos Emirados Árabes Unidos. Os equipamentos são desenvolvidos por uma empresa do país asiático, a ADCOM Systems. Informações divulgadas no site da companhia revelam que este tipo de aeronave foi projetada para voar em altitudes de até sete mil metros, podendo permanecer no ar por mais de 100 horas sem reabastecimento.
United 40 Block 5  está equipado para monitorar, em tempo real, a situação no campo de batalha, traçando um panorama sobre ações militares e patrulhamento de fronteiras. Se negócio for concretizado, a Rússia será o primeiro país a importar o avião não tripulado United dos Emirados Árabes Unidos.


A Rússia está interessada em adquirir dois drones (veículos aéreos não tripulados) estratégicos de reconhecimento United 40 Block 5 dos Emirados Árabes Unidos. Os equipamentos são desenvolvidos por uma empresa local, a ADCOM Systems.
De acordo com informações postadas no site da empresa, esse dispositivo é projetado para voar em altitudes de até 7 mil metros, pode permanecer no ar por mais de 100 horas sem reabastecimento e permite monitorar, em tempo real, a situação no campo de batalha, reunir informações sobre o cenário em que se passam as ações militares e patrulhar as fronteiras. Caso o negócio seja concluído, a Rússia será o primeiro comprador do UNITED 40.
"Nossos militares precisam de grandes drones semelhantes ao Predator americano, no entanto, a indústria nacional não os produz, e os EUA e Israel não querem fornecer tais sistemas para nós”, disse o editor-chefe do portal uav.ru, Denis Fedutinov, em entrevista à Gazeta Russa.
Segundo ele, trata-se da compra não só da fuselagem, mas de todo o complexo, incluindo os sistemas de comunicação, controle e condução do reconhecimento.
No entanto, o especialista ressaltou que o United 40 fez o seu primeiro voo há apenas alguns meses e a empresa desenvolvedora poderá levar até dois anos até a sua completa finalização e solução dos problemas que podem inevitavelmente surgir com as novas máquinas.
“A ADCOM Systems começou com a fabricação de alvos aéreos e depois passou a se ocupar dos drones. Essa empresa possui uma interessante equipe internacional, existem pessoas da Ucrânia, Europa e Índia. A empresa participa ativamente de todas as exposições internacionais”, acrescentou Fedutinov.
O United 40 é fruto do desenvolvimento de um projeto totalmente autônomo dos Emirados Árabes Unidos, e não uma cópia de qualquer modelo ocidental, embora nele, por exemplo, seja utilizado o mesmo motor austríaco do Predator.
“Vale ressaltar que o desenvolvedor está planejando, no longo prazo, construir um drone de ataque na base do UNITED 40. Portanto, se o negócio se concretizar, a Rússia poderá ter acesso a essa classe de dispositivos”, disse o especialista.
Vale lembrar que a Rússia tinha comprado anteriormente um lote de drones táticos de Israel por US$ 53 milhões e posteriormente adquiriu por US$ 400 milhões uma licença para a sua produção.
Essas compras devem ajudar a eliminar o atraso da Rússia em matéria de drones, que ficou mais evidente durante o conflito na Ossétia do Sul, em 2008.
 
Fonte: Gazeta Russa

terça-feira, julho 23, 2013

Nordeste de Luto! Morre Dominguinhos aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

By on 23.7.13

O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com oito anos de idade. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.

Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan, entre outros. Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os três pinguins”. Quando ele tinha oito anos de idade, foi “descoberto” por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16.

“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco ‘Forró no Escuro’ quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”, lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no final de 2012. “Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo.”

De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”, prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.

Centenário de Gonzagão

No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado”.  Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. ”

Do G1 São Paulo - Via: Blog do Crato






O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.
Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com oito anos de idade. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.
Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan, entre outros. Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os três pinguins”. Quando ele tinha oito anos de idade, foi “descoberto” por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16.
“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco ‘Forró no Escuro’ quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”, lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no final de 2012. “Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo.”
De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”, prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.
Centenário de Gonzagão
No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado”.  Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. ”
Do G1 São Paulo
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O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.
Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com oito anos de idade. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.
Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan, entre outros. Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os três pinguins”. Quando ele tinha oito anos de idade, foi “descoberto” por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16.
“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco ‘Forró no Escuro’ quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”, lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no final de 2012. “Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo.”
De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”, prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.
Centenário de Gonzagão
No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado”.  Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. ”
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Blackwater Digital: Alemanha utiliza software de espionagem da NSA

By on 23.7.13
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Os serviços secretos alemães usam o software desenvolvido pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, o organismo acusado de orquestrar um sistema de espionagem em massa e em escala mundial.

Assim afirma neste sábado a publicação alemã Der Spiegel ao adiantar o conteúdo de sua edição de domingo, que indica que tanto o BND, o serviço de espionagem alemão, como o Escritório Federal para a Proteção da Constituição (BfV), a inteligência interior, contam com o programa "XKeyscore".
Este software, explica a publicação citando documentos da NSA, deveria servir para que os serviços secretos alemães "apoiassem" seus colegas americanos na luta contra o terrorismo.
O sistema que supostamente é usado pelo BND e pela BfV permite, além do armazenamento dos denominados "metadados" - quem se comunica com quem, quando, quanto e desde onde-, ver retrospectivamente as buscas realizadas por pessoas concretas em procuradores de internet e, inclusive, ter acesso a conteúdos "full take" de vários dias.
Também são empregadas técnicas que permitem armazenar todos os conteúdos das comunicações telefônicas e via internet de um indivíduo durante um período de tempo.
O Der Spiegel acrescenta que dos cerca de 500 milhões de dados provenientes da Alemanha que mensalmente são obtidos pelos Estados Unidos, cerca de 180 milhões são provenientes do "Xkeyscore".
Interrogados com relação ao assunto da publicação, o BND e a BfV preferiram não se pronunciar.
Desde que o ex-técnico da CIA Edward Snowden revelou o escândalo do programa de espionagem em massa dos Estados Unidos, a pressão foi crescendo sobre o governo alemão e seus serviços secretos.
Ambos negaram qualquer conhecimento a respeito, apesar do próprio Snowden assegurar que os serviços secretos dos Estados Unidos e Alemanha estavam associados.

Espionagem americana no Brasil
Matéria do jornal O Globo de 6 de julho denunciou que brasileiros, pessoas em trânsito pelo Brasil e também empresas podem ter sido espionados pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Agency - NSA, na sigla em inglês), que virou alvo de polêmicas após denúncias do ex-técnico da inteligência americana Edward Snowden. A NSA teria utilizado um programa chamado Fairview, em parceria com uma empresa de telefonia americana, que fornece dados de redes de comunicação ao governo do país. Com relações comerciais com empresas de diversos países, a empresa oferece também informações sobre usuários de redes de comunicação de outras nações, ampliando o alcance da espionagem da inteligência do governo dos EUA.
Ainda segundo o jornal, uma das estações de espionagem utilizadas por agentes da NSA, em parceria com a Agência Central de Inteligência (CIA) funcionou em Brasília, pelo menos até 2002. Outros documentos apontam que escritórios da Embaixada do Brasil em Washington e da missão brasileira nas Nações Unidas, em Nova York, teriam sido alvos da agência.
Logo após a denúncia, a diplomacia brasileira cobrou explicações do governo americano. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou que o País reagiu com “preocupação” ao caso.
O embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon negou que o governo americano colete dados em território brasileiro e afirmou também que não houve a cooperação de empresas brasileiras com o serviço secreto americano.
Por conta do caso, o governo brasileiro determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) verifique se empresas de telecomunicações sediadas no País violaram o sigilo de dados e de comunicação telefônica. A Polícia Federal também instaurou inquérito para apurar as informações sobre o caso.

Fonte: Terra


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