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quinta-feira, março 30, 2017

General Patton teria sido assassinado com a conivência de líderes dos E.U.A?

By on 30.3.17
George S. Patton, o maior General combatente da América na Segunda Guerra Mundial, foi assassinado depois do conflito com a conivência de líderes dos EUA, de acordo com um novo livro.

Os diários recentemente encontrados de um assassino do Office of Strategic Services (OSS), o serviço de informação que antecedeu a CIA, revela que os chefes americanos da espionagem queriam Patton morto, porque ele ameaçava expor um conluio aliado com os russos que custaria vidas americanas.

A morte do General Patton em dezembro de 1945, é um dos mistérios duradouros da 2º guerra. Embora tenha sofrido sérios ferimentos num choque de carro em Manheim, ele estava se recuperando, e logo voaria para casa.

Mas depois de uma longa investigação que durou uma década, O historiador militar Robert Wilcox afirma que o cabeça do OSS General "Wild Bill" Donovan mandou um atirador altamente qualificado, chamado Douglas Bazata, silenciar Patton, glorificado com a alcunha "Old Blood and Guts" (Velho Sangue e Tripas).

Seu livro, "Target Patton", contem entrevistas com o Sr. Bazata, que morreu em 1999, e extrai dos seus diários, detalhes de como ele encenou a batida de um caminhão de tropa com o cadillac de Patton, e como atirou no general com um projétil de baixa-velocidade, que quebrou o seu pescoço, enquanto os outros passageiros escapavam sem um arranhão.

O sr. Bazata também sugeriu que quando Patton começou a se recuperar dos ferimentos, funcionários dos E.U.A permitiram que agentes do NKVD, o precursor do KGB soviético, envenenassem o general.

Wilcox contou ao The Sunday Telegraph que quando falou com o Sr. Bazata: " Ele lutava consigo, devido a todas estas matanças que tinha feito. Confessou que tinha causado o acidente, ordenado por "Wild Bill" Donovan".

"Donovan teria dito: "Nós temos uma situação terrível com este grande patriota, ele é descontrolado e nós temos que salvá-lo dele mesmo, e de arruinar tudo o que os aliados fizeram..." Acredito em Douglas Bazata, ele era um excelente cara".

O Sr. Bazata teve uma vida extraordinária. Era membro da Jedburghs, a unidade paraquedista de elite que ajudou a organizar a Resistência Francesa na corrida até o Dia D em 1944.

Ganhou quatro Purple Hearts, uma Distinguished Service Cross, e a Croix de Guerre Française por três vezes devido a seus serviços.

Após a guerra ele se tornou um célebre artista que gozava do patrocínio da Princesa Grace de Mônaco e do duque e da duquesa de Windsor. Era amigo de Salvador Dali, que pintou um retrato de Bazata como Dom Quixote.

Acabou sua carreira como assistente de John Lehman, Secretário da Marinha no governo Reagan, membro da Comissão do 9/11, e conselheiro da campanha presidencial de John McCain.

O Sr. Wilcox também localizou e entrevistou Stephen Skubik, um oficial do Corpo de Contra-informação do Exército dos E.U.A, que soube que Patton estava em uma lista de morte de Stalin. Skubik repetidamente alertou Donovan, que simplesmente enviou-o de volta aos EUA.

"Você tem duas testemunhas fortes aqui," disse Wilcox. "A evidência é que os russos acabaram o trabalho".

O cenário soa muito confuso, mas Wilcox montou um caso constrangedor onde funcionários dos E.U.A tiveram algo a esconder. Pelo menos cinco documentos relacionados com o acidente de carro foram retirados dos arquivos dos E.U.A.

O motorista do caminhão foi enviado para Londres antes de ser interrogado, e nenhuma autópsia foi feita no corpo de Patton.

Com a ajuda de um perito da Cadillac de Detroit, o Sr. Wilcox provou que o carro em exposição no museu de Patton em Fort Knox não é o carro que ele estava. "Isso é um encobrimento, disse o Sr. Wilcox.


Do Arquivos do Insolito - Fonte: Telegraph

quarta-feira, março 29, 2017

Porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean teria sido oferecido ao Brasil

By on 29.3.17
Segundo a coluna INSIDER publicada no bom site PLANO BRASIL a Marinha do Reino Unido teria oferecido “recentemente” à Marinha do Brasil o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean (L12), de 21.500 toneladas. O navio entrou em serviço em 1998 – apenas três meses antes de o navio-doca Siroco (hoje Bahia) ser comissionado na Marinha Francesa –, e sua desprogramação está prevista para o ano que vem. A proposta aparece pouco mais de um mês do anúncio da desprogramação do navio-aeródromo São Paulo (A-12), mas em um cenário financeiro muito ruim.
O porta-helicópteros mede 203,4 m de comprimento (35 m a mais que o Bahia) por 35 m de largura (11,5 m a mais que o antigo Siroco). Sua tripulação é de 285 militares, mas existem acomodações para até 180 pilotos e mecânicos do destacamento aéreo que a unidade transporta.
O navio é capaz de embarcar 18 aeronaves de asas rotativas de diversos portes e funções (4,5 vezes a quantidade de helicópteros que o Bahia carrega), incluindo as de ataque ao solo, de transporte pesado e de guerra antissubmarina.

segunda-feira, março 27, 2017

USAF pondera substituir o F-15 pelo F-16

By on 27.3.17
A Força Aérea pondera substituir o F-15 pelo F-16 em meados da próxima década, disse a Guarda Nacional Aérea ao Congresso.

Segundo os militares, isso levará a alguma perda das capacidades de ataque "únicas" oferecidas pelos F-15, mas na era digital, o "sistema" da Força Aérea dos EUA tornou-se mais significativo do que qualquer aeronave que entre em ação. Em outras palavras, o campo de batalha mudou, e o F-15 pode em breve ser substituído.

"Como entramos na era digital", disse o tenente-general Scott Rice, "o sistema será mais importante do que a própria plataforma". O Pentágono ainda não chegou a uma decisão final sobre se e quando o F-15 fará a última missão.

"O F-15C serviu bem a nossa nação", comentou o major-general Scott West, "já que voa durante décadas. Também foi ele que nos deu a superioridade aérea. Atualmente o F-22 desempenha este papel."

A medida visa aumentar a eficiência da Força Aérea norte-americana através da redução do número dos sistemas aéreos operados.

Radares e sistemas técnicos adequados em cada avião são cruciais, mas os custos de atualização no caso do F-15 podem tornar-se muito altos. "Certamente, um F-15 agora é uma plataforma muito capaz […] mas temos de atender àquelas necessidades", disse o tenente-general.

domingo, março 26, 2017

porta-aviões INS Vikramaditya testa sistema de mísseis Barak

By on 26.3.17


A Marinha da Índia realizou os primeiros testes bem-sucedidos do sistema de mísseis Barak (da israelense IAI) instalado ao bordo do porta-aviões Vikramaditya, comunica a Hindu citando fontes da Marinha.

"Durante os testes, realizados no mar Arábico, foi lançado um míssil contra um alvo real voando a alta velocidade e a baixa altitude. O alvo foi sucessivamente interceptado e eliminado", informou um oficial da Marinha citado pela Hindu.

A Marinha planejava instalar os sistemas Barak no porta-aviões desde que este entrou ao serviço, mas, devido a atraso na produção dos mísseis, isso aconteceu só agora. Nos últimos três anos, o porta-aviões navegava acompanhado por navios com sistemas de mísseis antiaéreos.

Os testes foram realizados no âmbito da verificação regular de alerta máximo do Comando ocidental da Marinha. 

O porta-aviões Vikramaditya (antigo Admiral Gorshkov) foi entregue à Índia em novembro de 2013 após a reconstrução nos estaleiros russos Sevmash. A Índia rebatizou o porta-aviões, cujo novo nome significa "todo-poderoso".

sábado, março 25, 2017

Vem ai a versão F-4 (F3-R) do Rafale

By on 25.3.17
Em face da crescente demanda por aviões de combate franceses, a Dassault e a Agência Francesa de Aquisições de Defesa (DGA) começarão em breve os estudos para uma nova versão do caça de combate Rafale. A fase de desenvolvimento deverá demorar seis anos e a designação será Rafale F4. A nova variante seguirá o Rafale F3-R atualmente em desenvolvimento e programado para completar os testes de qualificação no próximo ano.

O ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian, autorizou o início do desenvolvimento da variante de próxima geração do Rafale. A aeronave vai introduzir novas capacidades capacitadas pelas modernas tecnologias de mísseis e motores. A França planeja manter o Rafale com as suas forças aéreas e navais pelo menos até 2040. A variante  F3-R, integrará o Meteor, o novo míssil ar / ar alargado da MBDA. Baseando-se em um novo radar AESA instalado para a aeronave, o Meteor será capaz de engatar alvos aéreos de intervalos superiores a 100 km. No domínio ar / solo, a variante F3-R transportará a suite designadora de alvos PDL-NG da Thales.

O padrão F4 incorporará a experiência operacional em combate do caça e permitirá o aperfeiçoamento contínuo do RAFALE. O Rafale entrou em serviço com a Marinha Francesa em 2004 e com a Força Aérea Francesa em 2006. Tem mais de 30.000 horas de vôo em operações, provou seu valor em combate no Afeganistão, Líbia, Mali, Iraque e Síria. É utilizado pela França (180 aeronaves encomendadas), Egito (24), Qatar (24) e Índia (32) - todos a nivel de encomenda firme.

By Vinna com informações do Defense Update

sexta-feira, março 17, 2017

Força Aérea americana poderá comprar aviões da Embraer

By on 17.3.17
A Força Aérea dos EUA (USAF) prepara-se para uma guerra aérea potencial conta o Estado Islâmico mas enfrenta dois problemas: jatos cada vez mais velhos e falta de pilotos.
A arma foi forçada a estudar a utilização de aviões a hélice para missões de ataque leve. Estes poderiam dar conta das missões aéreas contra o Estado Islâmico e outros militantes a um custo muito mais baixo que as de um Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon ou um Boeing F/A-18E/F Super Hornet.
As opções incluem o turboélice A-29 Super Tucano da Embraer, que os USA entregaram ao Afeganistão e outros aliados, e o Beechcraft AT-6 Texan II, que os militares já usam no treinamento dos pilotos. 
A carência de pilotos militares começa a se configurar como uma crise. Generais da USAF querem que a solução não exija grandes lances de tecnologia e que já exista “na prateleira”, ou seja, de fácil disponibilidade. Uma experiência prática foi realizada com um bimotor North American OV-10G Bronco da era Vietnã, que voando sobre o Iraque observou, durante horas, militantes em canoas no rio Tigris, antes de atacá-los com foguetes guiados por laser. 
A USAF estima que o custo horário de um A-29 ou AT-6 seria de alguns milhares de dólares, ante os cerca e US$ 18.000 de um jato de ataque A-10. Outros custos horários: US$ 19.000 para o F-16, US$ 24.000 para o F-15E e US$ 62.000 para o F-22.

terça-feira, março 14, 2017

Investimentos militares no governo Temer crescem 36%

By on 14.3.17
Sob pressão desde que assumiu o governo, o presidente Michel Temer usou a "tática do orçamento" para manter uma relação tranquila com os militares. Ao contrário do que fez Dilma Rousseff (PT), que cortou gastos na área, Temer aumentou os investimentos militares em 36%, se comparado ao ano anterior.

Se em 2015 foi prevista pelo Ministério da Fazenda a liberação de R$ 6,73 bilhões para o setor, no fim de 2016 este valor já chegava a R$ 9,15 bilhões, um total de R$ 1,85 bilhão a mais do que estava previsto no Orçamento.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, para este ano, o cifra é ainda maior: R$ 9,7 bilhões, embora o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirme que o número deverá sofrer algum corte. "O contingenciamento poderá ocorrer, está sendo discutido", diz.
Cabe a ele comandar a pasta com o segundo maior investimento por parte do governo, à frente até mesmo da Educação, que recebeu apenas R$ 5,7 bilhões em 2016.
O cenário fez muita gente lembrar das últimas manifestações Brasil afora, em que alguns grupos foram vistos pedindo a volta da ditadura militar. No entanto, o governo faz questão de rechaçar qualquer tipo de ação nesse sentido.
Para onde segue este dinheiro? Cada Força tem suas prioridades. A Marinha investe no programa de submarinos convencionais e nuclear, a Aeronáutica foca nos caças suecos Gripen e na fabricação do cargueiro e avião-tanque KC-390, da Embraer, enquanto o Exército investe no programa de proteção de fronteiras e na troca da sua frota de blindados pelo modelo Guarani.
Apesar do aumento nos investimentos, Raul Jungmann defende que os valores destinados à Defesa estão muito abaixo do aconselhável e do necessário. "Houve uma recomposição, na qual trabalhamos, mas ainda falta muito para voltarmos ao pico do começo da década de 2010", afirmou o ministro.

Do noticiasaominuto

segunda-feira, março 13, 2017

Aposentadoria de único porta-aviões mostra limites dos militares

By on 13.3.17
A aposentadoria do único porta-aviões do Hemisfério Sul, o brasileiro São Paulo, é um exemplo das ambições e dos limites dos planejadores militares do país.
Comprado em 2000 da França a preço simbólico de US$ 12 milhões (pouco menos de R$ 24 milhões no câmbio da época), o navio já tinha 37 anos de uso.
Segundo a Marinha, 17 anos depois o São Paulo consumiu R$ 287 milhões em operação e reparos. Incêndios a bordo deixaram quatro mortos e diversos feridos. O navio ficou cinco anos parado por ter chegado com seu eixo empenado, e mal saiu do estaleiro nesta década.
A Força defende a energia despendida. "Esse investimento permitiu que o navio cumprisse bem sua missão, possibilitando à Marinha adquirir a capacitação para operar aeronaves de alta performance embarcadas, realizando 566 lançamentos e ganchos [pousos] de aeronaves", disse o Centro de Comunicação Social da Marinha.
Até 2000, aeronaves navais eram operadas pela FAB no antigo Minas Gerais, garantindo aos pilotos embarcados o nada elogioso apelido de "praga azul", referência à cor de seus uniformes.
Comprado em 1956, o Minas já era problemático, tendo recebido um pouso apenas nove anos depois. A partir do São Paulo, a Marinha passou a pilotar seus aviões, adquirindo uma frota de caças de segunda mão.
Apenas seis países, Brasil incluído, operam porta-aviões capazes de lançar e receber aparelhos de asa fixa, além de helicópteros. Os EUA são líderes incontestes, com dez supernavios nucleares e nove modelos menores.
Com eles, o país pode projetar poder e agressão a vários pontos do mundo, apoiados por uma esquadra. O Brasil precisava disso?
A resposta é ambígua. O Brasil nunca teve a pretensão de fazer tal projeção. Seu objetivo era o de se capacitar para esse tipo de operação, o que condiz com a tradição de buscar o máximo de autossuficiência em tecnologias militares. E havia, dissimulada, a questão do status.
Mas o custo da operação, que demandaria investimentos de até R$ 1 bilhão para manter o barco no mar, e a inviabilidade de construir um novo modelo, algo na casa dos R$ 3 bilhões, forçaram a opção racional pelo descomissionamento do navio.
A Força aposta tudo em outra arma ofensiva, o submarino nuclear, e uma frota de modelos convencionais mais adequados para a defesa da costa e das áreas do pré-sal.
Para críticos, o modelo nuclear é uma obsessão análoga à que manteve um porta-aviões tentando navegar.
O domínio da tecnologia, sustenta o argumento favorável ao investimento, é uma garantia contra eventuais ameaças hoje inexistentes. "Elas surgem", diz o ministro Raul Jungmann (Defesa).
Sem porta-aviões, segue o programa de modernização dos caças navais Skyhawk, que nunca estiveram aptos a combate, ao custo aproximado de R$ 430 milhões. A frota de 12 unidades é baseada em São Pedro da Aldeia (RJ).
O porta-aviões já está no Rio, e, em junho, começará o processo de três anos para realocar seus 1.920 tripulantes e sistemas de bordo reaproveitáveis. Depois deverá virar sucata. 

Do UOL

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