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quinta-feira, abril 27, 2017

Mais F-16 ou F-35? Polônia estuda substituto dos seus SU-22 e MiG-29

By on 27.4.17

O Ministério da Defesa da Polônia está escolhendo caças para reequipamento de sua Força Aérea. Autoridades militares do país estão analisando os caças americanos multifuncionais F-16 e F-35, que devem substituir os soviéticos SU-22 e MiG-29, informa o Ministério, citando o vice-ministro, Bartosz Kownacki.

 De acordo com Kownacki, a condição atual da aviação militar da Polônia em comparação a outras forças armadas pode ser considerada "aceitável", pois possui 48 caças F-16 de um e de dois lugares. Ao mesmo tempo, o vice-ministro notou que esta quantidade é insuficiente.

"Os antigos aviões SU-22 e MiG-29 devem ser substituídos por aviões de nova geração, mas a decisão se serão substituídos por F-16 ou por outros, por exemplo, por F-35, deve ser analisada pelo Ministério da Defesa", declarou Kownacki.

"Deve-se levar em consideração decisões razoáveis, pois somente elas devem ser analisadas a tempo", adicionou vice-ministro.

De acordo com ele, a partir de 2030 Varsóvia planeja aumentar as despesas da defesa de 2% do PIB para até 2,5% do mesmo.

Do Sputnik

quarta-feira, abril 26, 2017

Marinha do Brasil de fato negocia HMS Ocean

By on 26.4.17

O governo brasileiro está negociando a compra do porta-helicópteros britânico HMS Ocean para substituir o navio-aeródromo São Paulo, desativado pela Marinha em fevereiro deste ano.

Construído na década de 90 e ativo há 19 anos nas águas do Reino Unido, o HMS tem o preço estimado de R$ 312 milhões e previsão de ser “aposentado”pelos ingleses em 2018.

A negociação começou, segundo o site inglês UK Defense, há três semanas, durante a LAAD Defence & Security 2017, maior feira de defesa e segurança da América Latina, realizada no Rio de Janeiro.


A embarcação inglesa é um navio de assalto anfíbio, com capacidade para transportar uma força de até 830 fuzileiros, além da sua tripulação e grupo aéreo, e transportar até 12 helicópteros pesados e seis de tamanho médio.

O HMS Ocean ainda pode ser usado como navio almirante, pois possui um hospital e uma central de dessalinização que produz 80 toneladas de água doce por dia.

Segundo a Marinha, a desmobilização do São Paulo foi decidida após a constatação de que o programa de modernização previsto para o navio brasileiro teria altíssimo custo, além de conter incertezas técnicas e necessitar de um longo tempo para ser concluído – aproximadamente dez anos.

De acordo com o órgão, a obtenção de um novo conjunto de navio-aeródromo e aeronaves é considerada a terceira prioridade de aquisições da Marinha, logo após o Programa Nuclear e o Programa de Construção das Corvetas Classe Tamandaré.


Em comunicado, o comando afirmou que o custo dessa nova aquisição será potencialmente menor que o de modernização do NAe “São Paulo” e da compra de novas aeronaves compatíveis com esse transporte, já que tais modelos deverão estar no final de sua vida quando se terminasse a modernização.

Apesar do interesse, a Força Naval informou a O TEMPO que a compra não está fechada. “Não foi nada além de um diálogo durante a participação em uma feira de defesa que aconteceu no Rio de Janeiro. Demonstramos interesse em saber detalhes desse navio-aeródromo, mas nenhum negócio foi oficialmente fechado. Outros países também conversaram com os ingleses”, afirmou o tenente Strebi, da assessoria de imprensa da Marinha do Brasil.

Até o recebimento de outro navio-aeródromo, as operações de batalha naval – embora o país não tenha histórico de envolvimento em guerras – com uso de aviação de asa fixa serão distribuídas na Base Aérea Naval e em outras instalações de terra.


Para o especialista em Relações Internacionais, Estratégias e Políticas de Defesa, jornalista Marcelo Rech, a compra, na atual conjuntura, é desnecessária. “As estruturas da Marinha já existentes podem, a princípio, arcar com as demandas navais”, afirma.

Rech, porém, não vê problemas no fato de o país adquirir um equipamento em fim de vida útil em outro país. “A nossa realidade é diferente de outros países que convivem com ameaças de guerra todo o tempo. O país tem responsabilidades como fiscalização, patrulhamento e vigilância das fronteiras aquáticas, mas que não exigem algo tão novo”.

Problemas
Em sua passagem pelo Brasil em 2010, o HMS Ocean apresentou vários problemas, inclusive de motor, segundo o especialista Luiz Padilha disse ao site Defesa Aérea e Naval; “Toda Marinha quando vai dar baixa num navio para de gastar dinheiro ele. A pergunta é como ele estará em 2018”, disse Padilha.


Do Tempo

China lança seu 1º porta-aviões construído totalmente no país

By on 26.4.17
 A China lançou hoje (26) seu segundo porta-aviões, o primeiro construído totalmente nos estaleiros do país. A unidade militar foi colocada em águas marítimas por volta das 9h locais, com uma cerimônia oficial. 

O porta-aviões, que recebeu o nome provisório de "Type 001A", segue os moldes do outro que a China já possui, chamado "Liaoning" e cujo casco fora fabricado na antiga União Soviética. 

O novo porta-aviões, por sua vez, foi produzido nos estaleiros de Dalian e precisará de cerca de dois anos para que seja totalmente equipado e consiga fazer testes no mar. O porta-aviões terá propulsão convencional, e não nuclear, e levará o avião de combate Shenyang J-15. 

A apresentação do novo equipamento da China ocorre em um momento de elevada tensão na Ásia, com trocas de ameaças entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte. 

Do Terra



Tensão internacional

O lançamento ocorre em meio à crescente tensão internacional envolvendo os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte.

O presidente americano, Donald Trump, anunciou o envio do porta-aviões Carl Vinson à zona da península coreana, com o objetivo de pressionar a Coreia do Norte.

Apesar de a China também denunciar o programa nuclear de seu vizinho, Pequim pediu a Washington que tenha moderação no caso norte-coreano.

Há anos a China tenta modernizar suas Forças Armadas, especialmente a Marinha, como parte de suas aspirações no Mar da China Meridional, região cuja soberania é disputada por vários países.

Mas as Forças Armadas chinesas estão longe de rivalizar com o poderio militar dos Estados Unidos, que possuem uma dezena de porta-aviões operacionais, assim como cerca de 600 bases militares em quase 50 países.

Os novos porta-aviões chineses constituem no momento uma questão de prestígio para a China, observa James Char, especialista da escola S. Rajaratnam de estudos internacionais de Cingapura.

"É muito pouco provável que representem uma ameaça para os Estados Unidos, se for levado em conta o avanço tecnológico dos porta-aviões americanos", destacou.

Só se poderá falar de importância tecnológica no dia em que os porta-aviões chineses dispuserem de propulsão nuclear e forem capazes de lançar seus aviões, acrescenta o especialista.

Do G1

Pequim lançou oficialmente nesta quarta-feira seu segundo porta-aviões, construído totalmente nos estaleiros chineses, em um contexto de grandes investimentos em suas forças armadas e reforçando seu status de grande potência capaz de rivalizar com os Estados Unidos. 

Não faltou corte de fita nem o quebrar de uma garrafa de champanhe contra o casco do navio, construído nos estaleiros de Dalian, segundo a agência oficial Xinhua, que não informou sobre a data prevista para sua colocação em serviço, nem o nome da embarcação.A China já dispunha de um porta-aviões, o "Liaoning", cujo casco foi fabricado na antiga União Soviética.

Serão necessários cerca de dois anos até que o novo porta-aviões esteja completamente equipado para realizar seus primeiros testes no mar, opinou a especialista em China do Instituto de Pesquisa Estratégica da Escola Militar francesa, Juliette Genevaz. "A construção de um primeiro porta-aviões por parte da China constitui sem dúvida um acontecimento histórico porque a eleva ao posto das poucas potências militares mundiais capazes de fazer isso, junto com os Estados Unidos, a Rússia, a Grã-Bretanha, a França, a Itália e a Espanha", observou Genevaz.

O porta-aviões terá propulsão convencional e não nuclear, e transportará principalmente os Shenyang J-15, o avião de combate da força aeronaval chinesa, segundo o ministério da Defesa. 

  

O lançamento ocorre em meio à crescente tensão internacional envolvendo os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte.O presidente americano, Donald Trump, anunciou o envio do porta-aviões Carl Vinson à zona da península coreana, com o objetivo de pressionar a Coreia do Norte.Apesar de a China também denunciar o programa nuclear de seu vizinho, Pequim pediu a Washington que tenha moderação no caso norte-coreano. 

Há anos a China tenta modernizar suas Forças Armadas, especialmente a Marinha, como parte de suas aspirações no Mar da China Meridional, região cuja soberania é disputada por vários países.Mas as Forças Armadas chinesas estão longe de rivalizar com o poderio militar dos Estados Unidos, que possuem uma dezena de porta-aviões operacionais, assim como cerca de 600 bases militares em quase 50 países.Os novos porta-aviões chineses constituem no momento uma questão de prestígio para a China, observa James Char, especialista da escola S. Rajaratnam de estudos internacionais de Cingapura."É muito pouco provável que representem uma ameaça para os Estados Unidos, se for levado em conta o avanço tecnológico dos porta-aviões americanos", destacou.Só se poderá falar de importância tecnológica no dia em que os porta-aviões chineses dispuserem de propulsão nuclear e forem capazes de lançar seus aviões, acrescenta o especialista.

No início do ano, Pequim anunciou um incremento de 7% em seu orçamento militar, que passou a 156 bilhões de dólares, mas ainda muito distante dos 628 bilhões de dólares do orçamento de Defesa americano.

Do UOL


 
A China apresentou seu primeiro porta-aviões construído no próprio país nesta quarta-feira, em meio à tensão crescente relativa à Coreia do Norte e aos temores com a assertividade chinesa no Mar do Sul da China.
 
A mídia estatal citou especialistas militares segundo os quais o segundo porta-aviões da China, construído no porto de Dalian, no nordeste do país, não deve entrar em ação antes de 2020, quando deve estar equipado e armado.

Analistas militares estrangeiros e a mídia chinesa publicaram imagens de satélite, fotos e notícias sobre o desenvolvimento da embarcação durante meses, e a China confirmou sua existência no final de 2015.

A apresentação “mostra que o projeto nativo e a construção do porta-aviões de nosso país obtiveram grandes resultados passo a passo”, relatou a agência de notícias Xinhua.

A TV estatal mostrou o navio, cujo convés foi decorado com bandeiras vermelhas, sendo rebocado para seu ancoradouro.

Fan Changlong, vice-presidente da poderosa Comissão Militar Central da China, comandou a cerimônia, disse a Xinhua, durante a qual uma garrafa de champanhe foi quebrada na proa.

O lançamento ocorre na sequência da comemoração do 68º aniversário da fundação da Marinha chinesa, no domingo, tendo como pano de fundo a renovação das tensões entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos devido aos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

Pouco se sabe do programa de porta-aviões chinês, que é um segredo de Estado, mas o governo disse que o projeto do novo exemplar aproveitou as experiências do primeiro porta-aviões do país, o Liaoning, comprado de segunda mão da Ucrânia em 1998 e adaptado na China.

O novo porta-aviões de propulsão convencional poderá operar os caças chineses Shenyang J-15.

Diferentemente dos porta-aviões de propulsão nuclear e de maior alcance da Marinha dos EUA, os dois da China têm proas com rampas inclinadas de estilo soviético, cujo objetivo é dar aos caças impulso suficiente para decolar de seus conveses mais curtos. Mas carecem da poderosa tecnologia de catapulta de lançamento de aeronaves de suas contrapartes norte-americanas.

De Exame

terça-feira, abril 25, 2017

Realista Turquia põe em serviço novo navio anfíbio evoluido de projeto americano que pode percorrer 9 mil km sem reabastecer

By on 25.4.17

A Turquia apresentou seu novo navio anfíbio de desembarque Bayraktar, construído no âmbito do projeto Landing Ship Tank (LST), informou a agência turca Anadolu.

O Bayraktar é o primeiro dos navios construídos no contexto deste projeto, sendo que ele é capaz de fazer frente a ataques atômicos, biológicos e químicos.

A embarcação mede 139 metros de cumprimento, 19,6 metros de altura e pesa 7.254 toneladas. Vale assinalar que 71% das tecnologias usadas na construção do navio são turcas, comunicou a Anadolu.
 
O navio é capaz de transportar cerca de 1.200 toneladas de carga ou vários tanques, veículos blindados e outros meios de transporte.

A autonomia do Bayraktar é de 30 dias, em outras palavras, a embarcação pode percorrer mais de 5 mil milhas náuticas (cerca de 9 mil quilômetros) sem reabastecer.

A Turquia é um dos 10 países no mundo capazes de desenhar e construir os navios militares, assegurou o ministro da Defesa turco, Fikri Isik, durante sua intervenção na cerimônia de lançamento à água da embarcação.

A Secretaria da Indústria Militar turca celebrou um acordo com a empresa Havelsan sobre a realização do projeto LST de construção de navios anfíbios para a Marinha do país.

Do JB
 



Triângulo das bermudas do Alasca está intrigando cientistas

By on 25.4.17
O Triângulo dos Bermudas, localizado no oceano Pacífico entre as ilhas de Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale, na Flórida, já é um velho conhecido dos teóricos da conspiração.




O que pouca gente sabe é que nos confins do Alasca (EUA), também existe uma região semelhante e envolvida em misteriosos desaparecimentos. Conhecido popularmente como Triângulo do Alasca, a região está localizada entre morros de uma paisagem intocada que corta quatro regiões do estado, desde o deserto e fiordes do Sudeste, até a tundra e cordilheiras do Ártico. Os pontos que caracterizam seu “triângulo” estão dispostos entre a faixa de terra de Juneau e Yakutat, no Sudeste, na cordilheira de Barrow, ao Norte, e Anchorage, na região central do estado.

O número de pessoas que já desapareceram ali é consideravelmente alarmante. Até mesmo os índios nativos, que vivem nas proximidades de Juneau, consideram o local intrigante. Segundo eles, um espírito maligno, chamado Kushtaka, proveniente do cruzamento de um homem e uma lontra, é quem captura as pessoas que passam por ali, levando-as para seu reino onde nunca mais serão vistas novamente.

Mito à parte, estima-se que, desde 1988, cerca de 16 mil pessoas tenham desaparecido sem deixar vestígios nesta anômala região, de acordo com informações da Animal Planet. Apenas em 2007, tropas estaduais sinalizaram cerca de 2.833 notificações de pessoas desaparecidas no triângulo. Comparado aos 670 mil habitantes do Alasca, esse número chega a ser maior do que a média geral de desaparecimentos, que é de 4 para 1.000 pessoas.

Ainda, junto a essas notificações, as autoridades supervisionaram uma série de operações de busca e resgaste. Os números de 2007 apontam que foram feitas 42 missões relacionadas a caminhantes que não voltaram, 85 a velejadores que não chegaram a seus destinos e 100 associadas a operadores de máquinas de remover neve que nunca mais foram vistos.
 
O que há por trás desses desaparecimentos?
Um grupo de caçadores de aventuras – chamados Alaska Monsters – tentou responder esse mistério. Sem medo, eles cavalgaram pelas florestas nas escuras noites do Alasca, a fim de rastrearem os “monstros” que acreditam ser responsáveis pelos desaparecimentos. Zona por zona, os exploradores analisaram todo o triângulo do Alasca, abordando todas as potenciais pistas que poderiam ajudar a solucionar esse mistério de longa data.

O episódio do programa foi ao ar em fevereiro de 2016, mas você pode conferi-lo no vídeo (em inglês) abaixo.Neste, o objetivo é analisar o mito do Pé Grande, muito associado aos desaparecimentos ocorridos no Triângulo do Alasca.


Do Jornal da Ciência - [ Animal Planet ] [ Fotos: Reprodução / Animal Planet ]

segunda-feira, abril 24, 2017

Eurofighter Typhoon II de numero 500 é entregue a Itália

By on 24.4.17
A Força Aérea italiana recebeu o exemplar de numero 500º do Eurofighter Typhoon II. A aeronave foi entregue na unidade Leonardo de Turim.

"A frota de 500 Eurofighter Typhoon II representa uma das maiores forças do hemisfério oeste e sera a espinha dorsal da força militar da Europa durante as próximas décadas", disse o CEO da Eurofighter Jagdflugzeug, Volker Paltzo na cerimonia de entrega. 
As forças armadas da Europa tem operado o Typhoon II desde 2003, quando o primeiro foi entregue à Real Força Aérea (RAF). O 100º. caça foi recebido pela RAF em setembro de 2006 e a Força Aérea Alemã recebeu o 400º em 2013.
O Eurofighter é fruto da colaboração de três importantes contratantes da indústria de Defesa, como a Airbus, BAE Systems e Leonardo. Entre os clientes estão as forças armadas da Grã-Bretanha, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria e Arábia Saudita.

sábado, abril 22, 2017

Ingleses compram tanque de guerra e acham barras de ouro escondidas no blindado

By on 22.4.17
Nick Mead e Todd Chamberlain administram a Tanks-a-Lot, empresa em Helmdon (Inglaterra) que compra blindados fora de atividade e os reforma. Estão acostumados a buscar preciosidades.

Eles só não esperavam encontrar uma outra preciosidade ao adquirir por cerca de R$ 117 mil um tanque russo T54/69 para a coleção de mais de 150 veículos militares.

Quando restauravam o blindado, a dupla foi verificar se havia munição no tanque de combustível. Não havia. Havia, na verdade, em vez de diesel, cinco barras de ouro (cada uma pesando 5 quilos), avaliadas em R$ 7,8 milhões, segundo estimativa da dupla.

Os ingleses acreditam que as barras tenha sido saqueadas por militares iraquianos de algum palácio durante a invasão do Kuwait, que deu origem à Guerra do Golfo, em 1990. O tanque foi capturado pelas forças britânicas e enviado para o Reino Unido.

Nick e Todd entregaram o ouro à polícia, contou o "Sun". Ficaram apenas com um recibo emitido pela força policial. O destino do ouro foi um depósito em Londres.

Do O Globo

sexta-feira, abril 21, 2017

Portugal vai submeter parte de sua frota de F-16 a um programa de Upgrade

By on 21.4.17
A Força Aérea Portuguesa está a optar por reparar as aeronaves F-16 em vez de as modernizar, indo ao encontro do consórcio de países europeus que utilizam este tipo de aviões, informa o “Diário de Notícias” desta quarta-feira. Ao utilizar os F-16 de quinta geração, comprando novos, os custos seriam dez vezes superiores e implicaria um investimento maior.
De acordo com fontes militares contactadas pelo jornal, modernizar os 30 F-16 disponíveis no país dessa forma envolveria um investimento da ordem dos 500 milhões de euros, ou seja, 16,6 milhões cada um (valores indicativos). Segundo explicaram as fontes das forças de defesa nacional ao DN, seguir o exemplo dos restantes países seria uma medida “onerosa [e] prematura face ao potencial de exploração ainda existente”, conforme está estipulado na Lei de Programação Militar.
Em meados de março, aquando da visita de Marcelo Rebelo de Sousa ao Comando Aéreo de Monsanto, a Força Área Portuguesa aproveitou a ocasião para avançar com números nunca antes conhecidos: no ano passado, parelhas de F-16 descolaram 21 vezes para deter aeronaves suspeitas que entraram no perímetro sob jurisdição portuguesa. A informação, que foi avançada pelo “Expresso”, indicou que o Brigadeiro-General Paulo Mateus referiu, por exemplo, o caso das aeronaves russas, mas não se prolongou mais nas explicações sobre as missões.

quinta-feira, abril 20, 2017

Nasa anuncia ter encontrado condições para vida em lua de Saturno

By on 20.4.17
Encélado, uma pequena lua na órbita de Saturno, pode abrigar vida, segundo um anúncio da Nasa nesta quinta-feira. A agência espacial dos Estados Unidos revelou a descoberta de um oceano subterrâneo com várias condições que possibilitariam a existência de organismos vivos.

As descobertas foram detalhadas em artigo publicado na revista científica Science. A agência, no entanto, deixa claro que a descoberta de hoje não significa que qualquer tipo de ser biológico já foi encontrado. O anúncio apenas aponta que existe água, os componentes químicos e as fontes de energia necessárias para que a vida se prolifere.

De acordo com os cientistas, Encélado tem uma superfície congelada, mas por baixo dela está um oceano de água salgada com níveis de hidrogênio, produzido como uma reação entre a água quente e rochas, que indicam que há fontes de energia como as fontes hidrotermais que são encontradas no planeta Terra e que poderiam gerar o calor o suficiente para sustentar vida.

Para quem não sabe, as fontes hidrotermais são os espaços em que a água do mar se encontra com o magma, formando nuvens de elementos químicos. Na Terra, essa situação é altamente favorável para a proliferação de vida, com ecossistemas inteiros do fundo do oceano sobrevivendo dessa forma; os cientistas acreditam que o mesmo possa acontecer em Encélado.

As suspeitas com Encélado datam de 2015. Na ocasião, a sonda espacial Cassini passava perto da lua e acabou detectando uma nuvem de vapor que conseguiu escapar pelos vãos da superfície congelada. Foram detectados água, gelo, metano, sais, outros compostos de carbono e silicatos, segundo os pesquisadores. Os elementos químicos servem como alimento para micro-organismos na Terra e poderiam fornecer a energia para micróbios na lua de Saturno também.

Com isso, a lua se junta a Marte, que já teve água líquida detectada, como principais candidatas a abrigar a vida como conhecemos no nosso Sistema Solar. Outro possível nome é Europa, na órbita de Júpiter, que deve receber uma sonda na próxima década para estudar melhor a situação com instrumentos para medir calor e penetrar o gelo atrás de fontes hidrotermais. A agência indica que há algumas evidências como as de Encélado que apontam a possibilidade de existência de condições para vida.

quarta-feira, abril 19, 2017

Bahrein mais próximo dos seus F-16

By on 19.4.17
Governo Norte Americano informou ao Congresso o plano de reiniciar o período de análise para a venda de 19 caças Lockheed Martin F-16 ao Bahrein, juntamente com 23 motores e outros equipamentos relacionados. A informação foi divulgada por uma fonte do Congresso no último dia 29/3.

O Congresso fora originalmente notificado da venda em setembro de 2016 pelo ex-presidente Barack Obama, mas foi sobrestada em razão de problemas relacionado aos direitos humanos.

Do Sputnik  

terça-feira, abril 18, 2017

Black Hawk Saudita se acidenta

By on 18.4.17
Um helicóptero Black Hawk pertencente ao exército saudita caiu no Iêmen, matando pelo menos 12 pessoas, segundo a agência de notícias saudita SPA.

SPA informou que o acidente aconteceu enquanto as forças armadas estavam realizando tarefas operacionais na província de Marib no Iêmen.

Quatro oficiais e oito suboficiais das forças armadas sauditas foram mortos quando o helicóptero caiu.

A causa da queda não é conhecida e está sendo investigada, acrescentou a agência.

segunda-feira, abril 17, 2017

Nigéria mais proxima dos seus Super Tucano.

By on 17.4.17
A venda do Super Tucano à Nigéria deverá ser aprovada “dentro de semanas” pelo Governo Norte Americano, segundo o Washington Post. A Nigéria vem tentando adquirir a aeronave da Embraer desde 2015, mas acaba esbarrando em impedimentos do Conselho de Segurança dos EUA, que já acusou as forças armadas nigerianas de terem atacado a população civil em pelo menos três oportunidades. O Negócio se aprovado ficará a cargo da fabricante norte-americana Sierra Nevada Corporation, parceira da Embraer nos EUA. Esse mesmo acordo já foi realizado com os Super Tucano transferidos ao Afeganistão, que são modelos fabricados pela empresa norte-americana. O termo inicial prevê a aquisição de 12 aeronaves e armamentos por US$ 600 milhões. O principal objetivo dos nigerianos com os Super Tucanos é apertar a luta contra o grupo terrorista Boko Haram. Dos 14 clientes internacionais do Super Tucano, quatro deles estão na África. Além de ser cotado para equipar a frota da Nigéria, a aeronave desenvolvida no Brasil já é operada pelas forças armadas de Angola, Burkina Faso, Mal e Mauritânia. Gana e Senegal também têm planos de adquirir o avião.

segunda-feira, abril 10, 2017

Argentina, Colômbia, Peru, Venezuela e Uruguai avaliam compra de material belico russo

By on 10.4.17
Diversos países da América do Sul estão avaliando a possibilidade de comprar caças, veículos de desminagem e helicópteros multipropósito russos.

A informação foi divulgada pelo vice-presidente executivo da Rosoboronexport (estatal russa responsável pelas vendas de equipamento militar ao exterior), Serguêi Ladiguin, que comanda a delegação da corporação na feira de defesa e segurança LAAD-2017, no Brasil.

“Argentina, Colômbia, Peru, Venezuela e Uruguai estão entre os países que avaliam a compra de aviões de combate russos”, disse o vice-presidente da Rosoboronexport. “Em grande medida, o interesse aumentou após a operação da força aérea russa na Síria.”

Ainda segundo Ladiguin, a indústria russa de helicópteros também vem se desenvolvendo de forma intensa. Entre os modelos novos da empresa, o empresário destaca os Mi-38, os Ansat e os Mi-171A2. “Solicitações de encomenda do helicóptero Ansat foram recentemente recebidas do Chile e do Paraguai”, acrescentou.
A LAAD, exposição militar mais importante da América Latina, foi aberta na terça-feira (4) no Rio de Janeiro e será encerrada nesta sexta.
Perspectivas de cooperação
Entre 2005 e 2010, a cooperação técnico-militar entre a Rússia e a América Latina ganhou fôlego após décadas de congelamento. A conjuntura econômica internacional, a necessidade crescente na modernização e na renovação da tecnologia militar e os novos desafiam à segurança, como a luta contra o narcotráfico, estimularam esse movimento.
Durante essa época, a Venezuela, por exemplo, adquiriu caças Su-30MK2 e helicópteros militares Mi-35, e o Peru (segundo cliente mais importante para a Rússia no setor militar) comprou 30 helicópteros multipropósito Mi-17 e vários modelos de combate Mi-35.
Atualmente, o Brasil também utiliza os helicópteros russos – entre eles, o Mi-35, usado para vigiar as zonas fronteiriças e detectar aviões de narcotraficantes, e helicópteros civis Mi-171A e Ka-32A11BC, que realizam trabalhos para a Petrobras.

Mi-35M é peça fundamental do patrulhamento de fronteiras brasileiras (Foto: Joao Paulo Moralez/Russian Helicopters)
 
No entanto, desde 2013, o volume de exportações de equipamento russo à região estão em declínio. Um dos motivos, segundo especialistas, seria a mudança de governo em vários países locais, que hoje priorizam os contatos com parceiros dos EUA e da UE.
“Atualmente, a grande maioria dos governos na região são de centro-direita e, historicamente, tendem a colaborar mais com os Estados Unidos e países da Europa. É claro que também vão desenvolver suas relações nesse sentido”, explicou à Gazeta Russa o especialista militar independente Iúri Grómov.
“Mas há outro fator que prejudica a Rússia: novos governos geralmente anunciam a intenção de realizar uma investigação sobre o fornecimento de armas russas que ocorreu durante o governo anterior. Isso acontece, por exemplo, no Peru”, acrescentou.
Outro fator que retarda a entrega de armas russas para a América Latina é a tendência de desenvolver a indústria militar local. Em geral, quando um país fecha um contrato para a compra de armas, também estabelece como condição o recebimento da tecnologia.
Essa situação explica, em partes, o motivo pelo qual a entrega de sistema de defesa aérea Pantsir-S1 para o Brasil não vingou.
“No entanto, se a Rússia for capaz de encontrar um equilíbrio de interesses e desempenhar o papel de doador de tecnologia exclusiva para a América Latina, isso vai fortalecer suas posições na região”, sugere o especialista do Centro de Estudos da Sociedade em crise, Aleksêi Krivopálov.
De satélites a submarinos
Durante o evento no Rio de Janeiro, a Rosoboronexport está apresentando 180 armas e equipamento militar, incluindo os aviões de treinamento Yak-130, os caças Su-35 e os helicópteros de ataque Mi-28HE e Ka-52, entre outros.
Além disso, nos salões da Roscosmos (agência espacial russa), da NPO TI e da RSC Enérguia, são exibidos os últimos avanços em satélites, foguetes e estações espaciais.

Submarino da classe Amur-1650 é um dos destaques russos em feira no Brasil (Foto: CKB Rubin)
 
Já a empresa United Shipbuilding Corporation (USC, na sigla em inglês), a principal empresa nacional de construção navios e submarinos de guerra, está apresentando no Rio de Janeiro as maquetes do submarino da classe Amur 1650, dotado de um sistema de propulsão independente do ar, e do submarino diesel-elétrico Amur-950, da Rubin.
Paralelamente, a United Aircraft Corporation (UAC, na sigla em inglês), exibe sete modelos de aeronaves, entre eles o caça MiG-29.

domingo, abril 09, 2017

Avionics: VANT Caçador aprovado como Produto Estratégico de Defesa

By on 9.4.17
Avionics Services S/A e a Israel Aeroespace Industries (IAI), divulgaram a informação de que o Ministério da Defesa do Brasil reconheceu o ARP Caçador, que teve sua nacionalização feita em sua unidade industrial em Botucatu, como a primeira Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) a receber a aprovação do Ministério, enquadrado como Produto Estratégico de Defesa.
“O protótipo em nossa base localizada em Botucatu (SP), aeródromo SDBK, fez com sucesso vários voos de teste, depois de cumprir todos os regulamentos e obter todas as aprovações e permissões de voo exigidas pelas Autoridades Governamentais Brasileiras”, divulgou a Avionics.
Agora o avião não tripulado, mas controlado por um complexo sistema de controle via satélite, vai ser apresentado na “LAAD Defence & Security”, feira internacional a ser realizada entre os dias 4 e 7 de abril, no Riocentro, Rio de Janeiro.
Em Fevereiro, no dia primeiro o diretor da Avionics João Batista Vernini esteve reunido com o diretor do Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, Brigadeiro do Ar José Augusto Crepaldi Affonso, apresentando os resultados positivos da fase de testes da aeronave.
O ‘avião’ ARP Caçador é uma versão brasileira do ‘UAV Heron-1’, desenvolvido pela Israel Aerospace Industries (IAI). O Caçador, como produto, está de acordo com os requisitos de DCN (Declaração de Conteúdo Nacional). A versão israelense é usada em mais de 20 países.
“A aprovação do ARP “Caçador” como PED (Produto Estratégico de Defesa) demonstra a competência e capacidade da Avionics Services na implantação de tecnologias de ponta e na liderança nos mercados de ARP (UAVs) da América Latina e Brasil, com o suporte constante da equipe da IAI”, comentou a Avionics.
O “Caçador”, oferece sistemas estratégicos para clientes em Civis e Militares, garantindo suporte local e resposta imediata aos clientes nessas regiões.
CAÇADOR VOA A 30 MIL PÉS E TEM RAIO DE AÇÃO DE 1000 km
Dentre as características, o Caçador é um VANT de média altitude e longa duração, capaz de voar mais de 40 horas, a uma altitude de até 30.000 pés e Raio de ação de 1000km.
O peso máximo de decolagem do VANT é de 1.270kg, que lhe permite transportar múltiplas cargas úteis simultaneamente a fim de executar uma variedade de missões.
Além disso, o Caçador inclui um canal de comunicação por satélite em banda larga para permitir que um raio de ação de mais de 1.000 km de sua estação de comando e controle – uma capacidade de grande valor, especialmente em países extensos como o Brasil.
PARCERIA AVIONICS E IAI COMEÇOU HÁ TRES ANOS
Um dos grandes sonhos dos acionistas da Avionics era ter uma linha de desenvolvimento em Botucatu, fato que começou a se cristalizar há cerca de 4 anos.
A empresa foi fundada por dois botucatuenses há cerca de 21 anos e desde então tem atuado na especialização, desenvolvimento, certificação e integração de qualquer Sistema de Aviônicos, sistemas diversos bem como equipamentos de defesa.
A Companhia oferece soluções para equipamentos e sistemas de aniônica para aeronaves de asas fixas e rotativas, bem como simuladores.
A Avionics Services é certificada pela ANAC, Exército Brasileiro, Força Aérea e Marinha. Detém certificação ISO-9001, NBR 15100 / AS9100 e é definida como uma EED -Empresa Estratégica de Defesa. 
(Com assessoria de imprensa)
Do Acontece Botucatu - Fonte: Botucatu Online – Haroldo Amaral

sábado, abril 08, 2017

Aero L-159 ALCA para a Argentina?

By on 8.4.17

Segundo o bom site AIRWAY a Fuerza Aérea Argentina, estaria interessada em um lote de aeronaves Aero Vodochody (Aero) L-159. Segundo o presidente da Aero, Giuseppe Giordo, os argentinos precisam aposentar 22 caças A-4 e outros 32 bimotores IA-58 Pucará, além de 22 jatos de treinamento IA-63 Pampa, o mais avançado avião já produzido no país pela antiga FMA - Fábrica Militar de Aviones, hoje Fabrica Argentina de Aviones S/A. Diante do interesse pela aeronave a empresa cogita inclusive montar os L-159 em solo "hermano" (argentino), dependendo da quantidade de aeronaves envolvidas no negócio (esta ai uma boa opção para a Fuerza Aerea Uruguaya - FAU). Cediço que há condições técnicas para a Argentina de sediar a linha de montagem. 

A Aero Vodochody começou a desenvolver o L-159 ALCA em 1992, mirando uma necessidade evidenciada pela Força Aérea Checa, de um aparelho de combate leve multifunção, capaz de operar também como treinador avançado. O L-159 realizou seu primeiro vôo de teste em 1997; o primeiro L-159 checo ficou pronto para voar no ano de 2000. Impulsionado por um único motor Honeywell ITEC F124-GA-100 turbofan (28 kN impulso), o L-159 está disponível nas versões monoposto e biposto. De acordo com o Ministério da Defesa checo, o jato pode transportar até 2.340 kg de armas e acessórios de pontaria em cinco hardpoints.

Para ilustrar especula-se que o valor unitário de um L-159 está na faixa de preço entre 15 e 18 milhões de dólares – a mesma, praticamente, do L-15 chinês. Posicionado como um avião de baixo custo, o jato checo poderá tirar proveito do interesse das forças aéreas que usam aviões de caça leve como armas de apoio ao combate aéreo e às missões de ataque ao solo. Seu teto de vôo é de 13.200 metros, a velocidade máxima de cruzeiro de 936 km/h, e o alcance máximo sem tanques de combustível extras de 1570 km. Com os tanques suplementares esse raio de ação aumenta para 2.530 km. A aeronave está equipada com subsistemas eletrônicos disponíveis no mercado internacional. Isso inclui o radar Doppler Leonardo-Finmeccanica Grifo-L e o receptor de alerta radar Sky Guardian 2000.
Atualmente a fabricante tcheca possui planos para atualizar a aeronave com um novo pacote de aviônicos e um motor novo de eficiência superior, além de ampliar os tanques nas asas para aumentar sua autonomia. Já há um protótipo testando o turbofan FJ44-4M da Williams Internacional, motor utilizado por uma variedade de jatinhos e até mesmo drones avançados. 

By Vinna com informações do Airway


quinta-feira, abril 06, 2017

O Imperio Ataca: Mísseis Tomahawk foram disparados de navios americanos e varrem base de Al Shayrat, na Síria do mapa

By on 6.4.17

Os Estados Unidos lançaram mais de 50 mísseis Tomahawk contra uma base aérea na Síria na noite desta quinta (6), de onde, segundo o presidente Donald Trump, partiu um ataque químico que matou mais de 80 pessoas esta semana. 
 
O presidente Donald Trump, que participou nesta quinta de um jantar com o presidente chinês Xi Jinping na Flórida, confirmou a ordem. Ele diz que Assad usou um agente nervoso mortal para matar muitos. "Esta noite eu dei ordem para um ataque militar na base militar na Síria de onde o ataque químico foi lançado". 

Trump fez ainda um apelo a outros países após o ataque, segundo a Reuters. "Esta noite eu chamo todas as nações civilizadas para buscar um fim à matança e ao banho de sangue na Síria". 
O presidente disse também que não há dúvidas de que o governo sírio usou armas químicas e que anos de tentativas prévias de modificar o comportamento de Assad falharam. 

Segundo a Reuters, a emissora de TV estatal síria afirmou que uma base militar síria foi alvo de uma "agressão americana" nesta sexta (horário local).
 
Os mísseis foram lançados na Al Shayrat Airfield, perto de Homs e teriam atingido aeronaves, pistas e bombas de combustível.
Os mísseis Tomhawk foram disparados de navios dos EUA que estão no Mediterrâneo Oriental, segundo a agência Reuters.
De acordo com a CNN, 50 mísseis foram lançados, mas a agência France Presse afirma que foram 70 mísseis. A CNN afirma também que diversos países que fazem parte da coalizão que combate o Estado Islâmico na Síria foram avisados com antecedência do ataque, mas não a Rússia. Já o jornal "The New York Times" diz que a Rússia foi informada que os mísseis seriam disparados.
Os mísseis são a primeira ação direta dos EUA contra Bashar Al-Assad. Trata-se de uma mudança significativa na ação americana na região, pois até então os EUA apenas vinham atacando o Estado Islâmico.
 
O ataque é uma resposta militar ao ataque químico ocorrido na Síria esta semana e que matou mais de 80 pessoas. A Turquia, após realizar autópsia em vítima, afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. O regime de Bashar Al-Assad, por sua vez, nega que tenha usado armas químicas.  

Do G1
 

MiG-35 poderá substituir os F-5 Tiger II no México

By on 6.4.17
O presidente mexicano Enrique Peña Nieto anunciou uma modernização em larga escala das Forças Armadas nacionais. O processo, que será concluído até 2030, prevê três fases; na última delas, entre 2025 e 2030, serão adquiridos 24 caças.

Embora não tenha sido especificado qual aeronave irá substituir os atuais modelos norte-americanos F-5 Tiger II, a abertura de uma licitação para a compra de caças leves supersônicos pode resultar na compra de MIG-35 russos.

Segundo os projetistas, o MiG-35 (na foto acima nas cores do Egito) é mais seguro, mais eficaz e 50% mais barato do que o seu antecessor MiG-29. Além disso, na relação custo-benefício, o MiG-35 supera seus análogos, como o francês Rafale, o sueco Gripen e o norte-americano F-16.

Apesar das vantagens, os especialistas acreditam que não será fácil entrar no mercado mexicano.

“Devemos trabalhar duro para conseguir isso. Há vários fatores que atuam contra Moscou: a dependência do México em relação aos EUA, a falta de experiência mexicana no manejo de aeronaves russas, e as dificuldades associadas com formação de pilotos e pessoal técnico, além da manutenção das aeronaves”, disse à Gazeta Russa o especialista do Centro de Estudos da Sociedade em Situações de Crise, Aleksêi Krivopálov.

“Por exemplo, quando os peruanos adquiriram MiG-29s em 1990, eles tiveram vários problemas com a manutenção e a operação dos caças. A Rússia deve fazer uma oferta especial para que o México escolha seus aviões”, acrescentou. 
O novo caça multifuncional de geração 4 ++ MiG-35 foi apresentado ao público pela fabricante de aeronaves militares russa Mikoyan no final de janeiro. A diretoria da empresa afirma que “vários países já demonstraram interesse na aquisição do avião”.

Produção localizada
Em entrevista à edição mexicana da “Forbes”, o diretor-presidente da Mikoyan, Iliá Tarasenko, o objetivo da fabricante de aviões russa é expandir sua presença no mercado latino-americano e fomentar sua relação com os países da região.

Além disso, a empresa estaria disposta a oferecer ao México um “generoso acordo de compensação” que inclui não só a manutenção de pilotos e o treinamento de pilotos e engenheiros, como também a produção de modelos MIG-35 em solo mexicano.

Para os especialistas, a intenção russa de iniciar a produção de caças no território do México aumenta as chances de assinatura do acordo. Ainda assim, o fator político deve pesar sobre as negociações.

“As chances do MIG são pequenas. O México é muito dependente dos EUA e não tem potenciais inimigos. Sua necessidade de caças se limita a duas dúzias de aviões. É improvável que o país, que sempre compra tecnologia americana, escolha um avião russo, e um modelo que ainda nem tem produção em série”, explica o editor-chefe do portal russo “Paridade militar”, Adrian Nikoláiev.

30 anos de atuação
Há dois anos, quando as Forças Armadas do México celebraram seu centenário, o comandante da Força Aérea Mexicana, general Carlos Antonio Rodriguez Munguia, anunciou que duas a cada dez aeronaves militares do país estavam em serviço há mais de 30 anos e deveriam ser substituídas.

A situação dos bombardeiros no país é ainda mais crítica. Dos 12 caças F-5 Tiger II comprados dos EUA em 1982, apenas três puderam integrar o último desfile do Dia da Independência do México.

Durante os seis anos de mandato do ex-presidente Felipe Calderón, concluído em 2012, esses aviões lutaram ativamente contra os traficantes de drogas, interceptando criminosos que tentavam atravessar a fronteira a partir da Guatemala.
 
Da Gazeta Russa

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